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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

UM MARCO PARA A NEUROCIÊNCIA BRASILEIRA

Os cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), conseguiram transformar célula da pele de um paciente com esquizofrenia em células do sistema nervoso e identificar características dessa doença que não estão presentes em células sadias. Isso amplia o estudo em relação à doença, antes limitado à análise do  tecido nervoso de pacientes esquizofrênicos falecidos e testes de ressonância magnética, abrindo caminho para a medicina personalizada. Todas as etapas foram realizadas no Brasil, um marco para a ciência nacional.
(Resumo tirado do artigo da Revista Ciência Hoje)