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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Poema da espera





















Oh, flores de acácias amarelas!
Teus botões não abram ainda
Pairam  sobre vós nuvens carregadas
E no chão não vos quero molhadas
Amanhã, quem sabe, a luz se espalha?
E no brilhante verde das folhas
Da janela  irei contemplá-las.