sábado, 16 de dezembro de 2017

Museu Náutico da Bahia. Forte Santo Antonio da Barra - Farol da Barra.

Farol da Barra - Salvador -Bahia
Este é o Forte de Santo Antônio da Barra, edificado no século XVI, ocupando o Sítio da Ponta do Padrão, antiga região que foi morada de Caramuru. Um patrimônio do povo brasileiro. Com uma belíssima vista para a Bahia de Todos os Santos.
Aqui funciona, desde 1998, o Museu Náutico da Bahia, que abriga um rico acervo da história marítima do Brasil, especialmente no período colonial. Nele está parte significativa dos achados arqueológicos da expedição submarina ao sítio do Galeão Santíssimo Sacramento, naufragado na costa da cidade de Salvador em 1668.
Faianças, munições, canhões, instrumentos naúticos, selos, moringas, e inúmeros objetos do uso cotidiano do século XVII compõem um diversificado painel dos hábitos e costumes da época.





terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Falando como platéia.

Tenho muito respeito pelos artistas de um modo geral, pois acho que eles são seres escolhidos para tornar a nossa vida mais alegre e mais leve, nos entretendo e emocionando através do seu trabalho, que expressa e transmite o que sua arte traduz. Lidar com as emoções exige muita sensibilidade, percepção, talento, respeito e troca de satisfação com o público do qual a sua arte depende, pois sem público o artista não sobrevive. Para quem o músico, o cantor, o ator ou o pintor, mostra a sua arte senão para aqueles que os apreciam e aplaudem? Aplausos esses que oxigenam e alimentam o seu ego,  porque nenhum artista quer ser rejeitado. Por isso não entendo quando certos artistas, antes bem quistos, tomam posições que decepcionam uma maioria, incluindo aí grande parte de sua platéia. Posições estas que contradizem todo o conceito que se tinha daquele artista. Qual o objetivo deste comportamento? O que leva um artista a defender publicamente políticos corruptos e bandidos invasores de propriedades alheias, por exemplo? Chamar a atenção de quem e por quê? Como ouvir, com o mesmo sentimento, uma música de um compositor que outrora nos emocionou muito, e tempos depois nos decepciona na mesma proporção? Fica complicado. Mas, resta-me a esperança de que eles estejam apenas passando por uma fase difícil, por isto  não vou sentenciá-los nem descartá-los das minhas preferências.  Peço apenas permissão para destacar aqui um lindo verso da música Céu de Santo Amaro:
"Quero você com a alegria de um pássaro em busca de outro verão". 

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Surgimento da Fundação Nobel.

27 de Novembro de 1895: Alfred Bernhard Nobel assina seu testamento.
Texto Copiado de DWnoticias

Calendário Histórico
  | Carsten Heinisch (ef)

Sem a fundação e os prêmios concedidos a cada ano em seu nome, é muito provável que ninguém se lembraria mais do industrial sueco Alfred Bernhard Nobel, cujo testamento foi assinado em 27 de novembro de 1895.
Alfred Nobel era muito contraditório: sempre foi sueco até a medula, embora tenha vivido no exterior desde os nove anos de idade; ganhava dinheiro com explosivos e era afeiçoado a ideias pacifistas. Depois de perder um processo de patente, Nobel passou a suspeitar de todo tipo de formalismo e a desconfiar especialmente dos advogados.
Quando adquiria confiança em alguém, tentava chegar a um consenso sobre seus objetivos. Do contrário, deixava a pessoa agir à vontade. Por fim, tinha ideias próprias sobre dinheiro e patrimônio. Ele costumava dizer que as pessoas que herdam muito dinheiro se tornam parvas.

Desejo expresso no testamento, mas impreciso

Com essas premissas, pode-se entender o testamento que ele assinou em 27 de novembro de 1895 no Clube Sueco em Paris, homologado por quatro compatriotas seus. O documento continha alguns legados pequenos a algumas pessoas e acrescentava: "O resto do meu patrimônio deve ser usado da seguinte maneira: com o capital [...] deve ser criado um fundo e seus juros anuais distribuídos em prêmios para os que trouxerem os maiores benefícios à humanidade".

Deveriam ser contempladas com o prêmio cinco áreas: física, química, fisiologia ou medicina, literatura e realizações que contribuíssem da melhor maneira possível para a fraternidade entre os povos, para a extinção ou redução de exércitos, bem como para a consecução ou propagação da paz. Além de dinheiro, o inventor da dinamite em pó tinha talento literário e ideias pacifistas.

O prêmio deveria ser outorgado por instituições de renome: Real Academia Sueca de Ciências, Instituto Carolíngio Sueco de Medicina e Cirurgia, Academia Sueca de Literatura e uma comissão de cinco membros nomeada pelo parlamento norueguês.


Questões em aberto

Feito sem instrução jurídica, o testamento continha muitas falhas. Nobel legou a sua fortuna, mas a quem? Ele deixou escrito apenas que determinada corporação deveria distribuir o dinheiro dos juros em cinco prêmios e não fez determinações sobre a administração do fundo. Ele estabeleceu apenas que as cinco instituições assumiriam a tarefa de distribuir os prêmios. E o que deveria acontecer se elas recusassem?

A longa série de processos sobre o último desejo de Nobel começou com a questão sobre o lugar do seu domicílio. Seria a cidade sueca Bofors, onde ele estava registrado como habitante quando morreu? Estocolmo, onde pagava impostos? Ou em Paris, onde viveu longos anos e gozava dos direitos de cidadania local, embora tenha mantido seu passaporte sueco?

A questão era interessante não só por causa do imposto sobre herança, mas também para a validade jurídica do testamento. Por motivos formais, os tribunais franceses teriam declarado o documento inválido. Depois de processos em várias instâncias, foi decidido que o domicílio seria Bofors.

Surgimento da Fundação Nobel

Num próximo passo, o órgão estatal equivalente hoje ao Ministério da Justiça propôs a criação de uma fundação à luz do direito sueco para cuidar do patrimônio de Nobel. O governo real fez as reformas legais necessárias e pediu às instituições mencionadas no testamento que reconhecessem e assumissem as tarefas deixadas por Nobel.

Logo depois, três das quatro instituições deram sua resposta positiva e, ao mesmo tempo, fizeram sugestões para os estatutos da fundação e diretrizes para a concessão dos prêmios. A Academia Sueca de Ciências foi a única entidade que considerou essa tomada de posição inoportuna antes do fim de todos os processos.

Os testamenteiros, as instituições e parentes de Nobel negociaram durante um ano, após o que assinaram um acordo e encerraram todos os processos sobre o testamento. Só então começaram as negociações sobre os estatutos da Fundação Nobel.

Em junho de 1900, ela foi finalmente confirmada e aprovada pelo governo sueco. Os primeiros prêmios foram concedidos em 1901 e, na atualidade, o Prêmio Nobel é uma das distinções mais famosas do mundo.



#Alfred Nobel morreu de hemorragia cerebral, em 10 de dezembro de 1896, na sua casa em San Remo (Itália)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Quem dera!



Quem dera o sem juízo
O arriscar  do encontro
Sem pensar no prejuízo
Quem dera o roubado beijo
Que por quase não dado
Só aumentava o desejo
Quem dera o descompromisso
Do nada a ter com isso
No farto  e largo sorriso

Darcy Brito

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Nobel de Literatura vai para Kazuo Ishiguro- Prêmio Nobel de Literatura 2017

DW notícias
dw.com


Cultura
 05/10/17

Autor de "Os vestígios do dia", escritor britânico nascido no Japão, de 62 anos, é o premiado de 2017. Academia destaca a "grande força emocional" para justificar sua escolha.
Kazuo Ishiguro (Getty Images/B. A. Pruchnie)
O escritor britânico nascido no Japão Kazuo Ishiguro, de 62 anos, foi laureado nesta quinta-feira (05/10) com o Nobel de Literatura. No anúncio, a Academia Sueca destacou a "grande força emocional" de sua obra. Entre seus romances mais famosos está Os vestígios do dia, de 1989.
"Os escritos de Ishiguro são marcados por um modo de expressão cuidadosamente restrito, independentemente de qualquer evento que ocorra", disse a Academia. "Os temas com os quais ele está mais associado – memória, tempo e desilusão – são particularmente notáveis em seu romance mais renomado, Os vestígios do dia."
O livro Os vestígios do dia foi adaptado para o cinema num filme homônimo, que chegou a ser indicado ao Oscar e teve o ator Anthony Hopkins fazendo o papel do mordomo obcecado Stevens.
Entrevistada logo após o anúncio, a secretária permanente da Academia Sueca, Sara Danius, descreveu Ishiguro como um autor que é uma mistura entre Jane Austen e Franz Kafka, com um pouco de Marcel Proust.
"Ao mesmo tempo, é um escritor de grande integridade. Desenvolveu um universo estético próprio", afirmou Danius, que realçou que a Academia Sueca atribuiu o prêmio à obra na sua plenitude e não a um livro específico.
Questionada, porém, sobre qual o seu livro favorito do autor, Danius disse encarar todos os seus livros como "maravilhosos, verdadeiramente requintados", embora destaque O gigante enterrado, de 2015.
"Ele é muito interessado em compreender o passado, mas não é um escritor proustiano. Não está à procura de redimir o passado. Explora o que tem de esquecer para sobreviver, em primeiro lugar, enquanto indivíduo ou enquanto sociedade", afirmou. 
O escritor britânico nasceu em Nagasaki, no Japão, e estabeleceu residência com a família no Reino Unido no início da década de 1960, quando tinha cinco anos de idade. 
Destacou-se com os primeiros contos, publicados na revista Granta, escreveu para cinema e televisão, e é autor de canções. Tanto seu primeiro romance, Uma pálida visão dos montes (1982), e o subsequente Um artista do mundo flutuante (1986) se passam em Nagasaki poucos anos depois da Segunda Guerra. Com a obra Os vestígios do dia, ele venceu o renomado Booker Prize, em 1989.
Depois de dois anos de vencedores não convencionais, o anúncio desta quinta-feira marca o retorno da literatura tradicional ao Nobel de Literatura. O prêmio dotado em 9 milhões de coroas suecas (1,1 milhão de dólares) do ano passado foi para o compositor americano Bob Dylan e no ano anterior para a jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich.  

LEIA MAIS 

  • Data 05.10.2017

domingo, 1 de outubro de 2017

D. Pedro ll - PARA QUEM GOSTA DE HISTÓRIA DO BRASIL

Você Sabia?
      
• Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta. • Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.
 • A bandeira nacional brasileira tem entre as cores o verde e o amarelo pois a mãe de Pedro II do Brasil, a Imperatriz Leopoldina idealizou e costurou a primeira bandeira nacional sendo o verde a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo . Diferentemente como muitos pensam o verde não representa as matas e o amarelo não representa o ouro. Além disso, seu pai, Pedro I, foi quem compôs o nosso primeiro hino nacional, hoje conhecido como hino da independência.
 • Pedro II do Brasil é Patrono do Corpo de Bombeiros e da Astronomia.
 • Em 1887, a temperatura média anual na cidade do Rio de Janeiro foi de 24°. No mesmo ano, a máxima no verão carioca no mês de janeiro foi de 29°.
 • A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II). 
 • Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista, deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano a Lei do Ventre Livre entrou em vigor, assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel. 
 • (1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.
 • (1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
 • (1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98. 
 • (1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.
 • (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina. 
 • (1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.
 • (1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
 • (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km. A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que "causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolerava uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição". Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia. "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou". (Machado de Assis)
 • A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados. 
• Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos. 
• O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel. 
• O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
 • Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel.
 • Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir. 
• Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
 • Desconstruindo boatos, D.Q Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos. 
• Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos. 
• D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,70m e mulheres 1,60m. 
• Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular. 
• José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.
 • O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico. • O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina. 
• Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris. 
• A ideia do Cristo na montanha do Corcovado partiu da Princesa Isabel.
 • A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
 • D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
 • D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
 • A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil. 
• D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
 • D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga. 
• Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época. 
• Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los. 
• Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista. 
• D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições. 
• Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos. 
• Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
 • A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
 • Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II. 
• Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
 • D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
 • A Princesa Isabel já em seu exilio em 1904 foi perguntada por que a família raramente usava as joias Imperiais no Brasil. Princesa Isabel respondeu que tanto ela como sua mãe, sabia que aquelas joias não as pertenciam. Que poderiam usar a qualquer hora em qualquer ocasião, mas raramente enxergavam motivos para usa-las. “Ainda mais se tratando de adornos grandes, pesados e de extrema “arrogância” com nosso povo”.
 • Em particular a Imperatriz Teresa Cristina sempre foi alvo de jornais e nobres da época por sua simplicidade e falta de capricho em seus trajes e adornos. Sempre muito discreta, só usava suas joias de cunho pessoal, nunca usou as joias do cofre Imperial, as tais “joias da coroa”. A mídia zombava de uma Imperatriz que se vestia como uma senhora de classe média. 
 Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho
Artigo recebido pelo WhatsApp

sábado, 23 de setembro de 2017

Reflexões Acerca de Fazer o Bem

REFLEXÕES ACERCA DO FAZER O BEM
GALERIA 23 23AMERICA/SAO_PAULO SETEMBRO 23AMERICA/SAO_PAULO 2017 DEIXE UM COMENTÁRIO
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Por: Renata de Souza da Silva Rodrigues

No mundo em que vivemos, nesta realidade de pessoas cada vez mais individualistas e com dificuldade em demonstrar empatia, fazer o bem tornou-se algo um tanto difícil de se realizar. Os indivíduos que compõem a sociedade atual cada vez mais se afastam da ideia do grupo que fica unido para que todos se protejam e convivam em igualdade, se aproximando mais da ideia do EU que não precisa de outro para viver. Esquecemos um do outro, buscamos o que é de nosso próprio interesse.

Podemos observar que muitas vezes, fazer o bem ganha um significado diferente nas nossas relações, significados como uma troca de favores, um momento usado para se autopromover ou mesmo uma desculpa para depois escravizar o outro à minha vontade e toda vez relembrar que se fez algo por ele. Outro problema que vemos em pessoas que costumam realizar boas ações é a cobrança do que vai acontecer depois que se fizer o bem para alguém, ou seja, ficar à espreita do que fará aquele que recebeu o bem. Assim, tentamos ver além do simples ato de fazer o bem e com isso ficamos frustrados ao esperarmos que quem recebeu o bem faça-o também, mas não o faz.

Fazer algo bom deve ser simplesmente por querer o outro bem. Fazer o bem deve ser feito olhando para dentro de nós mesmos e não do outro. Pois quando olhamos para fora, o que se apresenta podem ser aspectos de frieza, individualismo, desrespeito e egoísmo que são disseminados. Por vezes, pensamos em desistir e acreditamos que só a violência e o desamparo mostrados nos meios de comunicação são verdadeiros e possíveis. Desacreditamos da possibilidade de que ainda há sentimentos e ações boas na sociedade em que vivemos. Não podemos deixar a chama se apagar em nós e naqueles que nos cercam. Um velho ditado já dizia “fazei o bem, sem olhar a quem” e eu ousaria completá-lo dizendo “e sem olhar além”, devemos continuar fazendo o bem, mesmo com a sociedade atual substituindo os valores de solidariedade, empatia e respeito por outros tão distantes destes.

Fazer o bem porque alguém merece e fazer o bem esperando ver os resultados da sua própria ação pode provocar ansiedades, tristezas e frustrações que podem minar a vontade de ser solidário. Fazer o bem deve ser algo que vem de dentro, deve ser compreendido como o semear de uma planta que pode demorar muito para crescer e dar resultados. Talvez você tenha feito algo de bom para alguém e não viu os resultados imediatos, mas acredite, nossas ações vão além do que podemos ver, podem atingir vidas que nem mesmo estão ligadas a nós, por isso, continue a fazer o bem mesmo que os resultados do que você tem feito pareçam distantes.

Imagem capa: Pinterest

Colunista:

Renata de Souza da Silva Rodrigues
CRP 05/48142

Psicóloga, graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro / UERJ.
Atende no Rio de Janeiro oferecendo atendimento clínico e
orientação profissional para adolescentes, jovens e adultos.
Uma das idealizadoras da Fanpage e Projeto Multiplica Psi.
Contatos:
E-mail: renata.rodrigues.psi@gmail.com
Facebook.com/multiplicapsi

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domingo, 23 de julho de 2017

QUASE! a palavra que diz que você chegou perto.


As palavras, de um modo geral, servem para muita coisa. Para nomear, classificar,, narrar uma história, descrever uma situação, elogiar, ofender, acusar, satirizar, etc.. Ou seja, para tudo que existe e faz parte da vida tem uma palavra que a identifica ou define. Mas existe uma palavra que me intriga bastante,
é a dita palavra QUASE. Essa palavra nomeia o que não aconteceu. E se não aconteceu não existe. Então, ao contrário de todas as outras palavras, o "quase” nomeia o não, o chegou perto, o por um triz, (este também chamado de Quase-Quase). Ex. quase - quase caí; quase morri; quase ganhei...
Podemos até dizer, com toda certeza, quase não nasci. E quem nunca nasceu poderia dizer quase nasci, pois para nascer, ou não, depende do encontro e, na fecundação, vence quem ganha a competição. O segundo lugar pode dizer quase cheguei. Mas não chegou. Todo dia tem um quase em nossa vida, e nem sempre percebemos ou, às vezes, percebemos depois. Se era pra ser ruim, sentimos alívio. Se era pra ser bom, ficamos a lamentar. Pode até acontecer depois, mas naquele momento foi quase. Se o quase não esteve presente, no que fatalmente aconteceu, podemos amá-lo ou odiá-lo por ter faltado.
Em tempo: livre pensar é só pensar. E você pode discordar desta chatice pessoal filosófica.

Os sutiãs envelheceram?



Na década de 60, em protesto a antigos padrões sociais machistas, o movimento libertário feminista invadiu o mundo buscando novos horizontes, queimando sutiãs em praça pública, defendendo o uso da pílula anticoncepcional contra a gravidez indesejada, e etc..Hoje, os anticoncepcionais evoluíram, os sutiãs foram substituídos por próteses de silicones, mas o nível de protesto baixou tanto que chegamos ao ponto de ver mulheres agachadas em plena via pública, urinando ou defecando, para protestar contra o que quer que seja. Ao mesmo tempo em que fazem campanhas contra a violência sofrida pelas mulheres, vindas de diversos setores, principalmente dos seus companheiros.
Mas, como dizer “Sou Mulher e Quero Respeito”, dessa forma?
Foto Google 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Ser feliz para sempre é Conto-da-carochinha


Correr atrás da felicidade não traz felicidade pra ninguém.É como uma droga, quando o efeito passa vai-se em busca de mais. Há pessoas que estão sempre de malas prontas, nos portões de embarque, porque não conseguem aportar por muito tempo no seu porto. Já outros viajam sem sair do lugar. O importante é descobrir que dentro de cada um de nós existe todos os ingredientes para se fabricar a própria felicidade. Porque felicidade é um estado de espírito pessoal. O que é bom para um nem sempre o é para  o outro. Ē viver consciente de que ganhos e perdas fazem parte da existência. Há perdas necessárias assim como há ganhos desnecessários. Infelizmente, no mundo moderno, há uma tendência para se padronizar a felicidade. Todos querem ter ou ser como todos, para sentir-se inserido no contexto. E, como tudo flui e se dilui na leveza rápida e inconsistente da felicidade artificial, corre-se em busca de mais e do risco de se sentir infeliz para sempre.
Portanto, use da sua inteligência e imaginação e faça seu bolo com os saudáveis ingredientes que tem na despensa existencial do seu ser. E cante parabéns pra você.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Presidentes do Brasil

História dos Presidentes Brasileiros

Charge Presidente Brasil

Copiado do Site KERDNA Produção Editorial LTDA


O Brasil era uma colônia de Portugal. Em 1822, se tornou uma nação independente e seu regime político era a monarquia, com o imperador Dom Pedro I e D. Pedro II, seu sucessor. A república ainda não tinha muita força. Dois anos após, em 1824, com a rendição dos soldados portugueses e o fim das guerras da independência dentro do Brasil, criou-se a primeira Carta Magna, em 1824. Até então, o regime político era a Monarquia Constitucional Parlamentarista.
Em 15 de novembro de 1889, foi instaurado o regime republicano e, juntamente, o fim da soberania de D. Pedro de Alcântara, Pedro II. Tudo aconteceu no Rio de Janeiro, por meio de um golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Uma vez que ele era o líder, tornou-se o primeiro chefe de estado do Brasil acompanhado de seu vice, Floriano Peixoto. O ocorrido se deu onde hoje é a Praça da República, no Rio de Janeiro.
Na mesma época, houve a publicação de uma ata da proclamação, chamada de Decreto nº1, em que se estabeleciam as regras governamentais que entrariam em vigor. Inaugurou-se em 1891, último ano de governo de Marechal Deodoro.
O primeiro presidente do Brasil foi o Marechal Deodoro da Fonseca. Até hoje, só tiveram homens no poder; porém, o país elegeu uma presidenta: Dilma Roussef, a 36º Presidente da República.

Lista de Presidentes do Brasil

1) Marechal Deodoro da Fonseca

Marechal Deodoro da FonsecaNasceu em Alagoas, em 1827, tomou posse no governo, em 15 de novembro 1889, aos 62 anos. Seu mandato durou de 1889 até 23 de novembro de 1891. Tinha como vice-presidente Floriano Peixoto, seu sucessor. O marechal foi o 1º Presidente do Brasil.
Vice-presidente: Floriano Peixoto
Partido: Militar
Mandato: 1889-1891


2) Marechal Floriano Peixoto

Floriano PeixotoNasceu em Ipioca (AL) e tomou posse aos 52 anos, no dia 23 de novembro de 1891 até 15 de novembro de 1894. Ficou conhecido pelos nomes de Consolidador da República e apelido de “Marechal de Ferro”. Ele batalhou contra algumas forças de oposição: a Revolta Armada (conflitos entre Exército e Marinha no Rio de Janeiro) e a Revolução Federalista. O Marechal Floriano Vieira Peixoto foi o 2º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Militar
Mandato: 1891 - 1894


3) Prudente de Morais

Prudente de MoraisO primeiro governador do estado de São Paulo também foi o 3º Presidente da República Federativa do Brasil. Nasceu em Itu, em 1841. Prudente de Morais foi instituído presidente do Brasil, em 15 de novembro de 1894 até 1898, aos 53 anos. Ficou até 1897, quando saiu por motivos de doença. Então, assumiu o vice-presidente.
Vice-presidente: Manuel Vitorino
Partido: Partido Republicano Federal (PR)
Mandato: 1894-1898



4) Campos Sales

Campos SallesCampos Sales foi o 4º presidente da República e teve seu mandato de 15 de novembro de 1898 até 15 de novembro de 1902. Seu companheiro de chefia era Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos nasceu em Campinas (SP), em 1841. Quando foi instituído presidente, tinha 57 anos. Governou em uma época de crise, uma vez que a cultura de café e borracha estava declinando. Conseguiu, por intermédio de ajuda exterior, estabilizar a economia brasileira. Estabeleceu o “Funding Loan”, tratado que fez para pagamento da dívida externa.
Vice-presidente: Francisco de Assis Rosa e Silva
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1898-1902

5) Rodrigues Alves

Rodrigues AlvesFrancisco de Paula Rodrigues Alves, paulista de Guaratinguetá, foi um advogado e se tornou o 5º Presidente da República. Assumiu o poder aos 54 anos, de 15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de 1906. Em seu governo, ele lançou a campanha de vacinação, conhecida como a Revolta da Vacina, liderada pelo sanitarista e médico, Osvaldo Cruz. Teve êxito na economia com o ciclo da borracha e ampliou o território brasileiro.
Vice-presidente: Silvio Brandão/Afonso Augusto Moreira Penna
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1902-1906

6) Affonso Penna

Afonso PenaO sexto Presidente da República teve seu mandato do dia 15 de novembro de 1906 a 14 de junho de 1909. Affonso Augusto Moreira Penna nasceu em Santa Bárbara e assumiu o governo com 59 anos. Dentre os feitos importantes que realizou foi a ligação da Amazônia ao Rio de Janeiro, por meio das expedições de Marechal Rondon, reforçou o sistema de defesa do Brasil, construiu ferrovias, sendo uma delas, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) ou Trem do Pantanal. O lema utilizado por ele era: “governar é povoar”. Penna morreu e foi substituído pelo então vice-presidente, Nilo Peçanha, que deu continuidade ao mandato.
Vice-presidente: Nilo Peçanha
Partido: Partido Republicano Mineiro
Mandato: 1906-1909

7) Nilo Peçanha

Nilo PeçanhaNilo Procópio Peçanha assumiu após a morte do presidente Affonso Penna. O presidente tinha seus 42 anos quando começou a governar o país, em 14 de junho de 1909. Seu período de governo foi marcado por alguns conflitos, principalmente, por uma pesada oposição de Pinheiro Machado, um dos parlamentares mais influentes da época. Embora tenha ficado por pouco tempo, criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de Proteção aos Índios (SPI), o ensino técnico no Brasil, dentre outros projetos. Encerrou seu mandato em 15 de novembro de 1910, como o 7º Presidente da República.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Fluminense
Mandato: 1909-1910

8) Marechal Hermes da Fonseca

Hermes da FonsecaHermes nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, e se tornou presidente em 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914. Empossado aos 55 anos, o militar enfrentou a Revolta da Chibata, movimento de marinheiros que se opunham aos castigos recebidos por causa de faltas graves na Marinha do Brasil. Participou também da Guerra do Contestado, entre Paraná e Santa Catarina. Uma de suas realizações foi a utilização, pelos candidatos eleitos à presidência, da Faixa Presidencial, mediante o Decreto Lei de nº 2.299 de 1910.
Vice-presidente: Wenceslau Braz
Partido: Partido Republicano Conservador (PRC)
Mandato: 1910-1914

9) Wenceslau Braz

Wenceslau BrasGovernou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro de 1918 e se tornou o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano Mineiro (PRM). No ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam resquícios. O presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados do Paraná e de Santa Catarina, o palco do conflito. Em seu governo foi promulgado o primeiro Código Civil brasileiro. Ele entrou na Primeira Guerra Mundial por causa do bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs. Seu mandato terminou em 15 de novembro de 1918.
Vice-presidente: Urbano Santos
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1914-1918

10) Delfim Moreira

Delfim MoreiraNascido no município de Cristina, em Minas Gerais, Delfim Moreira da Costa Ribeiro sentou à cadeira presidencial no dia 15 de novembro de 1918, aos 50 anos. Seu mandato terminou em 28 de julho de 1919. Delfim foi presidente interino, uma vez que foi vice de Rodrigues Alves, que não conseguiu assumir por causa do seu falecimento. O chefe de estado permaneceu por um período curto e, enquanto estava no poder, fez alterações no Código Civil, uma intervenção no estado de Goiás e trabalhou em uma reforma no território do Acre. Delfim Moreira foi o 10º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1918-1919

11) Epitácio Pessoa

Epitácio PessoaO paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa assumiu o governo sem estar no Brasil, aos 54 anos, em 28 de julho de 1919. Seu mandato durou até 15 de novembro de 1922. Sua indicação à presidência surgiu quando ele representou o Brasil na Conferência de Versalhes, sobre o Tratado de Versalhes – um acordo de paz selado pós-guerra. Embora Epitácio prezasse por uma política de poucos gastos, fez alguns empréstimos. Um deles, para a criação da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ele auxiliou na questão da seca no Nordeste, conseguiu equilibrar a economia do café, criou universidades, além da primeira estação radiodifusora do país.
Vice-presidente: Delpim Moreira/Bueno de Paiva
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1919-1922

12) Artur Bernardes

Artur BernardesEm 15 de novembro de 1922, o advogado Arthur da Silva Bernardes se tornou Presidente da República, aos 47 anos. Nasceu em Viçosa, município de Minas Gerais. No mesmo ano do início de seu mandato, ocorreram diversos movimentos e revoluções. Enfrentou a Revolução de 1924, uma revolta militar – a segunda revolta tenentista. Fundou a Escola de Agricultura e Veterinária, hoje, Universidade Federal de Viçosa. Bernardes reformou a Constituição de 1891, em 1926, em que mudava as condições para o estado de sítio – uma das funções do Presidente da República.
Vice-presidente: Estácio Coimbra
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1922-1926

13) Washington Luís

Washington LuisWashington Luís Pereira da Silva foi nomeado ao cargo de Presidente da República, em 15 de novembro de 1926 até 24 de outubro de 1930. Ele libertou os presos políticos dos conflitos que, até então, assolavam o Brasil. O país passava pelas revoluções e crises, como: a Revolução de 1924, o crack da Bolsa de Valores de Nova Iorque (1929) e a Revolução de 1930. Instaurou a reforma econômica no Brasil, com ajuda do Ministro da Fazenda, Getúlio Vargas. Criou o Conselho de Defesa Nacional, em 1927. Estabeleceu fundos de ampliação das rodovias e construiu novas rodovias. Criou os batalhões da Polícia Rodoviária Federal e a Aviação do Exército.
Vice-presidente: Melo Viana
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1926-1930

Júlio Prestes

Júlio PrestesO advogado paulista de Itapetininga, Júlio Prestes, foi eleito em 1930, mas não houve posse. A Junta Governativa Provisória de 1930, por meio de um golpe de estado, elegeu Getúlio Vargas como autoridade máxima do país.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Paulista
Mandato: Não assumiu.



Junta Provisória Militar de 1930
A junta provisória militar foi formada por Augusto Fragoso, Isaías de Noronha, Mena Barreto, com a queda da Primeira República. Com ela, ocorreu o Golpe Militar de 1930, que deu a liderança do país para Getúlio Dorneles Vargas, em 3 de novembro de 1930.
Vice Presidente: -
Partido: Militar
Mandato: Revolução de 1930

14) Getúlio Vargas

Getúlio VargasGetúlio Dorneles Vargas nasceu em São Borja, no Rio Grande do Sul, era advogado e iniciou o seu mandato em 3 de novembro de 1930 até 1945, assumiu aos 47 anos de idade. Foi reeleito em 31 de janeiro de 1951 até 31 de janeiro de 1954 (ano em que se suicidou). Tomou posse pela Revolução de 1930 e se tornou Chefe do Governo Provisório. Era Ministro da Fazenda durante o governo do presidente Washington Luís.
Vice-presidente: -
Partido: Aliança Liberal (AL)
Mandato: 1930-1945


15) José Linhares

José LinharesAos 59 anos, o cearense de Baturité foi nomeado Presidente da República: José Linhares foi interino. É considerado o 15º Presidente do Brasil. Linhares foi chamado pelas Forças Armadas para ocupar o cargo de chefe de estado, uma vez que era juiz e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF). Utilizou a prática de nepotismo e, no entanto, virou motivo de chacotas: “os Linhares são milhares!”.
Vice-presidente: -
Partido: -
Mandato: 1945-1946


16) Marechal Eurico Gaspar Dutra

Eurico Gaspar DutraFoi em eleito em 31 de janeiro de 1946 e permaneceu até 31 de janeiro de 1951. Tomou posse aos 63 anos. Dutra nasceu em Cuiabá (MT) e como militar foi líder da repressão ao movimento comunista no RJ. Foi um período de definição e inovações na legislação brasileira. Dava-se o início dos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, que iria promulgar a Constituição Brasileira de 1946. Uma das propostas foi a redução do mandato de presidente para cinco anos, uma vez que a Constituição de 1937 previa seis anos. Ele construiu a pista que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, a Rodovia Presidente Dutra.
Vice-presidente: Nereu Ramos
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1946-1951

17) Getúlio Vargas

Getúlio VargasNesse período ocorreu a reeleição de Getúlio Vargas, candidato do PTB, depois de ter vencido Eduardo Gomes, em 1950. Ele foi responsável pela criação da Petrobras, a partir da campanha chamada “O Petróleo é Nosso”. Ele se suicidou em 1954.
Vice-presidente: João Fernandes Campos Café Filho
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1951 - 1954


18) Café Filho

Café FilhoNascido em Natal (RN), João Fernandes Campos Café Filho foi advogado e assumiu a presidência no dia 24 de agosto de 1954. Sucessor de Getúlio Vargas, Café foi o 18º Presidente do Brasil, aos 55 anos. Seu mandato durou cerca de um ano, quando foi afastado por causa de sua saúde. Dois presidentes interinos entraram no período do mandato de Café Filho: Carlos Luz e Nereu Ramos.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Mandato: 1954-1955


19) Carlos Luz

Carlos LuzCarlos Luz assumiu o cargo de presidente interino do dia 8 de novembro de 1955 a 11 de novembro de 1955, devido a doença adquirida por Café Filho, mas dias depois ficou doente e renunciou do cargo.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1955



20) Nereu Ramos

Nereu RamosNereu Ramos governou de 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956. Anteriormente era deputado federal e governador de Santa Catarina, porém assumiu o cargo como presidente da república, mas permaneceu por pouco tempo, até a posse de Juscelino Kubitschek.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1956



21) Juscelino Kubitschek

Juscelino KubitschekEleito de 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de 1961. Ele foi prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Uma das grande realizações de Juscelino Kubitschek foi o estabelecimento da indústria automobilística e também a construção de Brasília. Após sair da presidência, tornou-se senador pelo estado de Goiás. Em 1964, foi cassado e perdeu seus direitos políticos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: PSD
Mandato: 1956-1961


22) Jânio Quadros

Jânio QuadrosJânio Quadros foi eleito presidente e assumiu no dia 31 de janeiro de 1961: a primeira posse presidencial em Brasília. Governou durante 7 meses. Seu mandato foi de curta duração, após uma denúncia de Carlos Lacerda, de um suposto golpe de estado envolvendo Jânio. Ele renunciou no dia 25 de agosto de 1961 e atribuiu sua renúncia à “forças ocultas”. Dentre suas realizações, conseguiu orientar tanto a economia, quanto a política brasileira, lançou no Brasil, a Política Externa Independente (PEI), condencorou Ernesto Che Guevara com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, criou o Parque Nacional do Xingu, além dos primeiros parques ecológicos, dentre outros projetos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: Partido Trabalhista Nacional (PTN)
Mandato: 1961-1961

23) Ranieri Mazzilli

Ranieri MazzilliPaschoal Ranieri Mazzilli, nasceu em São Paulo e era advogado e jornalista. Antes de assumir o cargo era presidente da Câmara dos Deputados. Ele se tornou presidente interino do Brasil por dois períodos. O primeiro, em 1961, na renúncia de Jânio Quadros e, quando o presidente João Goulart, se encontrava na China. Houve, então, uma crise político-militar, uma vez que os militares queriam impedir a posse de Jango. No dia 2 de setembro de 1946, instituiu-se o regime parlamentarista no Brasil. A segunda posse de Mazzilli foi em 1964, antes do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1961 a 1961

24) João Goulart

João GoulartJoão Belchior Marques Goulart foi vice-presidente de Juscelino Kubitschek e de Jânio Quadros, além de deputado federal. Ele tomou posse no dia 8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964. No período de governo, o Brasil passa por um crise na política e foi instituído temporariamente o parlamentarismo. Teve que abandonar o cargo em 1º de abril de 1964. Seu segundo período de governo foi de 24 de janeiro de 1963 até março de 1964, quando foi deposto e teve que deixar o país rapidamente por causa do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
Mandato: 1961 a 1964

25) Ranieri Mazzilli

Ranieri MazzilliRanieri Mazzilli tomou posse antes do golpe militar no dia 02 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964. Ele tinha 53 anos quando assumiu o cargo.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1964 a 1964



26) Castelo Branco

Humberto Castelo BrancoO Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi o primeiro militar a assumir a presidência após o golpe de 1964. Ele nasceu em Messejana, em Fortaleza e governou de 15 de abril de 1964 a 15 de março de 1967. Tomou posse com 64 anos. Seu período de governo foi marcado pela intervenção de sindicatos, dissolução de partidos políticos, invasão em universidades, prisões, detenções e extinção de entidades de representação estudantil. Foram criados vários atos institucionais, bem como o Serviço Nacional de Informações para manter a segurança nacional. Seu objetivo era excluir qualquer princípio do regime anterior.
Vice-presidente: José Maria de Alkmin
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1964 a 1967

27) Costa e Silva

Artur Costa SilvaArtur da Costa e Silva nasceu na cidade de Taquari no Rio Grande do Sul e tomou posse no dia 15 de março de 1967, com 65 anos. Seu mandato perdurou até 31 de agosto de 1969. Foi durante o seu governo que o país enfrentou um dos mais violentos atos, o Ato Institucional nº 5 (AI-5), sendo liberada ações como a pena de morte para crimes políticos e a prisão perpétua, censura dos meios de comunicação, cassação de mandatos, etc. Ele foi afastado do cargo por ter adquirido trombose cerebral. Em 1969 foi formada uma Junta Governativa Provisória.
Vice-presidente: Pedro Aleixo
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1967 a 1969

28) Garrastazu Medici

Emílio Garrastazu MédiciEmílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé, no Rio Grande do Sul. Ele assumiu o cargo de presidente com 64 anos no dia 30 de outubro de 1969 até 15 de março de 1974. Seu período de governo foi marcado nos campos econômicos pela expressão ‘milagre brasileiro’ e também pela repressão cada vez mais intensa, além de censura nos meios de comunicação e denúncias de torturas de presos políticos. Pode-se dizer que nesse período houve um crescimento na qualidade de vida dos brasileiros, com a geração de empregos e investimentos nas obras públicas. No seu governo o Brasil se tornou tricampião mundial de futebol.
Vice-presidente: Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1969 a 1974

29) Ernesto Geisel

Ernesto GeiselO General Ernesto Geisel nasceu em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e se tornou militar. Assumiu o cargo em 15 de março de 1974, com 66 anos, e permaneceu até 15 de março de 1974. Seu vice-presidente teve que assumir o cargo várias vezes durante as viagens realizadas por Geisel. Seu governo representou uma abertura à democracia, processo que se tornou lento devido a oposição dos militares. Ele aboliu a censura à imprensa, permitiu as propagandas políticas da oposição, impediu a participação de candidatos políticos na televisão e no rádio e em 1978 aboliu o AI-5.
Vice-presidente: Adalberto Pereira dos Santos
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1974 a 1979

30) João Figueiredo

João FigueiredoJoão Baptista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro e governou no período de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985. Ele assumiu o cargo aos 61 anos. Seu governo foi marcado por diversos atentados terroristas preparados pelos militares de linha dura. Um dos mais famosos aconteceu no Riocentro, na Barra da Tijuca, com a explosão de duas bombas durante um show para comemorar o Dia do Trabalho. O país entrou numa crise econômica e teve que procurar auxílio no Fundo Monetário Internacional (FMI). Foi promovido a primeira eleição civil brasileira e com isso o fim do Regime Militar.
Vice-presidente: Antônio Aureliano Chaves de Mendonça
Partido: Partido Democrático Social (PDS)
Mandato: 1979 a 1985

Tancredo Neves

Tancredo NevesTancredo Neves nasceu em São João del Rei (MG) e disputou o cargo de presidência com Paulo Maluf (apoiado por João Figueiredo), tendo sua posse prevista para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas chegou a falecer antes de assumir o cargo e, por isso, José Sarney ocupa o cargo em seu lugar. Tancredo foi levado para o hospital na véspera da posse com fortes dores abdominais, cujo diagnóstico foi dado com a doença diverticulite.
Vice-presidente: José Sarney
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Mandato: Não assumiu



31) José Sarney

José SarneyJosé de Ribamar Ferreira de Araújo Costa, conhecido como José Sarney, nasceu no Maranhão e tomou posse no dia 15 de março de 1985. Porém, no dia 21 de abril havia assumido o cargo de forma interina e foi o primeiro governo civil depois do golpe de 1964. Seu mandato encerrou no dia 15 de março de 1990. Como o país estava em crise, criou um plano econômico para diminuir a inflação. No início obteve êxito, mas depois a inflação começou a aumentar. Ele se reaproximou de Cuba e assinou um protocolo do Mercosul. Promulgou a constituição cidadã e criou o Ministério da Cultura.
Vice-presidente: -
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Mandato: 1985 - 1990

32) Fernando Collor

Fernando Collor MeloFernando Collor de Mello nasceu no Rio de Janeiro e assumiu o cargo à presidência no dia 15 de março de 1990, com 40 anos. A sua eleição foi a primeira feita a partir do voto popular. Criou o Plano Collor para controlar a inflação, sendo uma das medidas utilizadas para confiscar valores acima de 50 mil cruzados depositados nas contas bancárias de empresas e pessoas físicas. Seu governo foi marcado por escândalos relacionados à corrupção. Em resposta a isso, estudantes criaram um movimento de reação chamado ‘Caras Pintadas’, cujo objetivo era retirar o presidente do poder. No dia 29 de dezembro de 1992, Collor renunciou.
Vice-presidente: Itamar Franco
Partido: Partido de Reconstrução Nacional (PRN)
Mandato: 1990 - 1992

33) Itamar Franco

Itamar FrancoItamar Franco nasceu em Salvador (BA) e iniciou seu mandato no dia 29 de dezembro de 1992, com 61 anos. Permaneceu até 01 de janeiro de 1995 como presidente da república. Em seu governo focou na diminuição dos gastos do governo, acelerou as privatizações, criou o Plano de Estabilização Econômica que determinava a criação do real. Nesse período nomeou Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Ministro da Fazenda, assim como apoiou a sua candidatura como o próximo presidente.
Vice-presidente: -
Partido: Partido de Reconstrução Nacional (PRN)
Mandato: 1992 - 1995


34) Fernando Henrique Cardoso

Fernando Henrique CardosoFernando Henrique Cardoso (FHC) nasceu no Rio de Janeiro e assumiu a presidência com 64 anos no dia 01 de janeiro de 1995. Em seu governo privatizou estatais, trabalhou para conter a inflação, criou programas sociais (Bolsa Escola e Rede de Proteção Social), trouxe mudanças na administração pública e na previdência social, criou uma indenização para parentes de desaparecidos políticos no regime militar, etc. Ele recebeu denúncias de corrupção em seu governo. Seu mandato durou até 01 de janeiro de 2003, devido a sua reeleição.
Vice-presidente: Marco Maciel
Partido: Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Mandato: 1995 - 2003

35) Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula SilvaLuiz Inácio Lula da Silva (Lula) nasceu na cidade de Garanhuns, no Pernambuco. Ele assumiu a presidência do dia 01 de janeiro de 2003, com 58 anos, e permaneceu até 01 de janeiro de 2011. Em seu governo houve um crescimento no PIB brasileiro, além de redução do desemprego e da desigualdade, controle da inflação e pagamento da dívida externa. Realizou programas para transferência de renda, consolidou relações internacionais com países criticados, dentre outros feitos. Porém, ocorreram em 2005 várias denúncias de corrupção e escândalos no seu governo. É considerado o 35º presidente do Brasil.
Vice-presidente: José Alencar
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2003-2011

36) Dilma Roussef

Dilma RousseffDilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG) e foi eleita com 63 anos no dia 01 de janeiro de 2011. É considerada a primeira mulher eleita como Presidente da República do Brasil. Em seu primeiro mandato, Dilma deu continuidade à política implementada no governo de Lula para conter a inflação e também para a criação de programas sociais. Ela criou o Mais Médicos, o Brasil Sem Miséria, Minha Casa, Minha Vida, Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), dentre outros. Não chegou a concluir o segundo mandato, devido ao processo de impeachment instaurado contra ela. Foi afastada definitivamente de seu cargo em 31 de agosto de 2016.
Vice-presidente: Michel Temer
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2011-2016

37) Michel Temer

Michel TemerMichel Miguel Elias Temer Lulia nasceu no Tietê (SP) e assumiu a Presidência da República aos 75 anos, em 31 de agosto de 2016. Foi vice-presidente no Governo de Dilma Rousseff e, devido o afastamento dela, pela denúncia de crime de responsabilidade, ele assumiu provisoriamente no dia 12 de maio de 2016. Porém, como resultado do processo de impeachment, foi considerada culpada e afastada definitivamente do cargo.
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)

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