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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Onde vamos parar?





Estamos vivenciado um período conturbado no mundo e, particularmente, no Brasil, em que as pessoas parecem estar sem rumo definido. O que antes era o certo hoje já não é.

A inteligência nos foi dada para que possamos conduzir, da melhor maneira possível, a nossa existência e sobrevivência neste mundo, viabilizando a nossa relação com a natureza e os outros seres, para que haja um equilíbrio. Sem um cérebro inteligente viveríamos de forma desordenada. Não saberíamos distinguir uma coisa da outra nem nos identificar como seres humanos. Até mesmo o cérebro dos animais têm importância na condução da vida deles, apesar da pouca inteligência. Sabemos o quanto é difícil lidar com a situação em casos de um desequilíbrio mental. Se uma pessoa só já é o bastante para transtornar a vida de outros, imaginem o que não seria se a maioria das pessoas não tivessem suas faculdades mentais bem sintonizadas. É sabido que os seres humanos têm necessidade de criar mitos para que possam idolatrar, assim como eleger líderes para sentirem-se mais seguros. Ou seja, têm necessidade da existência de algo acima deles para recorrer em caso de dificuldades. Daí a importância de acreditar na existência de um Deus protetor que os conduz. Mas em se tratando da escolha de um líder, seja comunitário ou governamental, é preciso muito cuidado. Um líder desequilibrado, radical, irracional ou sem atitudes coerentes, pode levar o povo a uma catástrofe. Saber escolher um líder é condição sine qua non. Para isso tem que se ficar atento para o biótipo ao qual vamos dar o nosso crédito. Não só em relação à sua saúde mental, como em relação ao comportamento e saúde de um modo geral. A história está cheia de exemplos de que nem sempre o carismático é o mais confiável. Hitler é um deles.