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segunda-feira, 1 de março de 2021

Dia Nacional do Livro Didático - 27 de fevereiro

Doação do Livro A REBELIÃO DO MELÃO AMARELÃO E SEUS AMIGOS - AUTORA DARCY NOGUEIRA BRITO - COM A COLABORAÇÃO DE ROBERTO LEAL - HOMENAGEM DA ASSOCIAÇÃO DOM BOSCO

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Presidentes do Brasil - Atualizado até 2019

 

Todos os presidentes do Brasil e seus feitos mais marcantes


O Brasil já teve muitos presidentes. Alguns foram bons, outros nem tanto. Mas cada um marcou o país de maneira única...

1. Deodoro da Fonseca (1889-1891)

Deodoro da Fonseca

Deodoro da Fonseca ficou conhecido por... ser o primeiro presidente. Ele não foi eleito democraticamente, foi escolhido pelos revolucionários. Ele liderou o governo provisório que organizou a nova república, preparando as leis principais do país. Durante o governo de Deodoro da Fonseca houve muita instabilidade política.

2. Floriano Peixoto (1891-1894)

Floriano Peixoto

Floriano Peixoto sucedeu a Deodoro da Fonseca quando este se demitiu. Ele também não foi eleito mas ajudou a estabilizar um pouco o país, que estava em um estado caótico depois da revolução.

3. Prudente de Morais (1894-1898)

Prudente de Morais

Prudente era prudente. Ele foi o primeiro presidente eleito pelo povo brasileiro e também o primeiro presidente que não era militar. Ele diminuiu o poder do exército no governo e, sempre que podia, usava a diplomacia em vez da guerra para resolver conflitos.

4. Campos Sales (1898-1902)

Campos Sales

O foco principal deste presidente era a estabilidade. Ele negociou com os bancos ingleses para mudar o pagamento da grande dívida externa do Brasil. Também fez outros esforços para tirar o país da crise econômica.

5. Rodrigues Alves (1902-1906)

Rodrigues Alves

Rodrigues Alves enfrentou algumas revoltas mas teve bastante sucesso como presidente. Ele organizou grandes obras na cidade de Rio de Janeiro e desfrutou de uma economia forte. Foi durante o seu mandato que o Acre se tornou parte do Brasil.

6. Affonso Penna (1906-1909)

Affonso Penna

Affonso Penna organizou a construção de vários caminhos de ferro, que facilitaram o transporte dentro do país. Também apoiou a povoação do país, com a ajuda da imigração.

7. Nilo Peçanha (1909-1910)

Nilo Peçanha

Nilo Peçanha assumiu a presidência quando Affonso Penna morreu. Seu governo foi curto e marcado por instabilidade política, mas ele ainda conseguiu criar o Serviço de Proteção aos Índios (antecessor da Funai).

8. Hermes da Fonseca (1910-1914)

Hermes da Fonseca

O governo de Hermes da Fonseca foi marcado por várias revoltas civis e militares. Ele também enfrentou problemas econômicos e teve de renegociar a dívida externa.

9. Venceslau Braz (1914-1918)

Venceslau Brás

Venceslau Braz enfrentou vários conflitos durante seu mandato, que coincidiu com a 1ª Guerra Mundial. Mas os conflitos mais complicados que ele teve de resolver foram entre militares e entre estados brasileiros.

Quase 10. Rodrigues Alves

Ele ganhou as eleições mas morreu antes de poder assumir seu segundo mandato como presidente.

10. Delfim Moreira (1918-1919)

Delfim Moreira

Delfim Moreira assumiu o cargo de presidente apenas temporariamente, até se realizarem novas eleições. Mas ele ainda conseguiu realizar algumas reformas no Código Civil.

11. Epitácio Pessoa (1919-1922)

Epitácio Pessoa

Epitácio Pessoa foi o único presidente que ganhou uma eleição quando nem estava no país! Quando as eleições para presidente ocorreram, ele estava em França, participando do Tratado de Versalhes, que terminou a 1ª Guerra Mundial. Epitácio tentou melhorar a situação do povo no Nordeste, que sofria com a falta de água.

12. Artur Bernardes (1922-1926)

Artur Bernardes

O mandato de Artur Bernardes foi marcado por uma guerra civil em Rio Grande do Sul e revoltas militares. Foi também durante seu governo que o Brasil saiu da Liga das Nações (antecessora da ONU).

13. Washington Luís (1926-1930)

Washington Luís

Washington Luís construiu várias estradas que facilitaram a circulação dentro do país. Seu mandato começou bem mas acabou em uma revolução.

Quase 14. Júlio Prestes

Júlio Prestes foi eleito presidente e deveria ter sucedido Washington Luís. Mas, por causa da revolução de 1930, ele nunca chegou a tomar posse.

14. Getúlio Vargas (1930-1945)

Getúlio Vargas

Getúlio Vargas foi o presidente que esteve mais tempo no poder. Ele tomou o poder através da revolução de 1930 e dentro de poucos anos se assumiu como ditador do país, reprimindo a oposição. Ele mudou a Constituição e criou o Estado Novo, com muitos poderes concentrados em si. Apesar de ser ditador, Vargas tomou várias medidas para ganhar o apoio do povo.

15. José Linhares (1945-1946)

José Linhares

José Linhares foi presidente durante apenas 3 meses, entre a queda de Getúlio Vargas e a eleição de Eurico Gaspar Dutra. Ele ficou conhecido por colocar muitas pessoas de sua família no governo.

16. Eurico Gaspar Dutra (1946-1951)

Gaspar Dutra

Dutra foi o primeiro presidente eleito em muito tempo, mas ganhou porque tinha o apoio de Getúlio Vargas. Durante seu ministério, ele procurou desenvolver as infraestruturas essenciais que o país precisava. A primeira Copa do Mundo realizada no Brasil aconteceu durante seu governo, em 1950.

17. Getúlio Vargas (1951-1954)

Getúlio Vargas

Apesar de ter sido ditador, Getúlio Vargas era muito popular e conseguiu ser eleito. Apesar de ganhar democraticamente, seu governo foi marcado por muita controvérsia e muita pressão para se demitir. O "reinado de Vargas" terminou abruptamente quando ele se suicidou.

18. Café Filho (1954-1955)

Café Filho

Café Filho tinha sido vice-presidente e sucedeu Getúlio Vargas até a realização de novas eleições. Seu governo não durou muito, porque ficou doente e teve de ser afastado.

19. Carlos Luz (1955)

Carlos Luz

Carlos Luz foi o presidente que durou menos tempo no governo: 3 dias. Ele foi forçado a deixar o posto por suspeita de não querer entregar o governo ao novo presidente eleito – Kubitschek.

20. Nereu Ramos (1955-1956)

Nereu Ramos

Nereu Ramos foi presidente durante menos de 3 meses, até a tomada de posse de Kubitschek. Seu governo curto foi marcado pelo caos que ainda se sentia por causa do suicídio de Vargas.

21. Juscelino Kubitschek (1956-1961)

Jucelino Kubitschek

Jucelino Kubitschek apostou muito no fortalecimento da economia do Brasil. Ele fez muitos investimentos mas também acumulou muitas dívidas. Mas o maior feito do governo de Kubitschek foi a construção de Brasília.

22. Jânio Quadros (1961)

Jânio Quadros

Jânio Quadros herdou de Kubitschek uma grande crise econômica, que ele não conseguiu resolver. Por causa de sua política neutra na Guerra Fria, negociando livremente com países capitalistas e comunistas, ele foi acusado de apoiar o comunismo. Jânio Quadros ficou sem apoio político e se demitiu depois de 7 meses.

23. Ranieri Mazzilli (1961)

Ranieri Mazzilli

Mazzilli assumiu a presidência durante apenas 13 dias, entre a renúncia de Quadros e a volta do vice-presidente João Goulart, que estava em outro país.

24. João Goulart (1961-1964)

João Goulart

O governo de João Goulart foi marcado por muita instabilidade política e econômica. Seus planos de reforma do país não foram bem acolhidos e ele foi acusado de tentar criar um regime comunista no Brasil. Em 1964, aconteceu um golpe militar e Goulart fugiu, abandonando a presidência.

25. Ranieri Mazzilli (1964)

Ranieri Mazzilli

Mais uma vez, Mazzilli assumiu a presidência por 13 dias, enquanto a nova ditadura militar escolhia um presidente.

26. Humberto Castelo Branco (1964-1967)

Castelo Branco

O governo de Castelo Branco marcou o início da ditadura militar no Brasil, que durou até 1985. Ele mudou a Constituição, fechou o Congresso Nacional e instaurou a censura à imprensa. Além disso, Castelo Branco aboliu todos os partidos políticos, exceto dois favoráveis ao regime, e tirou o voto das mãos do povo.

27. Artur da Costa e Silva (1967-1969)

Costa e Silva

Costa e Silva aumentou a repressão à oposição e concentrou muitos poderes em si. Ele reduziu ainda mais a democracia e legalizou a perseguição política, retirando vários direitos a quem fosse uma ameaça ao seu poder. A presidência de Costa e Silva terminou quando ele teve um derrame cerebral.

27.2. Aurélio de Lira Tavares, Augusto Rademaker e Márcio de Sousa Melo (1969)

A doença do presidente Costa e Silva foi súbita e o regime levou algum tempo a se reorganizar. Durante dois meses, o Brasil foi governado por uma junta provisória, até o regime militar estar pronto para empossar um novo presidente.

28. Emílio Garrastazu Médici (1969-1974)

Garrastazu Médici

O governo de Emílio Garrastazu Médici ficou conhecido pelo “milagre brasileiro”. A economia do país cresceu muito e as condições de vida da população melhoraram. Mas seu governo também foi marcado pela repressão violenta e a tortura de opositores.

29. Ernesto Geisel (1974-1979)

Ernesto Geisel

Ernesto Geisel prometia, aos poucos, tornar o Brasil mais democrático durante seu governo. Mas, apesar disso, ele continuou a reprimir a oposição e a tortura de presos políticos gerou muito escândalo. Suas políticas evitaram o colapso da economia brasileira mas deixaram o país com grandes dívidas.

30. João Figueiredo (1979-1985)

João Figueiredo

O governo de João Figueiredo marcou uma abertura muito maior à democracia. Ele permitiu a existência de mais de 2 partidos e permitiu eleições um pouco mais livres. Seu governo também modernizou muito a agricultura do país. Ele foi o último presidente do regime militar.

Quase 31. Tancredo Neves

Tancredo Neves, do partido de oposição a João Figueiredo, ganhou as eleições de 1985 mas adoeceu subitamente e morreu sem tomar posse.

31. José Sarney (1985-1990)

José Sarney

Imagem de: Palácio do Planalto

José Sarney, o vice-presidente de Tancredo Neves, tomou posse e governou em seu lugar. Ele restabeleceu a democracia, aprovando uma nova Constituição, realizando eleições diretas e acabando com a repressão política. Mas, na economia, a inflação ficou descontrolada.

32. Fernando Collor de Mello (1990-1992)

Collor de Mello

Imagem de: Agência Brasil / EBC

Collor foi o presidente mais jovem do Brasil e o 1º presidente eleito por eleições diretas em 40 anos. Seu governo foi marcado por políticas econômicas controversas, que não conseguiram travar a inflação descontrolada. Em 1992, ele renunciou ao mandato após ser afastado da presidência por um processo de impeachment, por envolvimento em corrupção.

33. Itamar Franco (1992-1995)

Itamar Franco

Imagem de: Radiobrás

Sendo o vice-presidente, Itamar Franco assumiu a presidência quando Collor foi afastado. Depois de algumas tentativas falhadas para restaurar a economia, ele criou o Plano Real, que foi articulado pelo então Ministro da Fazenda e que viria a se tornar o próximo presidente da República: Fernando Henrique Cardoso. O Plano Real resolveu a crise de inflação, que atormentava as famílias brasileiras há uns bons anos.

34. Fernando Henrique Cardoso (1995-2003)

Fernando Henrique Cardoso

Imagem de: Agência Brasil

Fernando Henrique Cardoso foi o primeiro presidente a servir por dois mandatos seguidos. Ele assumiu a presidência impulsionado pelo seu desempenho como ministro de Itamar e pelo sucesso do Plano Real.

O governo de FHC ficou marcado sobretudo pela adoção de uma política neoliberal na economia, com privatizações de estatais, a continuação do combate à inflação e a manutenção da estabilidade econômica. Um fato marcante do seu primeiro mandato foi a aprovação de uma emenda constitucional que instituiu a reeleição de prefeitos, governadores e presidente.

35. Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011)

Lula da Silva

Imagem de: Ricardo Stuckert/Presidência da República

Lula, o primeiro presidente de esquerda da história do Brasil, foi o mandatário mais bem avaliado após a redemocratização. Sua popularidade adquirida já no primeiro mandato impulsionou sua reeleição em 2006 e a eleição de sua sucessora e então ministra Dilma Rousseff.

Seus dois governos foram marcados pelo elevado crescimento econômico (decorrente sobretudo do chamado boom das commodities), pelo combate à pobreza e à desigualdade social Suas políticas diminuíram e pela manutenção da estabilidade da economia.

A principal crise de seu governo foi o esquema de compra de apoio político no Congresso conhecido como Mensalão.

36. Dilma Rousseff (2011-2016)

Dilma Rousseff

Imagem de: Palácio do Planalto

Dilma Rousseff foi a primeira mulher a se tornar presidente (ou “presidenta”) do Brasil. Foi reeleita em 2014, sendo destituída do cargo por um processo de impeachment em 2016.

Ela deu prosseguimento às políticas sociais que marcaram o governo Lula, mas principalmente a partir de 2014, quando o país entrou numa grave crise econômica, rapidamente perdeu popularidade. Seu governo organizou a Copa do mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

37. Michel Temer (2016-2019)

Michel Temer

Imagem de: Beto Barata/PR

Como vice-presidente de Dilma Rousseff, Temer assumiu o poder quando ela foi afastada em 2016. Seu governo foi marcado pela aplicação de um receituário econômico de perfil neoliberal e pelo ajuste das contas púlbicas.

Dentre as ações mais importantes do governo Michel Temer, estão a aprovação da Reforma Trabalhista (que alterou vários pontos da CLT), o projeto de lei da terceirização (que liberou a terceirização para todas as atividades das empresas) e da PEC do Teto, que congelou os gastos públicos por 20 anos.

38. Jair Bolsonaro (2019 - até o presente)

Jair Bolsonaro

Bolsonaro se tornou popular por causa de seu discurso radical contra a corrupção e a criminalidade crescentes no Brasil. Foi eleito com 57,7 milhões de votos com uma campanha focada sobretudo nas redes sociais. No campo econômico, havia a promessa de reduzir o tamanho do Estado e fazer reformas de caráter liberal na economia. Do ponto de vista dos costumes, adotou uma pauta conservadora.

Desde o início, um dos objetivos mais importantes de seu governo era a aprovação da Reforma da Previdência, cuja votação foi concluída no Senado Federal no final do primeiro ano de mandato.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Pandemia do Coronavírus e os Oportunismos


Essa pandemia veio para escancarar o que alguns ditos humanos têm de pior que nem as máscaras conseguem esconder. Digo do mau caratismo, recheado de egoísmo, falsidade ideológica, cinismo, interesses espúrios, perversidade, cegueira mental, corrupção, e tudo mais que torna nossa espécie mais maléfica que o próprio vírus. Se no começo da humanidade foi a união dos mais inteligentes, chamados de Homo sapiens, que nos permitiu chegar até aqui, o que vemos agora é essa inteligência voltada para o mal e destruição do homem no planeta terra. É sabido, no estudo da Evolução das Espécies, que os mais fortes se adaptam melhor e sobrevivem às mudanças ambientais. E eu pergunto: quem sobreviverá a essa guerra biológica? Com certeza os vírus.

Ideia por ideia não leva a nada. Uma ideia tem que provar sua utilidade. Imagine um engenheiro ter
uma ideia para construir uma ponte. Por mais maravilhosa que possa parecer, essa ideia tem que provar sua utilidade e se a ponte não vai desabar.
A tecnologia nasceu das ideias. Para um simples controle remoto que liga sua televisão o idealizador tem que ter conhecimento de luz infravermelho como base e daí saber como codificar e decodificar na TV. Assim também é a Ciência. Para se comprovar uma hipótese, que nasce de uma ideia, antes de mais nada o cientista tem que ter conhecimento do assunto, fazer experiências, testar muito até poder comprovar sua eficácia. E mesmo assim ainda pode melhorar com o tempo.
Filosofar é muito bom, mas os pensadores não precisam provar se estão certos ou não, imaginam o que pode ser, se Deus existe ou não, de onde viemos e para onde vamos etc. Nada contra pensar, pelo contrário, pensar desenvolve a inteligência, mas para pensar é preciso ter conhecimento do que está pensando. Por isto, antes de ter a ideia de se precipitar em levantar panfletos a respeito de algo tipo "VACINA JÁ", vão ler para ter conhecimento do que é preciso para por uma vacina em prática. Desde a fabricação e aprovação da vacina em si até a fabricação de frasquinhos, tampinhas, seringas, agulhas, transportes das vacinas , conservação e etc. Em quantidades que atenda a bilhões de pessoas. Vejo pessoas que por motivo politicos se arvoram a criticar exigindo "vacina para todos". Será que não têm conhecimento que somos mais de 220 milhões de brasileiros? Ou esquecem do resto do mundo com 7 bilhões habitantes.
A principal preocupação da população mundial é qual o impacto que a nova variante terá na produção de vacinas contra a Covid-19.
Entre as dificuldades para desenvolver uma nova vacina estão vírus que evoluem muito rapidamente, ou seja, sofrem mutações frequentes, até de uma geração para outra. Então, um imunizante que serve para uma delas não vai servir para a próxima; os micro-organismos andam mais rápidos na corrida com os cientistas. Diante desta realidade, o mais sensato é, juntamente com a vacina, encontrar uma forma de tratamento que comprove a eficácia contra a doença causada pelo novo Coronavírus. Mas para isso é necessário bom senso e união.






terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Curiosodades sobre D. Pedro ll

O Império das Américas D. PEDRO II E A ESCRAVA EVA Numa viagem ao interior de Minas, o Imperador observou, no meio de uma multidão compacta, uma negra que fazia grande esforço para se aproximar dele, mas as pessoas à sua volta procuravam impedi-la. Compadecido, ordenou que a deixassem aproximar-se. — Meu senhor, eu sou Eva, uma escrava fugida, e venho pedir a Vossa Majestade a minha liberdade. O Imperador mandou tomar as notas necessárias, e prometeu dar-lhe a liberdade quando regressasse. E efetivamente entregou à cativa o documento de alforria. Algum tempo depois, indo a uma das janelas do Palácio se São Cristóvão, viu um guarda tentando impedir que uma preta velha entrasse. Sua memória prodigiosa reconheceu imediatamente a ex-escrava de minas, e ele ordenou: — Entre aqui, Eva! A preta precipitou-se porta adentro, e entregou ao seu protetor um saco de abacaxis, colhidos na roça que plantara depois da liberdade. Conheça o nosso canal no Youtube: goo.gl/GKc7A3 – Baseado em trecho do livro “Revivendo o Brasil-Império”, de Leopoldo Bibiano Xavier. FONTE: IGNÁCIO MOURA E JUSTINO BARROSO — Um Grande Brasileiro — Pap. Americana, Belém, 1925, 172 p

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Poema para o Futuro

Há poesias e poesias. Algumas surgem no pensamento aleatoriamente sem que saibamos o porquê, expressando um sentimento vinda do subconsciente. E aí, se é um desabafo nota-se nos seus versos.
Outras surgem de um sentimento consciente, muito presente que nos acompanha a todo momento, e nos impulsiona a escrever. Um dos sentimentos que mais me acompanha é o que me dá a sensação de perda num possível futuro.

Daí nasceu esse Poema pensando na liquidez da vida.

Poema para o Futuro

Quando a saudade se antecipa
é como sentir o ainda não acontecido
futuro no presente.
Um sentimento de ausência precoce
em relação a um tempo em que não estaremos.
Ou de que estaremos no vazio do que irá.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Sugestionabilidade e o novo Covid


Vamos falar de Sugestionabilidade.
Por que será que os marqueteiros têm tanto êxito nas vendas de certos produtos?
A dúvida, a insegurança, o medo, a incapacidade de pensar e refletir, é um terreno fértil para quem sabe usar do poder da indução, da sugestão, que invadem mentes acomodadas, que aceitam o que lhe é sugerido, muitas vezes sem contestar. A chamada preguiça mental.
Nas diversas áreas temos profissionais com esse intuito. Na mídia, na ciência, na política, na religião, indústrias. São mentores prontos para enganar os sugestionáveis, que não sabem discernir ou não tentam, já que mudanças assustam e as pessoas se adaptam às suas situações. É a chamada síndrome de Estocolmo em que a vítima desenvolve emoções positivas em relação aos seus captores. Vejamos o exemplo dos petistas radicais. Não adianta tentar dissuadi-lo do contrário mesmo mostrando provas. É uma espécie de hipnose.
Estamos vivendo um momento de dúvidas e medo não só no plano da política e economia como da ciência, se tomarmos como exemplo essa pandemia do Coronavírus. Os oportunistas e egoístas de plantão se apoderam da situação para tirar vantagens, deturpando a realidade. Uns acham que o vírus é perigoso, outros que nem tanto; que tal remédio cura, outros dizem não ter provas; que a quarentena e o afastamento social é importante, outros dizem que prejudicial etc. E tudo isso gera medo, e as pessoas acabam por seguir orientações nem sempre benéficas. Sem falar que algumas começam a sentir sintomas autossugestionados, relacionado com a doença. Psicologicamente falando, a sugestionabilidade pode levar alguém a seguir um comando alheio, e, no mundo midiático de hoje isso é muito comum. Daí o perigo da manipulação. Em outras épocas o mundo passou por muitas pandemias, guerras bélicas e com ameaças atômicas, mas não havia esta globalização e esse globalismo atual, o que torna essa pandemia com o novo Vírus  mais preocupante.

Dia Nacional do Livro Didático - 27 de fevereiro

Doação do Livro A REBELIÃO DO MELÃO AMARELÃO E SEUS AMIGOS - AUTORA DARCY NOGUEIRA BRITO - COM A COLABORAÇÃO DE ROBERTO LEAL - HOMENAG...