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domingo, 6 de novembro de 2016
LER: DIREITO DE TODOS - UBESC União Baiana de Escritores
Livros com preços especiais, sessão de autógrafos e um espaço de cultura e lazer, preparado especialmente para debater a importância da leitura.
A União Baiana de Escritores (UBESC) participa do VII edição do seminário, LER: DIREITO DE TODOS, realizado pela Rede de Bibliotecas Comunitárias de Salvador (RBCS), que acontece no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, na Praça Thomé de Souza, nos dias 8 e 9 de novembro. A programação, que pode ser acessada no blog: http://seminariorbcs.blogspot.com.br/, na terça-feira (8), ocorrerá das 14h às 17h30 e na quarta (9), das 8h às 17h30.
Para o seminário, a UBESC fará uma exposição da Revista Òmnira e de livros de autores baianos como Roberto Leal, Valdeck Almeida de Jesus; Morgana Gazel, Germano Machado, Manoel Porto Lima, Palmira Heine, Carlos Souza Yeshua, Terezinha Passos, entre muitos outros. A poesia cria asas, do Grupo Ágape e livros e revistas do Movimento Cultural Artpoesia também estarão à disposição dos leitores.
O VII seminário “Ler: Direito de todos” tem por finalidades discutir políticas públicas do livro, da leitura e da biblioteca no município, ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas pelas Bibliotecas Comunitárias articuladas em Rede, agregar parceiros para fortalecer a luta por uma Política Pública do Livro, da Leitura e da Biblioteca para a cidade de Salvador.
O evento é promovido pela Rede de Bibliotecas Comunitárias de Salvador (RBCS), responsável por articular 14 Bibliotecas Comunitárias sediadas em diferentes bairros da capital baiana, voltadas para a democratização do acesso ao livro e à formação de leitores.
SERVIÇO:
O quê: VII seminário Ler: direito de todos
Onde: Centro de Cultura da Câmara Municipal de Vereadores de Salvador (Praça Tomé de Souza s/n, centro) - Salvador / BA.
Quando: Dia 08/11 das 14h ás 17h30 e dia 09/11, das 8h ás 17h30.
Inscrições: Gratuitas - http://seminariorbcs.blogspot.com.br/
Informações: 71 98600-2365
Poema Brasil
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| Foto divulgação - Google |
Berço esplêndido assaltado
Por menores armados
Onde filhos teus fogem à luta
E sucumbem na labuta
Apagando um sonho intenso
E um raio vívido
De um futuro que já não espelha
Tua grandeza de amor e esperança
Em teus campos que não têm mais flores
Esmagados por tratores
Darcy Brito
http://www.recantodasletras.com.br/
Conheça casas de Salvador que chamam atenção por sua arquitetura marcante
Fonte: Reprodução: Correio 24h
Se você já passou pela orla da Ribeira, com certeza viu um casarão com gradil de ferro e deve ter admirado. O que talvez não saiba é que a mansão se chama Solar Amado Bahia, pertenceu à família de mesmo nome e foi inaugurada em 1904. Essa é apenas uma das construções espalhadas pela cidade que se destacam, seja pela imponência, pela riqueza arquitetônica ou pelo valor histórico.
Se você já passou pela orla da Ribeira, com certeza viu um casarão com gradil de ferro e deve ter admirado. O que talvez não saiba é que a mansão se chama Solar Amado Bahia, pertenceu à família de mesmo nome e foi inaugurada em 1904. Essa é apenas uma das construções espalhadas pela cidade que se destacam, seja pela imponência, pela riqueza arquitetônica ou pelo valor histórico.
O BAZAR foi atrás das histórias de algumas dessas casas e mostra de exemplares centenários a mais recentes. Além da residência do Coronel Amado Bahia, tem a morada do jornalista Odorico Tavares na Barra, o Restaurante Coati, na Ladeira da Misericórdia, e uma casa no condomínio Alphaville, exemplo da arquitetura contemporânea. Pode entrar, a casa é sua.
| O Solar Amado Bahia é sede da Associação de Empregados do Comércio da Bahia, que colocou o prédio para aluguel (Foto: Arquivo CORREIO) |
Solar Amado Bahia
História
O casarão na Ribeira foi inaugurado em 1904 para o casamento de duas filhas de Francisco Amado Bahia, comerciante de carnes que viveu lá com sua família até morrer, em 1924.
Construção
A casa é envolvida em ferro fundido, importado da Inglaterra. Os vidros das portas e janelas são franceses, estilo art noveau. O pé direito é de 4 metros, a planta é colonial e a casa tem um falso porão que serve de respirador, impedindo infiltração. As paredes e o teto são pintados à mão. Em algumas foi usada uma técnica conhecida como escaiola, que imita mármore. “Ela foi a primeira casa a ter luz de carbureto no estado, numa época em que não havia eletricidade”, destaca a graduanda em Arquitetura Karine Mamona Queiroz, que estuda a mansão.
Doação
Em 1949, o Solar foi doado à Associação de Empregados do Comércio da Bahia, que funciona lá. O prédio e seu mobiliário foram tombados pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Aluguel: cerca de R$ 20 mil.
| Assinado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, em argamassa armada, o complexo foi parte de um projeto de revitalização do Centro Histórico (Foto: Angeluci Figueiredo) |
Restaurante Coati
História
Construído em 1987, com projeto da arquiteta italiana Lina Bo Bardi, a convite do então prefeito Mário Kertész, como parte de um projeto de revitalização do Centro Histórico. É gerido pela Fundação Gregório de Matos.
Arquitetura
Se destaca pelo uso de argamassa armada, feita por Lelé, arquiteto da Rede Sarah e das secretarias do CAB. “O desenho é diferenciado. Linhas orgânicas envolvem uma árvore e as janelas são buracos”, conta Renato Anelli, diretor do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi.
Atualmente
Rola uma ocupação artística. “O projeto busca encontrar locais interessantes e em desuso”, diz Mayra Lins, uma das curadoras. Há exposição, palestras e oficinas até a primeira semana de junho, de terça a domingo, das 15h às 19h.
| A construção de Diógenes Rebouças sobrevive em meio aos prédios que ocupam o Morro do Ipiranga, na Barra (Foto: Angeluci Figueiredo) |
Casa de Odorico
História
Construída em 1956, tem projeto do arquiteto Diógenes Rebouças e serviu de moradia para o jornalista e colecionador de artes Odorico Tavares.
Arquitetura
Fica no Morro do Ipiranga, na Barra, região onde morava a elite baiana nos anos 1950. Tem fachada simples e cresce para baixo em três pavimentos por estar em região de declive. “Apresenta venezianas de madeira e pastilhas, o que era comum na década e faz referência à arquitetura colonial, com uso de telha cerâmica”, explica Nivaldo Andrade, professor da faculdade de Arquitetura da Ufba. A sala principal tem pé direito duplo.
Situação
A casa ainda pertence à família e a região é ocupada por condomínios de prédios de apartamentos.
| A excêntrica Casa Fusão foi inspirada em uma escultura e revela a ideia da arquitetura moderna de tentar quebrar com o rigor (Foto: Nivaldo Andrade/Divulgação) |
Casa Fusão
História
A casa foi concluída em 2010 e tem esse nome por ser inspirada em uma escultura. “É um elemento que atravessa outro elemento”, diz Nivaldo sobre o conceito.
Arquitetura
“Ela chama atenção por sua singularidade. De ortogonal (ângulos retos) ela não tem nada. Tem caixas tortas, janelas recortadas de forma irregular e algumas partes em balanço (sem apoio)”, explica. A arquiteta Naia Alban, responsável pelo projeto, usou no acabamento materiais como pedra, concreto, aço, madeira e porcelanato.
Quebra
Nivaldo conta que a construção reflete o momento da arquitetura. “Desde os anos 1980, há uma crítica ao rigor e se busca a ironia e a pluralidade”, finaliza.
Reprodução: Correio 24h
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
A nova geração agradece
A internet é um dos grandes legados que nos permite acompanhar a história contemporânea em tempo real ou armazenado, sem as manipulações a que estávamos submetidos através dos jornais, revistas e dos livros didáticos de antigamente, que obedeciam a interesses dos que detinham o poder. O ensino de História e Sociologia terá que se adequar às mudanças a que o mundo está submetido. Não tem cabimento querer impor ideologias diante uma realidade conectada em redes sociais. Nunca tantos puderam vivenciar tanto o que acontece pelos quatro cantos do planeta. Hoje o mundo está mais transparente, um turbilhão de informações se apresentam a toda hora, e qualquer distorção dos fatos que queiram impor é logo questionado, graças ao acesso rápido à verdadeira fonte, através das buscas nos meios de comunicação via internet. E a nova geração agradece, pois o mal conhecimento da história dificulta a compreensão das pessoas no que diz respeito à sua identidade, civilidade e aceitação das diferenças no meio sociocultural em que vivem.
Só lamento pelos que mancharam sua história e deixaram registros que, com certeza, irão envergonhar seus netos e bisnetos no futuro.
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
A geração do desapego
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| Foto Google |
sábado, 15 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Conversa desconectada. Conto.
- Ôpa, Didi, tudo bem? E aquela "mina"? bom gosto, viu!
- Fala baixo, alguém pode ouvir.
- Você se expõe e eu é que tenho que falar baixo?
- Como você me viu?
- Seguindo você.
- Não sabia que você me seguia!
- Eu só? Pelo que sei, eu e toda a torcida do Flamengo!
- Só se foi levada por você, seu malandro. Onde você me viu, seu mentiroso?
- Onde mais poderia ser, véio? No instagram.
- Não disse? É mentira, nunca fui nisso.
- Como, nunca foi? Só conheço um "Didi da esquina" que por onde vai, põe a camisa do flamengo, você., que neste momento veste uma.
- Sei, mas não costumo usar essa camisa chamativa nessas investidas. Sou burro não, amigo. E pare de me seguir.
- Então, de quem é esta foto com essa barrigona, vestindo uma camisa do flamengo, abraçado com essa gata, no perfil de "Didi da esquina", aqui no Instagram?
- Tá doido? Você me segue e ainda tira minha foto pelo celular? Ainda bem que não mostrou minha cara. Não lembro dessa dona nem desse lugar. Insta... quê? Você quer me prejudicar, companheiro? Pare de me seguir de hoje em diante. Agora mesmo deve estar me seguindo pensando que vou fazer bobagens. Cuide da sua vida.
-Vixe, amigo véio, você não sabe o que é Instagram? Então, tem gente se escondendo atrás de você.
- Atrás de mim? Não foi você quem tirou a foto?
- Claro que não. Acho que tem um "Didi da esquina" me seguindo, vou descobrir quem é.
- Mas não é você quem está me seguindo?
- Era, mas não é você. Tchau, seu bobo desconectado!
- Eu hein! Conversa mais doida.
Todos os créditos para a autora Darcy Brito
Todos os créditos para a autora Darcy Brito
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