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terça-feira, 23 de junho de 2026

Para onde nos leva este mundo flutuante

 PARA ONDE NOS LEVA ESTE MUNDO FLUTUANTE?


Neste contexto atual do efêmero, do passageiro, onde nada mais é sólido nem permanente, contrariandoo o que é básico na existência humana, "o que fica e o que passa", estamos perdendo a nossa identidade, que sem dúvida, está nas origens da cultura da humanidade. Mas o pior é que perdendo os valores básicos perdemos também o que consideramos essencial para a convivência entre as pessoas na sociedade.

Hoje em dia a mentira, a injustiça a falta de solidariedade, o individualismo, e a mercantilização do ser, que valoriza mais o ter, estão obscurecendo tudo aquilo que antes nos dava segurança. Estamos flutuando na nuvem tecnológica, e, como toda nuvem, está sempre mudando de forma e lugar. E o que devemos fazer para resgatar o alicerce que está também ruindo? Apelar para a cultura talvez fosse a saída, se ela também não estivesse abalada, mal interpretada, usada como propaganda para obtenção de poder, e descartada como mercadoria de 1,99. Vimos, há pouco, que o primeiro pensamento da Ministra da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, recém nomeada, foi o de querer banir a obra de Monteiro Lobato, que retrata a cultura da época, por considerá-la racista. Este exemplo pode parecer fora do contexto, mas não está. É a cultura que nos torna humanos, pois nascemos frágeis e dependentes dela, a fim de sobrevivermos no meio em que nos criamos. Para compreendermos os dias atuais é necessário estudar o passado e não solapá-los.

Não sei se ainda é de interesse nosso resgatar o que essa sociedade flutuante está demolindo. Se for, temos que dá início ao processo. Ou, então, abrir mão e partir para traçar outro destino, que nos privará do convívio saudável que nos faz solidários e felizes, dentro de um espaço real onde as cidades e as idéias se interligam. A geração de hoje, nascida e criada no intercâmbio das relações virtuais, talvez não perceba, ainda, que sob seus pés as raízes estão se transformando em areia movediça. 


sábado, 18 de abril de 2026

Bienal do Livro da Bahia

 DARCY BRITO NA BIENAL DO LIVRO


A professora e escritora Darcy Brito participou  da Bienal  do Livro  da Bahia no  Centro de Convençoēs que recebeu um grande número de visitantes.



Ela aí na Aza B,  no stand da Leia Mais, que é uma empresa paulista especialista em eventos literários. 
Darcy Brito já tem vários livros publicados e  participou das bienais do Rio de Janeiro e de São Paulo. Entre seus titulos estão o romance de estreia Rainha Sem Faixa, na segunda edição, Os que Desaparecem Nunca Morrem, Os Dois Mundos de Prudêncio, Onde Estou?. Os infanto-juvenil Baú do Vovó Pança e Melão Amarelão; além de participação nas coletâneas de poesias e contos: A Carta que Não Escrevi , Contos de uma Vida e o livro  Poemas do Tempo, este lançado pela Editora Òmnira em Dezembro de 2024.

Para onde nos leva este mundo flutuante

  PARA ONDE NOS LEVA ESTE MUNDO FLUTUANTE? Neste contexto atual do efêmero, do passageiro, onde nada mais é sólido nem permanente, contraria...