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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

O Homem Ideal


 bibliotecadaantroposofia@antroposofy.com.br


O Homem Ideal está além de todas as tendências separatistas, ele busca a fraternidade universal. Possui o sentimento que a essência humana mais profunda tem a mesma origem em todos, além dos interesses separatistas e genéricos.  

HOMEM IDEAL 

Descrevemos as condições sob as quais a evolução da humanidade estava sujeita, desde o repovoamento da Terra durante o período lemurico. Vimos como a natureza anímica humana teve suas fontes em vários seres que, vindos de outros mundos, incorporaram os descendentes de antigos lêmures. A variedade racial é devido a isso. Quando as almas reencarnaram, manifestaram-se todos os tipos de interesses resultantes dos seus karmas. Enquanto isso acontecesse, o ideal de uma "humanidade universal" não poderia existir. O ponto de partida da humanidade foi a união, mas a evolução terrestre levou à diversidade. 

Na figura de Cristo vivem as forças do sublime Ser Solar, e nessas forças é que cada eu humano encontrará sua origem e seu suporte ... Quando o homem começou a entender - em princípio apenas mentalmente - que em Jesus Cristo se manifesta o Homem Ideal, além de todas as tendências separatistas, o cristianismo tornou-se o ideal de uma fraternidade universal. Surgiu o sentimento de que a essência humana mais profunda tem a mesma origem em todos, além dos interesses separatistas e genéricos." 

Rudolf Steiner, A Ciência Oculta

ANTROPOSOFIA (Biblioteca Virtual da Antroposofia)

  1. A passividade mental imposta pela estrutura social contemporânea nos torna vítimas de pensamentos pré- estabelecidos que produzem certos sentimentos induzidos por manipulações e mentiras (fake news) com objetivos específicos. Esta influência tende a atingir pessoas com a vontade mais enfraquecida (EU), que agem como fanáticos pensando e agindo na direção e vetor da egrégora, inconscientemente. Porém, pessoas mais individualizadas, com uma Vontade (EU) mais forte, também podem sucumbir. Neste caso, justificam suas posições com desonestidade intelectual, falsas analogias e simetrias, argumentação conveniente – focal ou genérica (conforme lhes reafirma ou expõe suas incoerências) e mesmo, ataque ao interlocutor.  SOBRE FAKE NEWS E SUA INFLUÊNCIA NA CONSCIÊNCIA INDIVIDUAL E COLETIVA  As emissoras de TV e mídias sociais são grandes formadoras de egrégoras que influenciam fortemente grupos de pessoas a pensar e agir na direção e vetores que as caracterizam.  “Egrégora provém do grego “egrégoroi” e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. É uma força viva e que atua permanentemente na natureza.  São capazes de se desenvolver, ficarem complexas e de se metamorfosearem. Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores e simpatizantes tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias, como um vício.”  A grande questão é que a passividade mental imposta pela estrutura social contemporânea nos torna vítimas de pensamentos pré- estabelecidos que produzem certos sentimentos induzidos por manipulações e mentiras (fake news) com objetivos específicos.  A Vontade (EU) de grande camada da população se tornou tão enfraquecida que não consegue sobrepor tal influência.  Ela pode reverberar sentimentos e impulsos autômatos que eclodem diante da manifestação de tais pensamentos – o gatilho, geralmente, são mais informações pulverizadas nas próprias redes fortalecendo e alicerçando tal influência. Podem se tornar tão intensos que o indivíduo é incapaz de estar em si, ter coerência intelectual ou controle emocional, gerando reações inflamadas sem justificativa ou sensatez.  Esta influência tende a atingir pessoas com a vontade mais enfraquecida (EU), que agem como fanáticos pensando e agindo na direção e vetor da egrégora, inconscientemente. Esse fanatismo pode levá-los à crença cega, que irá defender com unhas e dentes, mesmo diante de quaisquer inconsistências ou inverdades comprovadas. Podendo levá-los a atos de violência, inclusive a tentativa de eliminar aquilo ou aqueles que confrontam suas ideias (que na verdade não são suas).  Porém, pessoas mais individualizadas, com uma Vontade (EU) mais forte, também podem sucumbir. Neste caso, justificam suas posições com desonestidade intelectual, falsas analogias e simetrias, argumentação conveniente – focal ou genérica (conforme lhes reafirma ou expõe suas incoerências) e mesmo, ataque ao interlocutor. Por não estarem completamente inconscientes (como no caso do fanático), esse aspecto revela uma conexão com uma moralidade inferior, pois têm consciência das inconsistências ideológicas que estão abraçando porém estão defendendo o próprio ego e interesses pessoais – diretos ou indiretos, inclusive podendo relativizar o mal.  Por isso as “fake news” não são mentirinhas inocentes nem mesmo liberdade de expressão, pois têm efeitos malignos direto no âmbito da consciência individual e coletiva, inclusive no caminho evolutivo da Humanidade. Tanto o subjugar da consciência individual no fanático, quanto a imoralidade abraçada pelos mais individualizados são correntes que distoam do Impulso da Liberdade e do Amor, o caminho para a Décima Hierarquia.  Leonardo Maia

sábado, 1 de janeiro de 2022

Marcas do que se foi - Letra e video



"Vamos saber um pouco sobre a história da música que virou um clássico sendo um verdadeiro hino do Reveillon cantado de norte a sul do Brasil chamado “Marcas do que se foi”. Acreditem... A canção foi encomendada pelo Governo Federal em 1976, que tinha na Presidência do Brasil, o General Ernesto Geisel, que contratou uma produtora de jingles para fazer uma mensagem de fim de ano e veicular nas rádios e televisão. A produtora na época fechou com os compositores Ruy Maurity, Tavito e Paulo Sérgio Valle para compor este clássico que foi gravado pelo grupo Os Incríveis no final de 1976. A canção já foi regravada em vários idiomas, no Brasil já foi gravada por The Fevers, Nenhum de Nós, Roupa Nova, Thiaguinho, Zezé Di Camargo & Luciano, Don & Ravel, Charlie Brown Jr, Sambô, Padre Marcelo Rossi e vários outros artistas. Vamos ouvir a versão original gravada pela primeira vez com Os Incríveis, lançado no álbum “Trabalho e Paz”, feito especialmente para a Presidência da República, em 1976. Então, um Feliz Ano Novo a todos e vamos entoar esta mensagem de alegria, paz e fé unida com esperança de futuro melhor em "Marcas do que se foi". Confira: fonte: Google

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Como me esquecer daquele Natal - Coletânea de Contos de Natal - Volume ll - (Planeta Azul Editora)


 

Um Natal Vazio.

Participação da autora - Darcy Brito

 

Dizem que uma Árvore de Natal tem que contar uma história. Sabendo disso sempre guardo os enfeites e penduricalhos natalinos da minha Árvore de um ano para outro. Alguns deles ainda do tempo em que as bolinhas coloridas eram de material quebrável. Guardo enfeites comprados de diversas lojas, inclusive da saudosa loja Mesbla. Também guardo os comprados nas viagens por onde andei. Mas ao falar de Natal prefiro lembrar dos idos da minha infância, ainda garota, vendo minha mãe armando a árvore dela feita de sisal ou corda desfiada tingida de verde. Não se comprava árvores prontas como as de hoje em dia. A meninada corria para ajudar,  e, muitas vezes, por descuido, deixava cair no chão um enfeite que se quebrava. Não tinha iluminação com lâmpadas coloridas e sim pequenas velas presas nas pontas dos galhos, o que exigia muito cuidado para não incendiar. Depois de armada, a árvore era colocada no meio de uma mesa onde iriam ficar as guloseimas da ceia de Natal. Era uma festa ao som das músicas natalinas que vinha das rádios. Mas, à medida em que os hábitos foram mudando, o que era encantamento ficou guardado no baú da vida. Natais alegres com histórias fantasiosas de Papai Noel distribuindo presentinhos a crianças vive na minha lembrança.  Uma das lembranças que sempre  me vem à mente é a de Bil, um garotinho bem pobre,  que ganhou de minha mãe uma camisa e um short novo, espiando a festa escondido numa escadinha, que dava para uma baixada da casinha dele, no dia de Natal. Chamamos para participar da festa mas ele se recusou  porque estava descalço, pois o único presente que tinha ganhado foi aquela roupinha nova. Nunca esqueci essa imagem dele, sorrindo e escondendo os pés nos degraus ... "Papai Noel esqueceu dos  sapatos", disse ele.

Porém, Natal marcante mesmo foi o do ano de 2020, quando todo o mundo se viu impedido de se abraçar e beijar por causa da pandemia do pior vírus dos últimos tempos. O Corona Vírus Chinês. Contemplei minha árvore embalada com seus penduricalhos ensacados e me perguntei... Como armar e enfeitar uma árvore sem o calor humano dos que costumavam se reunir trocando abraços e presentes aqui em casa? De que vale tirar fotos com mesas sem as guloseimas natalinas, peru enfeitado com nozes e passas? Para mostrar o vazio no Instagram? Acho que nem Papai Noel se arriscou tirar as costumeiras fotos nos shoppings . Esse dilema me acompanhou durante duas semanas antes do Natal. A sensação era de vazio.  Todas as notícias eram de um Natal sem precedentes com mil recomendações de distanciamentos. Decidi que não iria comemorar. Mas,  os inconformados com a situação me levaram para curtir um Natal de mascarados onde apenas cinco pessoas da família comemoraram com o devido distanciamento protocolar. Busquei dentro de mim o melhor sorriso que consegui para desejar a todos um próximo Feliz Natal.

Gostaria de relembrar muito mais episódios felizes, mas não quero regar com lágrimas este texto na esperança que tudo venha a melhorar nos próximos anos; afinal, meu futuro está muito menor que o meu passado. Espero que este ano, em que estou escrevendo essas lembranças, Um Natal Vazio, eu possa  iluminar minha árvore com todos os seus enfeites e brilho das lâmpadas coloridas, e que "Papai Noel traga a felicidade pra nos dar". afinal nunca devemos parar de conjugar o verbo esperançar, pois é isto que faz a vida seguir em frente.


UM FELIZ NATAL A TODOS E UM ANO DE 2022  BEM MAIS ALEGRE.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Marxismo Cultural


 A ordem é desconstruir cidadãos, enfraquecer o raciocínio e facilitar a dominação. Já estamos vendo:

Linguagem? (Todes)Sexo ?(nem menino nem menina)Família?(O Estado ditando as regras)Ensino nas escolas? (só doutrinação)Justiça?( corrupção não é crime)

Opinião? (censurada)


Se nada for feito mergulharemos no abismo do marxismo cultural.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

20 de Outubro - Dia do Poeta


 20 de outubro – Dia do Poeta Celebrado em 20 de outubro, o Dia do Poeta foi criado em razão do Movimento Poético Nacional, que surgiu na mesma data, em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia. Menotti Del Picchia (1892-1988) (foto) foi um poeta, romancista, ensaísta, cronista, jornalista, advogado e político brasileiro. Foi ativista do Modernismo, mas sua obra mais marcante é o poema “Juca Mulato”, em que a temática é o caboclo, o maior traço do Pré-Modernismo.

Pensamento Poético de Rabindranath Tagore.

 Rabindranath Tagore, poeta indiano, Nobel de Literatura:  “Se você chorar porque o sol se foi, as lágrimas não vão deixar você ver as estre...