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segunda-feira, 5 de março de 2018

O que existiria antes do Big Bang?


http://www.jb.com.br/


Hawking comenta sobre o que existiria antes do Big Bang





O físico britânico Stephen Hawking respondeu no programa StarTalk a um enigma que tem agitado os cientistas há muitos séculos. O que existia antes do Big Bang e do aparecimento do universo?
Eventos antes do Big Bang não são definidos", disse Hawking
A resposta de Hawking se baseia em uma teoria conhecida como "proposta sem limites".
"A condição das fronteiras do universo… é que não tem fronteiras", disse o britânico a Neil deGrasse Tyson, o apresentador do programa e também um astrofísico conhecido.

Eventos antes do Big Bang não são definidos", disse Hawking
Como se sabe agora, o universo está constantemente se expandindo. À medida que retrocedemos no tempo, o universo se contrai e, há cerca de 13, 8 bilhões de anos, todo o universo se reduzia ao tamanho de apenas um átomo, explicou Hawking.
Esta bola subatômica é conhecida como singularidade. Neste ponto extremamente pequeno e massivamente denso de calor e energia, as leis da física e do tempo deixam de funcionar da maneira como as conhecemos.
Em outras palavras, o tempo como o entendemos literalmente não existia antes de o universo começar a se expandir. Pelo contrário, a flecha do tempo se contrai infinitamente à medida que o universo se torna cada vez menor e nunca alcança um ponto de partida claro.
"Os eventos antes do Big Bang simplesmente não são definidos, porque não tem como medir o que aconteceu com eles. Como os eventos anteriores ao Big Bang não têm consequências observacionais, pode-se cortá-los da teoria e dizer que o tempo começou no Big Bang", concluiu o físico, citado pelo portal Live Science.
Não é a primeira vez que Hawking discute essa teoria. Anteriormente, ele já fizera palestras sobre o assunto em um documentário publicado no YouTube.
>> Sputnik

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Comportamento gay em aves



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Um estudo sobre os efeitos do metilmercúrio num grupo de aves, a íbis branca, (foto), comprovou que os machos expostos a este elemento tiveram mais relações com indivíduos do mesmo sexo, nascendo por isso menos crias na colônia estudada, estando a espécie ameaçada de
extinção.
Essa substância química atua como uma espécie de impostor biológico, imitando hormônios responsáveis pelos sinais químicos naturais do corpo.�A equipe de pesquisadores alimentou os íbis brancos com comprimidos que continham a mesma concentração de mercúrio encontrada em "camarões e lagostins" que servem de alimento para as aves em áreas de pântano.
Quanto mais alta a dose de mercúrio nos comprimidos, mais alta era a probabilidade de um íbis macho acasalar com outro macho.
O estudo, foi realizado na Proceedings of the Royal Society B (PNAS), com exemplares de íbis brancas (Eudocimus albus) do sul da Florida, uma ave pernalta que tem cerca de meio metro de altura.
Para Frederick e Scheuhammer, outras aves também podem ser afetadas da mesma maneira pelo mercúrio.
Além de alimentos marinhos que possam estar contaminados, o mercúrio está presente também nas ligas de amálgama das restaurações dentárias, em algumas medicações para hemorroidas e em cremes para clarear a pele. Mas ainda não há evidências que o mesmo possa ocorrer com os humanos.

Foto: reprodução Google.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Venezuela

http://www.ilisp.org/opiniao/na-venezuela-vale-tudo-para-fugir-da-ditadura-socialista/Venezuela

Na Venezuela vale tudo para fugir da ditadura socialista


A tragédia dos venezuelanos que morreram tentando chegar à ilha de Curaçao infelizmente não é nova. Diversos outros naufrágios aconteceram na tentativa de escapar da ditadura socialista de Nicolás Maduro.
Milhares de venezuelanos desnutridos não mediram esforços para atravessar a Bacia Amazônica a pé para entrar no Brasil. Ou contornar os controles da guarda socialista em aeroportos e/ou estações de ônibus para entrar em países caribenhos como Aruba ou Curaçao, os quais antes aceitavam venezuelanos sem grandes exigências e agora exigem que tenham pelo menos 1000 dólares em dinheiro para autorizar a entrada, uma quantia equivalente a quase 10 anos de trabalho de um venezuelano.
Muitos dissidentes recorreram a disfarces, identidades falsas ou simulações em outras línguas para salvar suas vidas, escapando do próprio país.
A Venezuela já foi um dos países mais ricos da América do Sul, atraindo imigrantes e empresários de todo o mundo. Depois que Hugo Chávez chegou ao poder, o setor produtivo foi destruído e a elite econômica faliu em prol de “mais direitos” para os mais pobres, o desemprego disparou e tanto ricos quanto a classe média fugiram para países mais livres. Mais de 2 milhões de venezuelanos fugiram do país desde então.
No ano passado, quando o ditador Maduro abriu a fronteira com a Colômbia, milhares e milhares de pessoas correram para o país vizinho para comprar comida. Uma grande quantidade deles nunca retornou.
A fuga pelo mar é uma aventura perigosíssima e significa se envolver com traficantes que transportam o fugitivo nas mesmas jangadas ou barcos onde carregam drogas. Neste processo, o fugitivo já vendeu tudo o que tinha para pagar a travessia. Se ainda assim não tiver dinheiro suficiente, deve pagar a passagem com sexo.
Conseguindo efetuar o pagamento, o fugitivo embarca em uma viagem que atravessa centenas de quilômetros de um mar furioso com tubarões, piratas e guardas costeiros.
Conseguindo chegar ao destino, o agora refugiado deve subornar as pessoas necessárias para trabalhar na área turística como escravo, seja limpando pisos ou banheiros, vendendo produtos nas ruas ou se prostituindo aos turistas.
A fuga por terra é igualmente complicada e pode levar meses, encontrando toda sorte de obstáculos como as milícias e paramilitares da ditadura venezuelana, e os narcoterroristas das FARCs – ainda ativos – que cobram “pedágio” para permitir a passagem.
Os profissionais mais qualificados foram os primeiros a fugir para buscar sucesso em outros países. Agora, o socialismo avançou ao ponto de causar colapso econômico e fome similares aos cubanos, gerando novos imigrantes: os cidadãos mais pobres, aqueles que o socialismo prometeu beneficiar.
Na Venezuela descobrimos o que significa, na prática, a “justiça social” socialista defendida pela esquerda: miséria, fome, falta de energia e água potável, prisões e fuzilamentos extrajudiciais, péssimas condições de higiene e êxodo em massa.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Nada de " fiu-fius", nem beijinhos?

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Se o poeta Vinicius de Moraes fosse vivo ele teria que rever a sua célebre frase sobre a mulher, que diz: "as muito feias que me perdoem, mas, beleza é fundamental".
Com esse novo código de conduta entre os sexos, que proíbe os homens de olharem e elogiarem as mulheres bonitas, o fundamental agora é ser feia. E os homens terão que olhar uma mulher bonita, insinuante, tipo as Anitas, e imaginar que estão vendo um canhão de guerra ou um homem tipo o "Incrível Huk", aquele verde, de um seriado antigo, para se conterem e evitar um processo. As empresas terão que mudar as estratégias para admitir uma funcionária ao entrevistá-las para uma possível contratação. Tem que selecionar as perguntas com cuidado. E sem saber o que é assédio ou elogio, estão todos confusos. Se optarem em contratar as feias correm o risco de serem acusados de preconceito às avessas. Aliás, o mundo parece invertido, até tenho a sensação que o mar é que está correndo para o rio. A natureza dotou o macho de instinto visual para conquistar as fêmeas, e agora terão que fechar os olhos inteligentemente.
Bem, "deixando as profundidades de lado", (como dizia Belchior), vamos aos exageros machistas. Temos mesmo que coibir certas atitudes deles, e as mulheres estão abrindo a boca com toda razão, denunciando a falta de respeito vinda de certos homens, que não têm posturas dignas de pessoas inteligentes. Falo dos homens de comportamentos abomináveis, que assediam as mulheres usando certos poderes. Sem falarmos nos estupradores de plantão que merecem cadeia. As mulheres têm sido vítimas de agressões físicas e homicídios, agora chamado de feminicídio, a todo momento, como vemos nos noticiários. E essas novas regras vieram como consequência dessa violência generalizada onde a mulher é a maior vítima.

Foto ilustração Google

sábado, 6 de janeiro de 2018

O Baú do Vovô Pança - Livro infanto-juvenil,

Atendendo à solicitação da Planeta Azul Editora, para que divulgue essa segunda edição, destaquei um trecho do meu livro infanto-juvenil "O Baú do Vovô Pança".
Publicado impresso e em em e-book .
Este livro tem emocionado muito aos que tiveram a oportunidade de lê-lo.
Trecho do diálogo entre o neto Ric e o Vovô:
"...Ric pergunta ao Vovô Pança:
- Você tinha muitos amigos quando criança Vô?
- Tinha bastante, uns dez ou mais. Deixe-me lembrar os mais chegados: O Arthurzinho, o Arnaldo, Gutão. Tinha o Guto magro que era chamado de Gutinho. Meu Deus, por onde andam! Não consigo lembrar os nomes dos outros, agora.
- Não tem nem fotos da turma do baba?
- No meu tempo de menino tirávamos muito poucas fotos, não é como agora, com essa facilidade de câmeras digitais. Talvez no álbum de família tenha umas fotos de aniversários com alguns desses amigos.
- Tá no baú também?
- Não sei. Sua avó guardava umas coisas no guarda-roupas dela.
Vô pança ficou pensativo e com uma fisionomia um pouco triste.
- Que foi Vô? Não quer mais falar comigo?
-É que estou pensando no passado, nos meus amigos que se foram e não sei se estão vivos ou não.
- É fácil encontrar, Vô. Vamos procurar nos site da internet.
- Como?
Nenhum texto alternativo automático disponível.
- Quando eu quero encontrar um amigo, eu ponho o nome dele na internet, nos sites de relacionamentos, e encontro.
- Mas meus amigos são de outro tempo. Não brincam com essa geringonça.
- Se você se lembrasse dos sobrenomes deles, talvez eu achasse através dos netos ou filhos
- Deixa pra lá. Não seria a mesma coisa. Prefiro tê-los nas minhas lembranças intatos, brincando, paquerando as menininhas do bairro. A vida é inconstante, tudo muda todos os dias e eles não são mais os garotos alegres de antes. Veja seu avô. Pensa que eu tinha essa pança? Esse joelho com artrose? Isso sem falar na papada embaixo do queixo, que sua avó ficava mangando. Quando rapazinho eu era assim que nem você. Cheio de cabelo, barriguinha tanquinho, como vocês dizem hoje.
- Vô, eu vou ficar assim também?
- Se viver até os setenta e cinco anos, vai. Quantos anos você vai fazer Ric?
- Doze.
- Já fez a primeira comunhão?"...

Morre o Escritor e Jornalista Carlos Heitor Cony

Morre escritor Carlos Heitor Cony
Cultura

Texto de
 DW - A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Museu Náutico da Bahia. Forte Santo Antonio da Barra - Farol da Barra.

Farol da Barra - Salvador -Bahia
Este é o Forte de Santo Antônio da Barra, edificado no século XVI, ocupando o Sítio da Ponta do Padrão, antiga região que foi morada de Caramuru. Um patrimônio do povo brasileiro. Com uma belíssima vista para a Bahia de Todos os Santos.
Aqui funciona, desde 1998, o Museu Náutico da Bahia, que abriga um rico acervo da história marítima do Brasil, especialmente no período colonial. Nele está parte significativa dos achados arqueológicos da expedição submarina ao sítio do Galeão Santíssimo Sacramento, naufragado na costa da cidade de Salvador em 1668.
Faianças, munições, canhões, instrumentos naúticos, selos, moringas, e inúmeros objetos do uso cotidiano do século XVII compõem um diversificado painel dos hábitos e costumes da época.





Pensamento Poético de Rabindranath Tagore.

 Rabindranath Tagore, poeta indiano, Nobel de Literatura:  “Se você chorar porque o sol se foi, as lágrimas não vão deixar você ver as estre...