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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Seremos substituídos pelos Moluscos?


A natureza parece ter desistido da sua maior criação, a espécie humana. Sua grande obra não deu certo (?) e está se autodestruindo, depois de milhões de anos de evolução.

Segundo o prêmio Nobel de Química de 1995, o holandês Paul J. Crutzen, "criamos uma nova era geológica, o antropoceno. Por ela o ser humano comparece como a grande ameaça à vida,  com guerras e destruição do meio ambiente". 

Antes as espécies desapareciam por causa, principalmente, de desastres naturais como meteoros, cataclismos de alta magnitude etc. Hoje é o próprio homem o grande responsável, (ou irresponsável).


Porém, caso a espécie humana desapareça já temos sucessores menos agressivos; são os cefalópodes, moluscos como polvo e lulas, segundo o naturalista Théodore Monod. (Théodore André Monod, mais conhecido como Théodore Monod, (Ruão, 9 de abril de 1902 — Versailles, 22 de novembro de 2000) foi um naturalista, explorador, erudito e humanista francês).

Os cefalópodes possuem um notável aperfeiçoamento anatômico, com cabeça protegida de cápsula gelatinosa que funciona como crânio e olhos semelhantes aos dos vertebrados. E o que é melhor, um psiquismo altamente desenvolvido, com dupla memória, quando nós humanos possuímos apenas uma.(op. cit. p. 247-248).
A Alemanha está tentando reverter a situação com proibição de usos de poluentes vindo dos automóveis, que não é apenas o monóxido de  carbono, mas outros muito piores, como o dióxido de nitrogênio, aldeídos (RCHO) - dióxido de Enxofre (SO2)