É muito comum ouvir alguém dizer: "Vou ao shopping espairecer". Geralmente são as mulheres que mais lotam os corredores dos Shopings Centers, e há quem diga que elas são as que mais movimentam o comércio no mundo todo. Mas, a verdade é que, tanto as mulheres quanto os homens estão consumindo cada vez mais. As mulheres costumam comprar mais que os homens, talvez, porque suas necessidades também sejam maiores. Sustentar a vaidade feminina custa caro, e saciar os seus desejos é quase impossível. A moda e as tendencias mudam constantemente. Tudo, hoje em dia, é enfêmero. O que vemos, hoje, é a cultura do excesso. Compra-se por comprar, para sentir-se aliviado ou inserido na efervescencia constante do rítimo da vida. Parece ser impossível ser sem ter. Nunca se produziu tantos bens materiais. A tecnologia não para de aperfeiçoar e tudo fica obsoleto a cada instante. Mas, apesar disso, ou por causa disso, paradoxalmente, o individuo se ver entediado ou insatisfeito e a febre consumista aflora para preencher o vazio. É preciso ser feliz nessa sociedade hipermoderna, mas, na prática, este indice de satisfação não é alcançado. O mercado passou a ser uma divindade que rege o mundo, e o individuo um consumista submisso, dependente, em busca de um prazer momentâneo, para escapar das insastifações do cotidiano.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
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