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segunda-feira, 4 de abril de 2022

Lygia Fagundes Telles, a dama da literatura brasileira

Lygia Fagundes Telles – Advogada, romancista e contista, Lygia teve grande representação no pós-modernismo. Faleceu em 3 de abril de 2022 (98 anos) em São Paulo‎ Conhecida como a "dama da literatura brasileira".Uma mulher elegante e à frente do seu tempo tanto no mundo das letras quanto na vida. Deixa como legado quatro romances e 20 livros de contos. Autora de romances como “Ciranda de pedra” (1954) e “As meninas” (1973), e livros de contos como “Antes do baile verde” (1970) e “A noite escura e mais eu”) (1995), Lygia nasceu na capital paulista e era integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela recebeu os prêmios Jabuti, APCA e Camões, distinção maior em língua portuguesa pelo conjunto da obra.

quinta-feira, 24 de março de 2022

Onde estão os Gênios do SéculoXXI

Sabemos que a espécie humana foi programada pela natureza para evoluir biologicamente através dos tempos desenvolvendo adaptações para sua sobrevivência. Mas, o pós Homo sapiens parece está involuindo. Não vemos mais gênios como antigamente, aos quais devemos muito pela sua inteligência e que nos trouxe grandes benefícios, sem os quais hoje não teríamos as facilidades de acesso a tudo que facilita a vida do homem na terra. Um bom exemplo é NikolaTesla,(1856/1943) o criador do motor elétrico de corrente alternada, era poliglota, inventou o primeiro alto-falante do mundo e é o responsável direto por termos luz elétrica em nossas residências. Hoje, ela é utilizada nos fios de alta tensão em todo o planeta. Outras invenções importantes de Tesla foram o motor de indução elétrica, usado hoje nas indústrias e nos eletrodomésticos, o controle remoto, a transmissão via rádio, o sistema de ignição usado nos carros, a Bobina de Tesla, entre outros. Diferente do que vemos hoje, esses gênios tinham como rotina hábitos de leituras e pesquisas, em diversas áreas, da arte à ciência e em diversas línguas. Sugiro leitura desse e de outros grandes gênios das diversas áreas.

quarta-feira, 16 de março de 2022

Evento na Casa de Angola na Bahia

Ela que nasceu em Salvador, na Bahia, a primeira Capital do Brasil e hoje se vê cidadã de Moçâmedes, Capital do Namibe, terra da planta gigante do deserto Welwitcha Mirabilis, in Angola, na África, estamos falando da revista angolana de Literatura Òmnira, que tem como editor o jornalista brasileiro Roberto Leal e que em uma Edição Especial homenageia a rainha guerreira de Angola Njinga a Mbande pela passagem dos seus 440 anos. Participam dessa Edição poetas, escritores, jornalistas e artistas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, a publicação que se dinamizou mais, se expandindo agora em 36 páginas, ganhando mais corpo e pegada no mundo da Literatura e da Arte no Brasil e no PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Outra novidade dessa edição é a primeira vez que a revista traz na capa uma personalidade além da personalidade homenageada e a poetisa e atriz mirim angolana Wende Bocado, 9 anos é quem ganha esse destaque. A revista será lançada em uma noite de Literatura negra no Centro Cultural Casa de Angola na Bahia (Praça dos Veteranos, 5 – Baixa dos Sapateiros), no próximo dia 25 de março (sexta-feira), 18 horas.  Nessa edição a revista destaca a bravura da guerreira Njinga a Mbandi, na luta contra o domínio dos escravizadores portugueses. Dona Ana de Sousa como era conhecida pelos portugueses, foi à rainha reinante do Reino do Ndongo, entre os anos de 1624 e 1626 e rainha fundadora do Reino da Matamba, reinando de 1631 até sua morte.  Rainha do Ndongo, atual Angola, Njinga a Mbandi (1582-1663) entrou para a história como combatente destemida, exímia estrategista militar e diplomata astuciosa. Ela chefiou pessoalmente o exército, até os seus 73 anos de idade e era tão respeitada pelos portugueses, que Angola só foi dominada depois da sua morte, aos 81 anos de idade. Revista Òmnira de Literatura & Arte, número 17 - 36 páginas – R$ 15,00. Teremos também o lançamento do livro de poesias ‘O Levante da Fênix’, quarto livro da poetisa, professora e crítica literária Jovina Souza, são 66 poesias e poemas carregados (as) de um manifesto de luta, que a autora desenvolve ao longo de anos, diante do seu trabalho e da sua trajetória na Literatura e na Educação. Ela tem uma longa e já conhecida caminhada como criadora e professora de projetos identitários, destinados à elevação da autoestima de negros e negras, formação de intelectuais negros, incluindo a preparação de professores, e a sua poesia é parte integrante desse processo. Jovina Souza é autora ainda de Agdá – Editora Mondrongo - BA/2012 – Poesia; O Caminho da estação – Editora Mondrongo - BA/2018 – Poesia; O Amor não está, Editora Òmnira - BA/2019 – Poesia. “O Levante da Fênix” Editora Òmnira/BA-2021, 110 páginas – R$ 40. Teremos ainda a entrega do título de “Personalidade de Importância Cultural” da UBESC (anos 2021 e 2022) e exposição de publicações do Selo Editorial Òmnira e livros de escritores africanos de língua portuguesa. Acontecerá durante o evento uma Edição Especial do Sarau do AGDÁ, o recital poético do prato mais temperado da Bahia, capitaneado por Jovina Souza. O evento tem realização da UBESC - União Baiana de Escritores e Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, com apoio do Movimento Literário Kutanga/Angola. Mais informações: +55 71 98736-9778 WhatsApp ou lealomnira@yahoo.com.br Fonte: ASCOM/Revista Òmnira Texto: Roberto Leal      

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Casemiro de Abreu - Primavera.

"> https://youtu.be/li8cJESHPCU Sabe aquele momento em que você por acaso se depara com uma jóia rara? Foi assim ao procurar um livro na minha estante e me deparei com a obra única do poeta brasileiro Casimiro de Abreu, "Primaveras". Logo lembrei da sua mais famosa poesia... "Meus Oito Anos", que quando eu era criança ouvia meu pai declamar. Essa poesia, escrita em 1857 em Lisboa, depois foi musicada por Silvino Neto em 1956, e cantada na época por antigos cantores. Casimiro de Abreu era filho de comerciante português que queria que ele se dedicasse ao comércio. Mas Casimiro gostava de literatura. Para afastá-lo dessa área, o pai mandou para Portugal aprender comércio. E foi lá que ele adolescente, escreveu suas poesias com saudades do Brasil e da infância durante os 4 anos que lá permaneceu e que consta no seu único livro Primaveras, publicado em 1859. Nasceu em Barra de São João (distrito da cidade que leva seu nome), no RJ, em 4 de janeiro de 1839, e faleceu aos 21 anos em 1860 de tuberculose. Ouça o poema cantado https://youtu.be/li8cJESHPCU

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

O Mundo é hoje um bairro.

 O Mundo se tornou tão acessível, após o advento da Internet e das redes sociais, que hoje em dia mais parece um  Bairro popular. Se o vizinho dá um espirro o bairro inteiro pode se contaminar. Ao abrir a "janela" depara-se com o outro em frente lhe enviando mensagem de bom dia, se  não for um desafeto. Se for, melhor fechar a janela ligeiro pra não se decepcionar. A fofoca na linguagem digital espalha-se tão rápido que passa a ser verdade. Não importa em qu


e língua falam, todos entendem porque a tradução é automática. Nas brigas não tem  socos👊 nem pontapés🦶, só palavras de baixo calão 🤮. Os bem educados ficam de boca fechada🤐. Às vezes também ouve-se elogios👍ou declarações de amor💞. Porém, o que impera mesmo é a disputa em diversas áreas. E se o setor for político muitas vezes a situação é regada a ódio, inveja e agressões. 

Mas, apesar desses ruídos, a comunicação é importante para o ser humano, e enquanto houver  liberdade e democracia haverá esperança de amor, união e evolução.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

O Homem Ideal


 bibliotecadaantroposofia@antroposofy.com.br


O Homem Ideal está além de todas as tendências separatistas, ele busca a fraternidade universal. Possui o sentimento que a essência humana mais profunda tem a mesma origem em todos, além dos interesses separatistas e genéricos.  

HOMEM IDEAL 

Descrevemos as condições sob as quais a evolução da humanidade estava sujeita, desde o repovoamento da Terra durante o período lemurico. Vimos como a natureza anímica humana teve suas fontes em vários seres que, vindos de outros mundos, incorporaram os descendentes de antigos lêmures. A variedade racial é devido a isso. Quando as almas reencarnaram, manifestaram-se todos os tipos de interesses resultantes dos seus karmas. Enquanto isso acontecesse, o ideal de uma "humanidade universal" não poderia existir. O ponto de partida da humanidade foi a união, mas a evolução terrestre levou à diversidade. 

Na figura de Cristo vivem as forças do sublime Ser Solar, e nessas forças é que cada eu humano encontrará sua origem e seu suporte ... Quando o homem começou a entender - em princípio apenas mentalmente - que em Jesus Cristo se manifesta o Homem Ideal, além de todas as tendências separatistas, o cristianismo tornou-se o ideal de uma fraternidade universal. Surgiu o sentimento de que a essência humana mais profunda tem a mesma origem em todos, além dos interesses separatistas e genéricos." 

Rudolf Steiner, A Ciência Oculta

ANTROPOSOFIA (Biblioteca Virtual da Antroposofia)

  1. A passividade mental imposta pela estrutura social contemporânea nos torna vítimas de pensamentos pré- estabelecidos que produzem certos sentimentos induzidos por manipulações e mentiras (fake news) com objetivos específicos. Esta influência tende a atingir pessoas com a vontade mais enfraquecida (EU), que agem como fanáticos pensando e agindo na direção e vetor da egrégora, inconscientemente. Porém, pessoas mais individualizadas, com uma Vontade (EU) mais forte, também podem sucumbir. Neste caso, justificam suas posições com desonestidade intelectual, falsas analogias e simetrias, argumentação conveniente – focal ou genérica (conforme lhes reafirma ou expõe suas incoerências) e mesmo, ataque ao interlocutor.  SOBRE FAKE NEWS E SUA INFLUÊNCIA NA CONSCIÊNCIA INDIVIDUAL E COLETIVA  As emissoras de TV e mídias sociais são grandes formadoras de egrégoras que influenciam fortemente grupos de pessoas a pensar e agir na direção e vetores que as caracterizam.  “Egrégora provém do grego “egrégoroi” e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. É uma força viva e que atua permanentemente na natureza.  São capazes de se desenvolver, ficarem complexas e de se metamorfosearem. Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores e simpatizantes tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias, como um vício.”  A grande questão é que a passividade mental imposta pela estrutura social contemporânea nos torna vítimas de pensamentos pré- estabelecidos que produzem certos sentimentos induzidos por manipulações e mentiras (fake news) com objetivos específicos.  A Vontade (EU) de grande camada da população se tornou tão enfraquecida que não consegue sobrepor tal influência.  Ela pode reverberar sentimentos e impulsos autômatos que eclodem diante da manifestação de tais pensamentos – o gatilho, geralmente, são mais informações pulverizadas nas próprias redes fortalecendo e alicerçando tal influência. Podem se tornar tão intensos que o indivíduo é incapaz de estar em si, ter coerência intelectual ou controle emocional, gerando reações inflamadas sem justificativa ou sensatez.  Esta influência tende a atingir pessoas com a vontade mais enfraquecida (EU), que agem como fanáticos pensando e agindo na direção e vetor da egrégora, inconscientemente. Esse fanatismo pode levá-los à crença cega, que irá defender com unhas e dentes, mesmo diante de quaisquer inconsistências ou inverdades comprovadas. Podendo levá-los a atos de violência, inclusive a tentativa de eliminar aquilo ou aqueles que confrontam suas ideias (que na verdade não são suas).  Porém, pessoas mais individualizadas, com uma Vontade (EU) mais forte, também podem sucumbir. Neste caso, justificam suas posições com desonestidade intelectual, falsas analogias e simetrias, argumentação conveniente – focal ou genérica (conforme lhes reafirma ou expõe suas incoerências) e mesmo, ataque ao interlocutor. Por não estarem completamente inconscientes (como no caso do fanático), esse aspecto revela uma conexão com uma moralidade inferior, pois têm consciência das inconsistências ideológicas que estão abraçando porém estão defendendo o próprio ego e interesses pessoais – diretos ou indiretos, inclusive podendo relativizar o mal.  Por isso as “fake news” não são mentirinhas inocentes nem mesmo liberdade de expressão, pois têm efeitos malignos direto no âmbito da consciência individual e coletiva, inclusive no caminho evolutivo da Humanidade. Tanto o subjugar da consciência individual no fanático, quanto a imoralidade abraçada pelos mais individualizados são correntes que distoam do Impulso da Liberdade e do Amor, o caminho para a Décima Hierarquia.  Leonardo Maia

Pensamento Poético de Rabindranath Tagore.

 Rabindranath Tagore, poeta indiano, Nobel de Literatura:  “Se você chorar porque o sol se foi, as lágrimas não vão deixar você ver as estre...