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terça-feira, 21 de junho de 2022

DICIONARIO DE ESCRITORXSNORDESTINOS LANÇADO NA BAHIA


 DICIONÁRIO DE ESCRITORXS NORDESTINOS LANÇADO NA BAHIA 


A UBESC – União Baiana de Escritores e Editora Òmnira lançam no Espaço Quadrilátero, da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Rua General Labatut, 27 – Barris), dia 1 de julho (sexta-feira) às 18 horas, o Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, na sua primeira Edição, obra literária organizada pelo jornalista, escritor e editor Roberto Leal e que tem apresentação do pesquisador e crítico literário Krishnamurti Góes dos Anjos. Com uma abrangência tipicamente nordestina, traçando um panorama inicial dos 9 (nove) Estados do Nordeste literário brasileiro. 


Fazem parte da obra 135 verbetes, n’um trabalho de pesquisa e elaboração de um conteúdo exclusivamente literário de cada autor, visando armazenar um perfil de cada participante enquanto escritor, com o objetivo de registrar o passo a passo das suas trajetórias nordestinas e o seu contributo ao universo da Literatura brasileira. Escritores e escritoras como Heloisa Prazeres e Sérgio Mattos (Bahia); Beatriz Aquino e Cássio Cavalcante (Ceará); Valdivia Beauchamp, Odailta Alves e Célia Labanca (Pernambuco); Colly Holanda (Rio Grande do Norte); Inácio Marinheiro de Oliveira (Paraíba)  e Josue Ramiro Ramalho (Alagoas). "O Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, é um acervo documental, com perfis de autores e suas respectivas obras publicadas. É um verdadeiro banco dedados que ajudará aos pesquisadores a definir características individuais e a identificar tendências da Literatura regional", falando da importância da obra o jornalista e escritor Sérgio Mattos.


E os homenageados, lembrados e imortalizados: Germano Machado, Ildásio Tavares, Jônatas Conceição e José Carlos Limeira (Bahia); Jorge de Lima (Alagoas); Astolfo Marques e Maria Firmina dos Reis (Maranhão) e Esperança Garcia (Piauí) constituem parte desse acervo. “Esse dicionário de escritores (as) contemporâneos (as), pensado e idealizado pelo editor Roberto Leal, é uma atualização da historiografia da Literatura brasileira. Por outro lado, deixa evidente que a renovação da Literatura nacional acontece também a partir do Nordeste”, pontuou  a professora e escritora Jovina Souza.


Esse evento tem o apoio da Fundação Pedro Calmon, órgão da Secult - Secretária de Cultura do Estado da Bahia. Dentro da Programação teremos mais uma Edição presencial do Sarau do Agdá, a nata precursora da poesia negra baiana.  Ela que recebe seus convidados abordo do prato poético mais temperado da Bahia, foi indicada e receberá das mãos do presidente da UBESC jornalista e escritor Carlos Souza Yeshua o título de “Personalidade de Importância Cultural/2022”, pelos relevantes serviços prestados a Cultura brasileira. 


Dicionário de Escritorxs Contemporâneos do Nordeste, Editora Òmnira, Namibe - Angola/2022, 160 páginas – R$ 50. Mais informações: WhatsApp +55 71 98736 9778 ou lealomnira@yahoo.com.br

segunda-feira, 20 de junho de 2022

DIA DE SÃO JOÃO.


Dia 24 de Junho de 2022 (Sexta-feira)


O Dia de São João é comemorado anualmente em 24 de junho.


São João é conhecido como o "Santo Festeiro” e, embora não seja feriado, essa festividade faz parte das tradicionais comemorações das Festas Juninas do país, que são celebrações no mês de junho marcadas por danças, pratos típicos e brincadeiras.


Alguns símbolos bastante conhecidos nas celebrações são a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha, o manjericão e a quadrilha.


História de São João Batista


São João é considerado o santo mais próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.


Filho de Isabel e Zacarias, João nasceu na Judeia no ano 2 a.C., e se tornou popular. Vivendo como um nômade e pregando, conseguiu cativar as pessoas para se batizarem.


No ano 27 d.C. João Batista morreu decapitado a mando de Herodes, que vivia em adultério com a mulher de seu irmão, Herodíades.


No aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou de forma tão surpreendente que, admirado, Herodes prometeu dar o que ela quisesse. Orientada por Herodíades, a filha pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, porque João condenava o comportamento adúltero do casal.


A Festa Junina de São João: símbolos e tradições


O São João é uma das principais figuras das festas juninas. Nessa comemoração, a quadrilha é a dança típica e os dançarinos vestem-se com roupas caipiras.


Além dos tradicionais balões e fogueiras, várias brincadeiras dão mais brilho à festa. São exemplos: pescaria, cadeia, correio-elegante e boca do palhaço.


O Dia de São João também é marcado pela culinária, com várias comidas e doces típicos, como:


rapaduras


amendoim


bolo de milho


cocada


curau


canjica


bolo de macaxeira / mandioca


paçoca


pé de moleque


Existem outros pratos que variam de acordo com a região brasileira em que é celebrado o São João.


Essas iguarias estão quase sempre presentes nas festas. Cidades do interior do Brasil 

em especial, fazem festas mais típicas e possuem costumes bastante difundidos entre todos os habitantes, diferentemente do que acontece nas cidades grandes.

Dia de São João


Próximo 24 de Junho de 2022 (Sexta-feira)


O Dia de São João é comemorado anualmente em 24 de junho.


São João é conhecido como o "Santo Festeiro” e, embora não seja feriado, essa festividade faz parte das tradicionais comemorações das Festas Juninas do país, que são celebrações no mês de junho marcadas por danças, pratos típicos e brincadeiras.


Alguns símbolos bastante conhecidos nas celebrações são a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha, a palha, o manjericão e a quadrilha.


História de São João Batista


São João é considerado o santo mais próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.


Filho de Isabel e Zacarias, João nasceu na Judeia no ano 2 a.C., e se tornou popular. Vivendo como um nômade e pregando, conseguiu cativar as pessoas para se batizarem.


No ano 27 d.C. João Batista morreu decapitado a mando de Herodes, que vivia em adultério com a mulher de seu irmão, Herodíades.


No aniversário de Herodes, a filha de Herodíades dançou de forma tão surpreendente que, admirado, Herodes prometeu dar o que ela quisesse. Orientada por Herodíades, a filha pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, porque João condenava o comportamento adúltero do casal.


A Festa Junina de São João: símbolos e tradições


O São João é uma das principais figuras das festas juninas. Nessa comemoração, a quadrilha é a dança típica e os dançarinos vestem-se com roupas caipiras.


Além dos tradicionais balões e fogueiras, várias brincadeiras dão mais brilho à festa. São exemplos: pescaria, cadeia, correio-elegante e boca do palhaço.


O Dia de São João também é marcado pela culinária, com várias comidas e doces típicos, como:


rapaduras

amendoim

bolo de milho

cocada

curau

canjica

bolo de macaxeira / mandioca

paçoca

pé de moleque


Existem outros pratos que variam de acordo com a região brasileira em que é celebrado o São João.


Essas iguarias estão quase sempre presentes nas festas. Cidades do interior do Brasil em especial, fazem festas mais típicas e possuem costumes bastante difundidos entre todos os habitantes, diferentemente do que acontece nas cidades grandes.

Fonte: Google.



domingo, 19 de junho de 2022

O Tempo Existe?

 Fonte: Revista Galileu

Ciência



Segundo físicos e filósofos, o tempo pode não existir – e está tudo bem




Caso a hipótese se comprove, será inaugurada uma nova era da física, mas nossas vidas não serão impactadas diretamente, diz o filósofo da ciência Sam Baron

SE O TEMPO NÃO É UMA PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DO UNIVERSO, ELE AINDA PODE “EMERGIR” DE ALGO MAIS BÁSICO (FOTO: SHUTTERSTOCK)


O tempo existe? A resposta a esta pergunta pode parecer óbvia: claro que sim! Basta olhar para um calendário ou um relógio. Mas os desenvolvimentos na física sugerem que a inexistência do tempo é uma possibilidade aberta e que devemos levá-la a sério.Como assim? E o que isso significaria? Vai demorar um pouco para explicar, mas não se preocupe: mesmo que o tempo não exista, nossas vidas continuarão normalmente.


Uma crise na física

A física está em crise. No último século, explicamos o universo com duas teorias físicas extremamente bem-sucedidas: a da Relatividade Geral e a mecânica quântica.


A mecânica quântica descreve como as coisas funcionam no mundo incrivelmente pequeno de partículas e interações de partículas. A relatividade geral descreve o quadro geral da gravidade e como os objetos se movem.


Ambas as teorias funcionam extremamente bem por si só, mas acredita-se que as duas entram em conflito uma com a outra. Embora a natureza exata do conflito seja controversa, cientistas geralmente concordam que ambas as teorias precisam ser substituídas por uma nova teoria mais geral.


Os físicos querem produzir uma teoria da “gravidade quântica” que substitua a relatividade geral e a mecânica quântica, enquanto captura o extraordinário sucesso de ambas. Tal teoria explicaria como o quadro geral da gravidade funciona na escala em miniatura das partículas.


Tempo na gravidade quântica

Acontece que produzir uma teoria da gravidade quântica é extraordinariamente difícil. Uma tentativa de superar o conflito entre as duas teorias é a teoria das cordas. A teoria das cordas substitui partículas por cordas vibrando em até 11 dimensões.


No entanto, a teoria das cordas enfrenta uma dificuldade adicional. A teoria das cordas fornece uma variedade de modelos que descrevem um Universo amplamente como o nosso, e não fazem previsões claras que possam ser testadas por experimentos para descobrir qual modelo é o correto.

Dizemos que as mesas, por exemplo, “emergem” de uma física subjacente de partículas zunindo ao redor do Universo.


Mas, embora tenhamos uma boa noção de como uma mesa pode ser feita de partículas fundamentais, não temos ideia de como o tempo pode ser “feito de” algo mais fundamental.


Portanto, a menos que possamos apresentar uma boa explicação de como o tempo surge, não está claro que podemos simplesmente supor que o tempo existe. O tempo pode não existir em nenhum nível.


Tempo e agência

Dizer que o tempo não existe em nenhum nível é como dizer que não existem mesas. Tentar sobreviver em um mundo sem mesas pode ser difícil, mas administrar um mundo sem tempo parece desastroso.


Nossas vidas inteiras são construídas em torno do tempo. Planejamos o futuro à luz do que sabemos sobre o passado. Nós responsabilizamos as pessoas moralmente por suas ações passadas, com o objetivo de repreendê-las mais tarde.


Acreditamos ser agentes (entidades que podem fazer coisas) em parte porque podemos planejar agir de uma maneira que trará mudanças no futuro. Mas qual é o sentido de agir para provocar uma mudança no futuro quando, em um sentido muito real, não há futuro pelo qual agir?

Qual é o sentido de punir alguém por uma ação passada, quando não há passado e, portanto, aparentemente, nenhuma ação? A descoberta de que o tempo não existe poderia levar o mundo inteiro a um impasse. Não teríamos motivos para sair da cama.


Os negócios de sempre


Existe uma saída para a confusão. Embora a física possa eliminar o tempo, parece deixar intacta a “causalidade”: a ideia de que uma coisa pode provocar outra.


Talvez o que a física esteja nos dizendo, então, é que a causalidade, e não o tempo, é a característica básica do nosso universo.


Se estiver certo, então a agência ainda pode sobreviver. Pois é possível reconstruir um senso de agência inteiramente em termos causais.


Pelo menos, é isso que Kristie Miller, Jonathan Tallant e eu discutimos em nosso novo livro [Out of Time: A Philosophical Study of Timelessnes, sem edição em português]. Sugerimos que a descoberta de que o tempo não existe pode não ter impacto direto em nossas vidas, mesmo quando impulsiona a física para uma nova era.


* Sam Baron é professor associado na Universidade Católica Australiana. Este artigo foi originalmente publicado em inglês no site The Conversation.
















segunda-feira, 4 de abril de 2022

Lygia Fagundes Telles, a dama da literatura brasileira

Lygia Fagundes Telles – Advogada, romancista e contista, Lygia teve grande representação no pós-modernismo. Faleceu em 3 de abril de 2022 (98 anos) em São Paulo‎ Conhecida como a "dama da literatura brasileira".Uma mulher elegante e à frente do seu tempo tanto no mundo das letras quanto na vida. Deixa como legado quatro romances e 20 livros de contos. Autora de romances como “Ciranda de pedra” (1954) e “As meninas” (1973), e livros de contos como “Antes do baile verde” (1970) e “A noite escura e mais eu”) (1995), Lygia nasceu na capital paulista e era integrante da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela recebeu os prêmios Jabuti, APCA e Camões, distinção maior em língua portuguesa pelo conjunto da obra.

quinta-feira, 24 de março de 2022

Onde estão os Gênios do SéculoXXI

Sabemos que a espécie humana foi programada pela natureza para evoluir biologicamente através dos tempos desenvolvendo adaptações para sua sobrevivência. Mas, o pós Homo sapiens parece está involuindo. Não vemos mais gênios como antigamente, aos quais devemos muito pela sua inteligência e que nos trouxe grandes benefícios, sem os quais hoje não teríamos as facilidades de acesso a tudo que facilita a vida do homem na terra. Um bom exemplo é NikolaTesla,(1856/1943) o criador do motor elétrico de corrente alternada, era poliglota, inventou o primeiro alto-falante do mundo e é o responsável direto por termos luz elétrica em nossas residências. Hoje, ela é utilizada nos fios de alta tensão em todo o planeta. Outras invenções importantes de Tesla foram o motor de indução elétrica, usado hoje nas indústrias e nos eletrodomésticos, o controle remoto, a transmissão via rádio, o sistema de ignição usado nos carros, a Bobina de Tesla, entre outros. Diferente do que vemos hoje, esses gênios tinham como rotina hábitos de leituras e pesquisas, em diversas áreas, da arte à ciência e em diversas línguas. Sugiro leitura desse e de outros grandes gênios das diversas áreas.

quarta-feira, 16 de março de 2022

Evento na Casa de Angola na Bahia

Ela que nasceu em Salvador, na Bahia, a primeira Capital do Brasil e hoje se vê cidadã de Moçâmedes, Capital do Namibe, terra da planta gigante do deserto Welwitcha Mirabilis, in Angola, na África, estamos falando da revista angolana de Literatura Òmnira, que tem como editor o jornalista brasileiro Roberto Leal e que em uma Edição Especial homenageia a rainha guerreira de Angola Njinga a Mbande pela passagem dos seus 440 anos. Participam dessa Edição poetas, escritores, jornalistas e artistas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, a publicação que se dinamizou mais, se expandindo agora em 36 páginas, ganhando mais corpo e pegada no mundo da Literatura e da Arte no Brasil e no PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Outra novidade dessa edição é a primeira vez que a revista traz na capa uma personalidade além da personalidade homenageada e a poetisa e atriz mirim angolana Wende Bocado, 9 anos é quem ganha esse destaque. A revista será lançada em uma noite de Literatura negra no Centro Cultural Casa de Angola na Bahia (Praça dos Veteranos, 5 – Baixa dos Sapateiros), no próximo dia 25 de março (sexta-feira), 18 horas.  Nessa edição a revista destaca a bravura da guerreira Njinga a Mbandi, na luta contra o domínio dos escravizadores portugueses. Dona Ana de Sousa como era conhecida pelos portugueses, foi à rainha reinante do Reino do Ndongo, entre os anos de 1624 e 1626 e rainha fundadora do Reino da Matamba, reinando de 1631 até sua morte.  Rainha do Ndongo, atual Angola, Njinga a Mbandi (1582-1663) entrou para a história como combatente destemida, exímia estrategista militar e diplomata astuciosa. Ela chefiou pessoalmente o exército, até os seus 73 anos de idade e era tão respeitada pelos portugueses, que Angola só foi dominada depois da sua morte, aos 81 anos de idade. Revista Òmnira de Literatura & Arte, número 17 - 36 páginas – R$ 15,00. Teremos também o lançamento do livro de poesias ‘O Levante da Fênix’, quarto livro da poetisa, professora e crítica literária Jovina Souza, são 66 poesias e poemas carregados (as) de um manifesto de luta, que a autora desenvolve ao longo de anos, diante do seu trabalho e da sua trajetória na Literatura e na Educação. Ela tem uma longa e já conhecida caminhada como criadora e professora de projetos identitários, destinados à elevação da autoestima de negros e negras, formação de intelectuais negros, incluindo a preparação de professores, e a sua poesia é parte integrante desse processo. Jovina Souza é autora ainda de Agdá – Editora Mondrongo - BA/2012 – Poesia; O Caminho da estação – Editora Mondrongo - BA/2018 – Poesia; O Amor não está, Editora Òmnira - BA/2019 – Poesia. “O Levante da Fênix” Editora Òmnira/BA-2021, 110 páginas – R$ 40. Teremos ainda a entrega do título de “Personalidade de Importância Cultural” da UBESC (anos 2021 e 2022) e exposição de publicações do Selo Editorial Òmnira e livros de escritores africanos de língua portuguesa. Acontecerá durante o evento uma Edição Especial do Sarau do AGDÁ, o recital poético do prato mais temperado da Bahia, capitaneado por Jovina Souza. O evento tem realização da UBESC - União Baiana de Escritores e Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, com apoio do Movimento Literário Kutanga/Angola. Mais informações: +55 71 98736-9778 WhatsApp ou lealomnira@yahoo.com.br Fonte: ASCOM/Revista Òmnira Texto: Roberto Leal      

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Casemiro de Abreu - Primavera.

"> https://youtu.be/li8cJESHPCU Sabe aquele momento em que você por acaso se depara com uma jóia rara? Foi assim ao procurar um livro na minha estante e me deparei com a obra única do poeta brasileiro Casimiro de Abreu, "Primaveras". Logo lembrei da sua mais famosa poesia... "Meus Oito Anos", que quando eu era criança ouvia meu pai declamar. Essa poesia, escrita em 1857 em Lisboa, depois foi musicada por Silvino Neto em 1956, e cantada na época por antigos cantores. Casimiro de Abreu era filho de comerciante português que queria que ele se dedicasse ao comércio. Mas Casimiro gostava de literatura. Para afastá-lo dessa área, o pai mandou para Portugal aprender comércio. E foi lá que ele adolescente, escreveu suas poesias com saudades do Brasil e da infância durante os 4 anos que lá permaneceu e que consta no seu único livro Primaveras, publicado em 1859. Nasceu em Barra de São João (distrito da cidade que leva seu nome), no RJ, em 4 de janeiro de 1839, e faleceu aos 21 anos em 1860 de tuberculose. Ouça o poema cantado https://youtu.be/li8cJESHPCU

Pensamento Poético de Rabindranath Tagore.

 Rabindranath Tagore, poeta indiano, Nobel de Literatura:  “Se você chorar porque o sol se foi, as lágrimas não vão deixar você ver as estre...