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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

A Mulher e o Mar- Darcy N Brito


Para Refletir

 A protagonista desta história é uma criatura que sempre optou por andar em superfície plana e segura. Muito introspectiva, gosta de contemplar a paisagem que compõe seu caminhar trazendo para o seu mundo interior a beleza das flores, dos rios, dos mares e montanhas, se imaginando fazendo parte de tudo isto que a rodeia. Nas suas fantasias, fugindo de uma realidade que a amedronta, ela se vê escalando montanhas, mergulhando em rios e mares, voando com os pássaros, atravessando nuvens no céu e olhando o mundo exterior do alto das galáxias ao som da sua música. Um dia, sem reparar que apesar das aparências nem todo caminho é seguro, tropeçou num pequeno barranco e caiu ralando os joelhos. Ao sentir a ferida sangrar correu para beira do mar que margeava sua pista. O alívio promovido pelas águas e a beleza do mar na sua ferida fez com que ela adentrasse mais um pouco além da margem, deixando que todo seu corpo se banhasse naquele azul infinito de ondas fortes e cheio de energia. Momento que ficou na sua lembrança despertando o desejo de sempre voltar àquele lugar mágico, atendendo o chamado para chegar cada vez mais fundo. O mar lhe diz, posso lhe mostrar muito mais, a verdadeira beleza está submersa. Mas ela não possui equipamentos para tal e tem receios de que todo aquele encanto se desfaça de forma trágica. Por isto vai até onde o mar oferece segurança, já que a força de sua atração é sempre um convite para um afogamento.

Foto/ Google

sábado, 4 de novembro de 2023

Sabe o que é Cocooning?

“Cocooning ou o prazer de ficar em casa: uma tendência crescente graças ao trabalho remoto e agora ao mau tempo. Conheça esta prática popularizada na década de 80, redescoberta devido à pandemia de Covid-19 e que parece ter voltado para ficar. Cuidado, pois também traz alguns perigos e aqui vamos desvendá-los. confinamento Sentir-se mais confortável e seguro em casa do que em qualquer outro lugar é a filosofia que impulsiona o casulo. Em um mundo que parece andar cada vez mais rápido e em que a tecnologia nos conecta com pessoas de todo o planeta, existe uma tendência social crescente que indica a preferência das pessoas em passar mais tempo em casa e criar um ambiente de conforto e segurança em seu ambiente doméstico. É chamado de "cocooning" (do inglês cocoon, que se traduz como casulo), que se baseia na ideia de que a casa é um refúgio pessoal onde as pessoas podem satisfazer as suas necessidades, desfrutar de atividades de lazer e socializar, tudo sem ter que sair de casa. Esta tendência manifesta-se através de diversas práticas, como o entretenimento doméstico, o trabalho remoto, as compras online e o convívio através dos meios digitais, e intensifica-se quando o tempo está frio e as horas de sol diminuem. Parece familiar para você, certo? O que é o "cocooning" que você pratica sem saber? O termo "cocooning" foi popularizado na década de 1980 por Faith Popcorn, escritora nascida em Nova York e fundadora da Brain Reserve, uma das mais importantes consultorias de marketing do mundo. Na sua essência, reflete a criação de um ambiente doméstico enriquecido e personalizado, onde as pessoas se sentem mais confortáveis e seguras do que os nossos locais, e onde podemos participar em um vasto leque de atividades, desde o trabalho ao entretenimento e interações sociais. Uma tendência incentivada pela pandemia de Covid-19 As medidas de distanciamento social e os confinamentos implementados em muitas partes do mundo para conter a propagação da Covid-19 levaram inevitavelmente à redescoberta do "cocooning". A pandemia fez com que muitas empresas e escolas recorressem ao trabalho e à educação remotos. Isto fez com que as pessoas adaptassem as nossas casas para albergarem um espaço funcional de trabalho e estudo, transformando-as em locais de trabalho e atividade acadêmica. A pandemia da Covid-19 transformou as nossas casas em centros de trabalho, estudo, compras e entretenimento. Além disso, a preocupação com a propagação do vírus também alterou os nossos hábitos de consumo e levou a um aumento das compras em casa, com entregas diretas à porta. A comodidade e segurança de fazer compras a partir de casa reforçaram a ideia de que o lar é também um local central para a aquisição de bens e serviços. Com cinemas, restaurantes e outros locais de entretenimento fechados ou limitados, as plataformas de streaming, videojogos e sistemas de entretenimento doméstico também registaram um 'boom', reforçando a ideia de que as nossas casas são também um espaço ideal para entretenimento e relaxamento. Por fim, o aumento das restrições e a necessidade de manter o distanciamento social aumentaram a socialização online. A videoconferência e as redes sociais tornaram-se as principais formas de manter contato com amigos e familiares e agora são métodos comuns de comunicação. Os riscos de se isolar excessivamente em casa Embora ofereça conforto e segurança em casa, o "cocooning" traz certos riscos se praticado em excesso ou de forma desequilibrada. Estes são os principais: Isolamento social A falta de interação face a face com amigos, familiares e colegas pode levar a sentimentos de solidão e falta de comunicação. As relações pessoais são essenciais para a saúde mental e emocional, por isso o isolamento excessivo pode ser prejudicial. Diminuição da atividade física "Cocooning" é frequentemente associado a um estilo de vida mais sedentário. A falta de atividade física regular pode levar a problemas de saúde, como obesidade, doenças cardiovasculares e deterioração muscular, e a uma diminuição geral da qualidade de vida”. By Meteored www.tempo.com Gloria Martín Meteored Espanha 30/10/2023 12:00

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Joaquim Maria Machado de Assis.

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 21 de Junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis. Perdeu a mãe muito cedo e foi criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentará o autodidacta Machado de Assis. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava na missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contacto com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava a trabalhar. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a protecção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde os seus pais trabalharam. Aos 16 anos, publica o seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efectivo. Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então director do órgão, Manuel António de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protector. Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel António de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias. Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. O seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não lhe rendia qualquer remuneração, mas possibilitava-lhe ter acesso livre aos teatros. Publica o seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas. Agosto de 1869 marca a data da morte do seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de Novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais. Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem-sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.A sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte da sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou. O seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida. Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete. Publica, nesse ano, um livro extremamente original, pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira. Apoiou a ideia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras e no dia 28 de Janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de Setembro de 1908. Fontes:www.releituras.com wikipedia (imagens)

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Qual o Dia de Cosme e Damião

Dia de Cosme e Damião é 26 ou 27 de Setembro? “Atualmente, na Igreja Católica, o dia dos santos Cosme e Damião é 26 de setembro, por conta do dia de São Vicente de Paulo, que morreu no dia 27 e passou a ser festejado nessa data – pois a morte de um santo é o dia em que ele nasce no Céu e para a Igreja. Como não se sabe com exatidão o dia da morte de Cosme e Damião, sua festa foi transferida para o dia 26, embora no rito antigo (extraordinário) ainda se preserve a data original. No Estado da Bahia, região onde a cultura africana é mais presente e o sincretismo também é maior, certos grupos de professos católicos comemoram o dia de S. Cosme e S. Damião juntamente com representantes de outras vertentes religiosas, oferecendo o caruru, comida típica das religiões que cultuam orixás. Quando se faz o “caruru de santo”, é costume convidar sete crianças normalmente desconhecidas e convidadas na rua, de última hora, para serem servidos antes de todos. A Igreja Católica não aprova ou apoia esse tipo de costume, justamente por favorecer o sincretismo e a confusão de conceitos entre religiões diferentes, mas por ser uma prática profundamente enraizada na cultura popular, acaba sendo tolerada como costume cultural ou folclórico típico”. Fonte: https://www.ofielcatolico.com.br

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Diversidade Cultural no Brasil

Você está aqui: Mundo Educação Geografia Geografia humana do Brasil Diversidade Cultural no Brasil A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.
 Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.
Nesse contexto, alguns aspectos culturais das regiões brasileiras serão abordados.
 Região Nordeste
 Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.  Festa do Nosso Senhor do Bonfim, Salvador, Bahia.   Região Norte
 A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.
 A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.  Festival de Parintins (AM) Região Centro-Oeste
 A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.  Procissão do Fogaréu Região Sudeste
 Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó.
 A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.  Feijoada Região Sul
 O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.  Oktoberfest *Créditos das imagens
 * T photography e Shutterstock.com *1 Vinicius Tupinamba e Shutterstock.com  Manifestação cultural - carnaval no Rio de Janeiro* Publicado por Wagner de Cerqueira e Francisco Compartilhe!    Assista às nossas videoaulas Vídeo 1 Vídeo 2 08:34 Cultura Material e Imaterial - Brasil Escola  Brasil Escola YouTube YouTube YouTube 999+ Artigos de "Diversidade Cultural no Brasil s" Cultura da Região Centro-Oeste Conheça seus principais elementos. Cultura da Região Nordeste Os elementos que compõem a diversidade cultural do povo nordestino. Cultura da Região Norte Elementos culturais que compõem a maior região brasileira. Cultura da Região Sudeste As manifestações culturais dos estados do Sudeste do Brasil. Cultura da Região Sul Elementos culturais dos estados do Sul do Brasil. RECOMENDADOS PARA VOCÊ • 
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Região Nordeste Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros. Festa do Nosso Senhor do Bonfim, Salvador, Região Norte A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino. A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro. Festival de Parintins Região Centro-Oeste A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros. Procissão do Fogaréu Região Sudeste Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó. A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc. Feijoada Região Sul O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho. Oktoberfest *Créditos das imagens * T photography e Shutterstock.com *1 Vinicius Tupinamba e Shutterstock.com Manifestação cultural - carnaval no Rio de Janeiro* Manifestação cultural - carnaval no Rio de Janeiro* Publicado por Wagner de Cerqueira e Francisco Compartilhe! facebook twitter whatsapp Assista às nossas videoaulas Vídeo 1Vídeo 2 08:34 Cultura Material e Imaterial - Brasil Escola Artigos de "Diversidade Cultural no Brasil s" Cultura da Região Centro-Oeste Conheça seus principais elementos. Cultura da Região Nordeste Os elementos que compõem a diversidade cultural do povo nordestino. Cultura da Região Norte Elementos culturais que compõem a maior região brasileira. Cultura da Região Sudeste As manifestações culturais dos estados do Sudeste do Brasil. Cultura da Região Sul Elementos culturais dos estados do Sul do Brasil. 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terça-feira, 8 de agosto de 2023

Por que Adolf Hitler poupou os juízes: Oposição Judicial Contra o Estado Nazista Como Hitler usou o judiciário para implementar o nazismo

TERÇA LIVRE 8 DE AGO. DE 2023 ∙ PAID Dr. Hans Petter Graver é um Professor e ex-Reitor da Universidade de Oslo. O artigo é baseado em uma palestra pública realizada no St. Mary's College, em Durham, Reino Unido, enquanto o autor era membro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Durham, de outubro a dezembro de 2016. Uma sessão do Tribunal Popular, julgando os conspiradores do atentado de 20 de julho de 1944. Da esquerda para a direita: General da Infantaria Hermann Reinecke; Roland Freisler, presidente do tribunal; Ernst Lautz, procurador público-chefe. O regime nazista contava com juízes leais que prontamente transformaram a lei alemã liberal em um instrumento de opressão, discriminação e genocídio. Isso foi alcançado sem interferir substancialmente no funcionamento dos tribunais e sem aplicar medidas disciplinares aos juízes. No entanto, nem todos os juízes eram servos condescendentes do regime — alguns resistiram em sua capacidade como juízes. Com base em estudos de caso e literatura existente, este artigo distingue entre duas linhas diferentes de oposição judicial aos detentores do poder: entre a oposição que ocorre de forma aberta e a oposição em segredo, e entre a oposição dentro do que é aceito pelos detentores do poder como estando dentro da lei e a oposição que viola a lei. O artigo busca então explicar a deferência que o regime concedia aos juízes ao empregar a teoria institucional e o conceito de dependência de caminho. A Alemanha estava profundamente inserida na tradição jurídica ocidental, enfatizando a lei como uma instituição autônoma com um judiciário independente. Discursos de Hitler Hitler odiava os juízes. Seguindo as críticas da imprensa nazista a um juiz por uma sentença absurdamente branda de cinco anos de prisão pelo assassinato de sua esposa, Hitler dirigiu-se à judicatura em um discurso no Reichstag em 26 de abril de 1942. Entre outras coisas, Hitler disse: Espero que a classe jurídica alemã compreenda que a nação não existe para eles, mas eles existem para a nação... Daqui para frente, intervirei nesses casos e destituirei os juízes que evidentemente não compreendem a demanda da hora.

Pensamento Poético de Rabindranath Tagore.

 Rabindranath Tagore, poeta indiano, Nobel de Literatura:  “Se você chorar porque o sol se foi, as lágrimas não vão deixar você ver as estre...