sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Quem dera!



Quem dera o sem juízo
O arriscar  do encontro
Sem pensar no prejuízo
Quem dera o roubado beijo
Que por quase não dado
Só aumentava o desejo
Quem dera o descompromisso
Do nada a ter com isso
No farto  e largo sorriso

Darcy Brito

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Nobel de Literatura vai para Kazuo Ishiguro- Prêmio Nobel de Literatura 2017

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Cultura
 05/10/17

Autor de "Os vestígios do dia", escritor britânico nascido no Japão, de 62 anos, é o premiado de 2017. Academia destaca a "grande força emocional" para justificar sua escolha.
Kazuo Ishiguro (Getty Images/B. A. Pruchnie)
O escritor britânico nascido no Japão Kazuo Ishiguro, de 62 anos, foi laureado nesta quinta-feira (05/10) com o Nobel de Literatura. No anúncio, a Academia Sueca destacou a "grande força emocional" de sua obra. Entre seus romances mais famosos está Os vestígios do dia, de 1989.
"Os escritos de Ishiguro são marcados por um modo de expressão cuidadosamente restrito, independentemente de qualquer evento que ocorra", disse a Academia. "Os temas com os quais ele está mais associado – memória, tempo e desilusão – são particularmente notáveis em seu romance mais renomado, Os vestígios do dia."
O livro Os vestígios do dia foi adaptado para o cinema num filme homônimo, que chegou a ser indicado ao Oscar e teve o ator Anthony Hopkins fazendo o papel do mordomo obcecado Stevens.
Entrevistada logo após o anúncio, a secretária permanente da Academia Sueca, Sara Danius, descreveu Ishiguro como um autor que é uma mistura entre Jane Austen e Franz Kafka, com um pouco de Marcel Proust.
"Ao mesmo tempo, é um escritor de grande integridade. Desenvolveu um universo estético próprio", afirmou Danius, que realçou que a Academia Sueca atribuiu o prêmio à obra na sua plenitude e não a um livro específico.
Questionada, porém, sobre qual o seu livro favorito do autor, Danius disse encarar todos os seus livros como "maravilhosos, verdadeiramente requintados", embora destaque O gigante enterrado, de 2015.
"Ele é muito interessado em compreender o passado, mas não é um escritor proustiano. Não está à procura de redimir o passado. Explora o que tem de esquecer para sobreviver, em primeiro lugar, enquanto indivíduo ou enquanto sociedade", afirmou. 
O escritor britânico nasceu em Nagasaki, no Japão, e estabeleceu residência com a família no Reino Unido no início da década de 1960, quando tinha cinco anos de idade. 
Destacou-se com os primeiros contos, publicados na revista Granta, escreveu para cinema e televisão, e é autor de canções. Tanto seu primeiro romance, Uma pálida visão dos montes (1982), e o subsequente Um artista do mundo flutuante (1986) se passam em Nagasaki poucos anos depois da Segunda Guerra. Com a obra Os vestígios do dia, ele venceu o renomado Booker Prize, em 1989.
Depois de dois anos de vencedores não convencionais, o anúncio desta quinta-feira marca o retorno da literatura tradicional ao Nobel de Literatura. O prêmio dotado em 9 milhões de coroas suecas (1,1 milhão de dólares) do ano passado foi para o compositor americano Bob Dylan e no ano anterior para a jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich.  

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  • Data 05.10.2017

domingo, 1 de outubro de 2017

D. Pedro ll - PARA QUEM GOSTA DE HISTÓRIA DO BRASIL

Você Sabia?
      
• Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da população brasileira era analfabeta. • Em seu último ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educação, a construção de faculdades e, principalmente, de inúmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colégio Pedro II.
 • A bandeira nacional brasileira tem entre as cores o verde e o amarelo pois a mãe de Pedro II do Brasil, a Imperatriz Leopoldina idealizou e costurou a primeira bandeira nacional sendo o verde a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo . Diferentemente como muitos pensam o verde não representa as matas e o amarelo não representa o ouro. Além disso, seu pai, Pedro I, foi quem compôs o nosso primeiro hino nacional, hoje conhecido como hino da independência.
 • Pedro II do Brasil é Patrono do Corpo de Bombeiros e da Astronomia.
 • Em 1887, a temperatura média anual na cidade do Rio de Janeiro foi de 24°. No mesmo ano, a máxima no verão carioca no mês de janeiro foi de 29°.
 • A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as próprias refeições diárias da família imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o salário de Pedro II). 
 • Em 1871, a Imperatriz Teresa Cristina doou todas as suas joias pessoais para a causa abolicionista, deixando a elite furiosa com tal ousadia. No mesmo ano a Lei do Ventre Livre entrou em vigor, assinada por sua filha a Princesa Imperial Dona Isabel. 
 • (1880) O Brasil era a 4º economia do Mundo e o 9º maior Império da história.
 • (1860-1889) A média do crescimento econômico foi de 8,81% ao ano.
 • (1880) Eram 14 impostos, atualmente são 98. 
 • (1850-1889) A média da inflação foi de 1,08% ao ano.
 • (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do dólar e da libra esterlina. 
 • (1880) O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra.
 • (1860-1889) O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
 • (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km. A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que "causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolerava uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição". Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia. "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou". (Machado de Assis)
 • A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental em (1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados. 
• Entre 1850 e 1890, o Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos. 
• O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel. 
• O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani” foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
 • Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto em tramito até hoje nunca saiu do papel.
 • Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Dragões da Independência por achar desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir. 
• Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
 • Desconstruindo boatos, D.Q Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos. 
• Oficialmente, a primeira grande favela na cidade do Rio de Janeiro, data de 1893, 4 anos e meio após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos. 
• D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,70m e mulheres 1,60m. 
• Na época do golpe militar de 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular. 
• José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.
 • O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico. • O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina. 
• Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris. 
• A ideia do Cristo na montanha do Corcovado partiu da Princesa Isabel.
 • A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
 • D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
 • D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente.
 • A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil. 
• D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
 • D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga. 
• Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época. 
• Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los. 
• Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista. 
• D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições. 
• Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos. 
• Pedro II fez um empréstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
 • A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
 • Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II. 
• Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
 • D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exílio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
 • A Princesa Isabel já em seu exilio em 1904 foi perguntada por que a família raramente usava as joias Imperiais no Brasil. Princesa Isabel respondeu que tanto ela como sua mãe, sabia que aquelas joias não as pertenciam. Que poderiam usar a qualquer hora em qualquer ocasião, mas raramente enxergavam motivos para usa-las. “Ainda mais se tratando de adornos grandes, pesados e de extrema “arrogância” com nosso povo”.
 • Em particular a Imperatriz Teresa Cristina sempre foi alvo de jornais e nobres da época por sua simplicidade e falta de capricho em seus trajes e adornos. Sempre muito discreta, só usava suas joias de cunho pessoal, nunca usou as joias do cofre Imperial, as tais “joias da coroa”. A mídia zombava de uma Imperatriz que se vestia como uma senhora de classe média. 
 Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Diário de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrópolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de José Murilo de Carvalho
Artigo recebido pelo WhatsApp

sábado, 23 de setembro de 2017

Reflexões Acerca de Fazer o Bem

REFLEXÕES ACERCA DO FAZER O BEM
GALERIA 23 23AMERICA/SAO_PAULO SETEMBRO 23AMERICA/SAO_PAULO 2017 DEIXE UM COMENTÁRIO
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Por: Renata de Souza da Silva Rodrigues

No mundo em que vivemos, nesta realidade de pessoas cada vez mais individualistas e com dificuldade em demonstrar empatia, fazer o bem tornou-se algo um tanto difícil de se realizar. Os indivíduos que compõem a sociedade atual cada vez mais se afastam da ideia do grupo que fica unido para que todos se protejam e convivam em igualdade, se aproximando mais da ideia do EU que não precisa de outro para viver. Esquecemos um do outro, buscamos o que é de nosso próprio interesse.

Podemos observar que muitas vezes, fazer o bem ganha um significado diferente nas nossas relações, significados como uma troca de favores, um momento usado para se autopromover ou mesmo uma desculpa para depois escravizar o outro à minha vontade e toda vez relembrar que se fez algo por ele. Outro problema que vemos em pessoas que costumam realizar boas ações é a cobrança do que vai acontecer depois que se fizer o bem para alguém, ou seja, ficar à espreita do que fará aquele que recebeu o bem. Assim, tentamos ver além do simples ato de fazer o bem e com isso ficamos frustrados ao esperarmos que quem recebeu o bem faça-o também, mas não o faz.

Fazer algo bom deve ser simplesmente por querer o outro bem. Fazer o bem deve ser feito olhando para dentro de nós mesmos e não do outro. Pois quando olhamos para fora, o que se apresenta podem ser aspectos de frieza, individualismo, desrespeito e egoísmo que são disseminados. Por vezes, pensamos em desistir e acreditamos que só a violência e o desamparo mostrados nos meios de comunicação são verdadeiros e possíveis. Desacreditamos da possibilidade de que ainda há sentimentos e ações boas na sociedade em que vivemos. Não podemos deixar a chama se apagar em nós e naqueles que nos cercam. Um velho ditado já dizia “fazei o bem, sem olhar a quem” e eu ousaria completá-lo dizendo “e sem olhar além”, devemos continuar fazendo o bem, mesmo com a sociedade atual substituindo os valores de solidariedade, empatia e respeito por outros tão distantes destes.

Fazer o bem porque alguém merece e fazer o bem esperando ver os resultados da sua própria ação pode provocar ansiedades, tristezas e frustrações que podem minar a vontade de ser solidário. Fazer o bem deve ser algo que vem de dentro, deve ser compreendido como o semear de uma planta que pode demorar muito para crescer e dar resultados. Talvez você tenha feito algo de bom para alguém e não viu os resultados imediatos, mas acredite, nossas ações vão além do que podemos ver, podem atingir vidas que nem mesmo estão ligadas a nós, por isso, continue a fazer o bem mesmo que os resultados do que você tem feito pareçam distantes.

Imagem capa: Pinterest

Colunista:

Renata de Souza da Silva Rodrigues
CRP 05/48142

Psicóloga, graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro / UERJ.
Atende no Rio de Janeiro oferecendo atendimento clínico e
orientação profissional para adolescentes, jovens e adultos.
Uma das idealizadoras da Fanpage e Projeto Multiplica Psi.
Contatos:
E-mail: renata.rodrigues.psi@gmail.com
Facebook.com/multiplicapsi

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domingo, 23 de julho de 2017

QUASE! a palavra que diz que você chegou perto.


As palavras, de um modo geral, servem para muita coisa. Para nomear, classificar,, narrar uma história, descrever uma situação, elogiar, ofender, acusar, satirizar, etc.. Ou seja, para tudo que existe e faz parte da vida tem uma palavra que a identifica ou define. Mas existe uma palavra que me intriga bastante,
é a dita palavra QUASE. Essa palavra nomeia o que não aconteceu. E se não aconteceu não existe. Então, ao contrário de todas as outras palavras, o "quase” nomeia o não, o chegou perto, o por um triz, (este também chamado de Quase-Quase). Ex. quase - quase caí; quase morri; quase ganhei...
Podemos até dizer, com toda certeza, quase não nasci. E quem nunca nasceu poderia dizer quase nasci, pois para nascer, ou não, depende do encontro e, na fecundação, vence quem ganha a competição. O segundo lugar pode dizer quase cheguei. Mas não chegou. Todo dia tem um quase em nossa vida, e nem sempre percebemos ou, às vezes, percebemos depois. Se era pra ser ruim, sentimos alívio. Se era pra ser bom, ficamos a lamentar. Pode até acontecer depois, mas naquele momento foi quase. Se o quase não esteve presente, no que fatalmente aconteceu, podemos amá-lo ou odiá-lo por ter faltado.
Em tempo: livre pensar é só pensar. E você pode discordar desta chatice pessoal filosófica.

Os sutiãs envelheceram?



Na década de 60, em protesto a antigos padrões sociais machistas, o movimento libertário feminista invadiu o mundo buscando novos horizontes, queimando sutiãs em praça pública, defendendo o uso da pílula anticoncepcional contra a gravidez indesejada, e etc..Hoje, os anticoncepcionais evoluíram, os sutiãs foram substituídos por próteses de silicones, mas o nível de protesto baixou tanto que chegamos ao ponto de ver mulheres agachadas em plena via pública, urinando ou defecando, para protestar contra o que quer que seja. Ao mesmo tempo em que fazem campanhas contra a violência sofrida pelas mulheres, vindas de diversos setores, principalmente dos seus companheiros.
Mas, como dizer “Sou Mulher e Quero Respeito”, dessa forma?
Foto Google 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Ser feliz para sempre é Conto-da-carochinha


Correr atrás da felicidade não traz felicidade pra ninguém.É como uma droga, quando o efeito passa vai-se em busca de mais. Há pessoas que estão sempre de malas prontas, nos portões de embarque, porque não conseguem aportar por muito tempo no seu porto. Já outros viajam sem sair do lugar. O importante é descobrir que dentro de cada um de nós existe todos os ingredientes para se fabricar a própria felicidade. Porque felicidade é um estado de espírito pessoal. O que é bom para um nem sempre o é para  o outro. Ē viver consciente de que ganhos e perdas fazem parte da existência. Há perdas necessárias assim como há ganhos desnecessários. Infelizmente, no mundo moderno, há uma tendência para se padronizar a felicidade. Todos querem ter ou ser como todos, para sentir-se inserido no contexto. E, como tudo flui e se dilui na leveza rápida e inconsistente da felicidade artificial, corre-se em busca de mais e do risco de se sentir infeliz para sempre.
Portanto, use da sua inteligência e imaginação e faça seu bolo com os saudáveis ingredientes que tem na despensa existencial do seu ser. E cante parabéns pra você.

Quem dera!

Quem dera o sem juízo O arriscar  do encontro Sem pensar no prejuízo Quem dera o roubado beijo Que por quase não dado Só aumentava o ...