Teus botões não abram ainda
Pairam sobre vós nuvens carregadas
E no chão não vos quero molhadas
Amanhã, quem sabe, a luz se espalha?
E no brilhante verde das folhas
Da janela irei contemplá-las.
PARA ONDE NOS LEVA ESTE MUNDO FLUTUANTE? Neste contexto atual do efêmero, do passageiro, onde nada mais é sólido nem permanente, contraria...
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