Pesquisar este blog

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Poemas do Tempo .

 EDITORA ÒMNIRA  


POEMAS DO TEMPO" DE DARCY BRITO 

Darcy Brito traz em seus versos a sensibilidade de quem viveu intensamente o tempo. Professora dedicada, passou anos de sua vida ensinando e moldando mentes, enquanto sua própria mente cultivava palavras e emoções que, mais tarde, se traduziriam em poesia. Agora, na aposentadoria, ela revela esse lado adormecido, dando vida a poemas que refletem tanto sua vivência quanto sua paixão pelas letras.

Seus poemas capturam a essência do tempo – o rio invisível que flui, marcando nossa existência com lembranças, saudades e momentos. Em "Poemas do Tempo", Darcy Brito nos convida a navegar por suas reflexões, onde o presente se funde com o passado e o futuro, em versos que nos fazem sentir cada segundo de forma profunda e íntima.

A escritora não só vivenciou o tempo em suas múltiplas dimensões, mas o transformou em ponte entre memórias e sentimentos. Influenciada por grandes nomes da literatura, como Machado de Assis e Vinicius de Morais, Darcy une sua bagagem de vida à sua vasta experiência literária, oferecendo ao leitor uma viagem repleta de emoções, sabedoria e nostalgia.

Prepare-se para mergulhar em poemas que falam sobre os mistérios do tempo, sobre as marcas que ele deixa e sobre a saudade que sempre nos acompanha. "Poemas do Tempo" é mais que um livro; é um convite a refletir e a sentir, com intensidade, cada pulsar da vida. "Poemas do Tempo", Editora Òmnira, Luanda/Angola-África, 80 páginas. A obra terá sua venda destinada à entidades filantrópicas que trabalham com crianças  em Angola.

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Os principais pesquisadores do Japão estão emitindo um grave aviso sobre Vacina anti COVID

 

Em uma declaração surpreendente, cientistas japoneses rotularam as vacinas contra a COVID-19 como o medicamento mais mortal da história da medicina, afirmando que os indivíduos responsáveis ​​por esta crise global de saúde devem ser processados.

Investigações recentes revelaram conexões alarmantes entre vacinas de mRNA contra COVID e picos significativos em mais de duzentas das doenças mais mortais do mundo.

Os principais pesquisadores do Japão estão emitindo um grave avisoessas vacinas estão afetando adversamente todos os aspectos concebíveis da saúde humana. Com essas ligações agora surgindo globalmente, as implicações são surpreendentes. Você pode ter notado a tendência de pessoas que… bem, morreram repentinamente.

Enquanto Bill Gates e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, se preparam para enfrentar julgamento na Holanda, os principais cientistas médicos do Japão estão se mobilizando por justiça, exigindo responsabilização daqueles que orquestraram a distribuição da vacina de mRNA contra a COVID-19.

Os principais especialistas médicos do Japão declararam publicamente que as vacinas são “veneno” e descreveram a campanha global de vacinação como um “massacre moderno”.

Durante uma coletiva de imprensa de emergência realizada por importantes especialistas médicos e membros do parlamento japonês, um painel de renomados especialistas médicos subiu ao palco para transmitir um alerta de código vermelho ao público.

Compartilhando os resultados de uma revisão sistemática “chocante” de artigos de pesquisa que abrangeram seis meses de investigações rigorosas sobre os efeitos colaterais das vacinas de mRNA da COVID, os especialistas criticaram a Big Pharma por continuar o massacre e alertaram o mundo sobre as novas vacinas de réplica.

Os japoneses entendem que os gigantes da Big Pharma que controlam a mídia ocidental não permitirão que nenhuma de suas descobertas seja apresentada na grande mídia.

Pior ainda, as redes sociais são cúmplices do encobrimento, tentando desesperadamente censurar e controlar qualquer pessoa que compartilhe informações reais sobre o crime do século.

De acordo com pesquisadores japoneses, as vacinas contra a Covid são oficialmente o medicamento mais mortal na história da medicina ocidental, matando e ferindo centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo, à medida que as consequências continuam a se espalhar.

Embora medicamentos mortais anteriores tenham causado enormes escândalos em sua época – pense na Talidomida, por exemplo – aqui no mundo ocidental, ninguém tem permissão para falar sobre o fato de que vacinas experimentais de mRNA mataram um número extraordinário de pessoas.

Como os japoneses estão dizendo, a Big Pharma e a elite global têm sangue nas mãos e estão usando a grande mídia para encobrir o crime do século.

Não se pode permitir que a conspiração da Covid saia impune desse crime, principalmente quando os próprios documentos da Pfizer revelam a verdade oculta sobre a extensão chocante da carnificina.

O médico obstetra e ginecologista de renome mundial Dr. James Thorp denunciou o grande acobertamento, alertando o público sobre os números preocupantes que os governos, a indústria farmacêutica e a grande mídia estão trabalhando horas extras para manter escondidos do público.

A talidomida foi retirada do mercado no início dos anos 1960 após causar deformidades em 10.000 crianças. Em contraste gritante, as autoridades optaram por não retirar do mercado as vacinas de mRNA da COVID, apesar dos números alarmantes relatados durante o lançamento inicial.

Somente nas primeiras dez semanas, houve um número surpreendente de 42.086 vítimas — e esse é apenas o número admitido pelas autoridades.

Como disse o Dr. Thorp, “se você calcular a proporção de feridos para mortos, ela não tem precedentes na guerra e na medicina”.

Apesar da carnificina, a elite continua avançando a todo vapor com seus planos de continuar injetando mRNA nos humanos.

O czar mundial da saúde não eleito, Bill Gates, pode estar sendo julgado na Holanda por mentir sobre as vacinas da Covid e destruir a saúde das pessoas, mas ele ainda está descaradamente defendendo sua nova geração de injetáveis, alegando que o mRNA resolverá todos os problemas conhecidos pelo homem.

Perturbadoramente, Gates também revelou que eles planejam usar “pequenos adesivos” e mosquitos em vez de agulhas, o que significa que as pessoas nem perceberão que foram “vacinadas” com seu produto de terapia genética favorito.

Este documento prova que a vacina experimental de mRNA da Pfizer não é apenas o medicamento mais mortal já lançado, mas também, como o Dr. Thorp explicou anteriormente, o medicamento mais prejudicial da história da humanidade.

Para cada morte, mais de 33 pessoas foram feridas pela vacina. Lembre-se de que esses são dados da própria Pfizer.

Para entender verdadeiramente a gravidade deste holocausto médico, temos que colocá-lo no contexto da história.

A primeira coluna mostra os danos causados ​​pelas bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945. Houve cerca de 94.000 feridos e 105.000 mortos, para uma proporção de feridos para mortos de aproximadamente 0,9.

Agora olhe para a coluna do meio – Talidomida. Antes do mRNA, a Talidomida era a droga mais mortal na história da medicina. A palavra ainda causa arrepios e com razão. No entanto, comparada às vacinas de mRNA, a Talidomida não era nada. Houve 20.000 ferimentos e 80.000 mortes para uma proporção de ferimentos para mortes de 0,25.

Agora, avancemos para 2021 e o mRNA experimental da Pfizer. Eles mataram 17 milhões de cidadãos globais. E estes são apenas os que eles admitiram.

Agora, lembre-se de que esta droga não é apenas a mais mortal da história mundial, é de longe a mais prejudicial. Então, como calculamos o número oficial admitido pela Pfizer de lesões globais causadas por sua vacina de mRNA?

A proporção de feridos para mortos é de 33,4 para 1. Multiplique 33,4 por 17 milhões, o número oficial de mortos, e isso dá 567 milhões de cidadãos globais que ficaram feridos.

Some o número de mortos e feridos para um total de 585 milhões de cidadãos globais mortos e mutilados pela Pfizer.

Se você já se perguntou se o que aconteceu na Alemanha nazista poderia acontecer novamente, os últimos 4 anos basicamente responderam sua pergunta.

A maioria das pessoas estava do lado dos nazistas.

Veja Chris Cuomo, por exemplo. O ex-hacker da CNN passou a pandemia promovendo a Pfizer e pedindo aos americanos que se vacinassem, tomassem reforços, usassem máscaras e obedecessem a todas as ordens autoritárias emitidas pelo governo.

Assim como Anderson Cooper, ele estava no trem da alegria patrocinado pela Big Pharma.

Três anos depois, Cuomo, agora na News Nation, finalmente entende que ele era apenas mais um idiota útil.

Quando você considera que a elite global ainda está avançando com seu plano de vacinar o mundo inteiro com múltiplas doses de mRNA mortal para cada doença concebível, fica claro que eles devem enfrentar a justiça na forma de julgamentos por crimes contra a humanidade.

As evidências que surgem do Japão e os julgamentos que devem ocorrer na Holanda são apenas o começo. Temos uma tarefa monumental pela frente para garantir que os responsáveis ​​sejam levados à justiça.

Fonte:https://thepeoplesvoice.tv/japan-officially-names-covid-mrna-vaccine-most-deadly-drug-in-history-of-humankind/

 

sábado, 10 de agosto de 2024

Origem do Dia dos Pais

Por Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil - São Paulo 

O segundo domingo de agosto é a data reservada no Brasil para homenagear os pais. Aqui, o Dia do Papai foi instituído pelo publicitário Sylvio Bhering em 1953, na época diretor do jornal O Globo e da Rádio Globo, conforme registros do site de memória da empresa de comunicação


Inicialmente, a data escolhida era 16 de agosto, quando a Igreja Católica celebrava São Joaquim, pai de Maria, a mãe de Jesus. O dia dedicado ao santo mudou, mas o oitavo mês do ano fez sucesso entre os comerciantes que ganharam um período para aquecer as vendas.

“O Dia das Mães já existia, então a ideia foi: por que não ter também um Dia dos Pais? E, aqui no Brasil, mais declaradamente, surgiu como uma ideia mercadológica, publicitária mesmo. Então muito ditado até mesmo para movimentar o comércio”, explicou Sérgio Dantas, professor de Marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie. 

A data foi consagrada em agosto e no domingo, tradicionalmente um dia de encontros familiares. São Joaquim passou a ser celebrado em 26 de julho, junto de Sant´Ana, mãe de Maria, que virou o Dia dos Avós. 

Dantas, no entanto, indica outro provável motivo para a manutenção da homenagem em agosto. “Eu acredito que foi estrategicamente escolhido porque o comércio tem datas marcantes. A gente finaliza o ano com o Natal, que é a grande data. Tem depois, no primeiro semestre, o Dia das Mães, que é a segunda maior data de movimento. Logo depois, em junho, tem o Dia dos Namorados. E aí só o Dia das Crianças, em outubro. Acho que a ideia foi tentar espaçar isso ao longo do ano”, aponta. Entre essas datas, o Dia dos Pais foi a última a ser definida.

Outros países

As especificidades da data escolhida para o Brasil fazem com que o país seja um dos únicos a homenagear os pais em agosto. A data mais disseminada no mundo, reconhecida em pelo menos 70 países, é o terceiro domingo de junho, uma história que começa nos Estados Unidos. 

Sonora Luise Smart, filha de um agricultor que lutou na Guerra Civil em 1862, queria homenagear o pai, William Jackson, que criou os filhos sozinhos após a morte da esposa.

A data escolhida para a primeira comemoração, ocorrida em 1910, foi 19 de junho, data do aniversário do pai de Sonora. A ideia se espalhou e foi oficializada, em 1966, pelo presidente Lyndon Johnson como o terceiro domingo de junho. 

“Padronizou de ser no terceiro domingo, que até era um dia mais fácil das famílias estarem juntas e de vivenciarem o propósito do Dia dos Pais, que é justamente essa união, a comunhão. Como os Estados Unidos são um país que dita tendências, muitos países acabaram seguindo essa determinação deles”, aponta Dantas.

Há também países que celebram a data em 19 de março, Dia de São José, como Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras.

Edição: Lílian Beraldo

sábado, 29 de junho de 2024

Festival Internacional em Luanda

Internacional  Festival Ntwala oh Year em Luanda. Agradecendo a Roberto Leal Editor da Revista Omnira, a inclusão de dois livros infanto-juvenil de minha autoria “O Baú do Vovô Pança e “A Rebelião do Melão Amarelão e seus amigos.

O jornalista, escritor e editor brasileiro é manchete no Jornal de Angola, Página 37 - Cultura, do dia 19 de junho (quarta feira). 

Tendo sido citados o escritor John Bella, um pesquisador natro da rainha Njinga a Mbande e as poetas mirins Lesliana Ngola, Quereni Pedro e  Wende_Bocado _oficial que recitaram poesias do autor  e de outros consagrados.


quinta-feira, 13 de junho de 2024

Professor doutor Felipe Dal Pizzol, brasileiro, reconhecido como o pesquisador mais importante e produtivo do mundo



Fonte: alÔalôbahia

Professor de universidade brasileira é reconhecido internacionalmente como influente pesquisador em campo da medicina


O professor doutor Felipe Dal Pizzol, do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma, em Santa Catarinafoi reconhecido como o pesquisador mais importante e produtivo do mundo no campo da encefalopatia associada à sepse, em um artigo publicado na revista Frontiers in Medicine.

O professor se destaca tanto pelo volume de produção científica quanto pelo impacto significativo de suas pesquisas. “Ele publicou 61 artigos científicos, o maior número registrado entre os pesquisadores da área, e suas obras receberam 930 citações, refletindo a importância e a relevância de seu trabalho no campo da medicina”, diz nota publicada pela UNESC.

No artigo publicado pelo Frontiers in Medicine, Dal Pizzol é citado como influente fonte de outros pesquisadores,sendo frequentemente utilizado por aqueles que usam o trabalho do educador como base para suas próprias pesquisas. Em uma análise abrangendo de 2001 a 2021, Dal Pizzol foi destacado como o principal autor em pesquisas sobre encefalopatia associada à sepse. 

Nosso grupo possivelmente foi o primeiro a descrever um modelo animal para estudar de forma mais profunda e detalhada a disfunção cerebral causada pela sepse. Esse trabalho é fruto de uma longa colaboração com o professor João Quevedo, também notado no artigo como um dos pesquisadores mais citados na área. Muitos dos trabalhos que realizei foram parcerias nossas, originadas na tese da professora Tatiana Barichelo, também da UNESC. Foi nesse contexto que propusemos um modelo e, a partir dele, produzimos muito conhecimento sobre o desenvolvimento da encefalopatia, sugerindo alguns tratamentos e realizando estudos com novos medicamentos em humanos. No entanto, acredito que o mais significativo foi ter descrito e desenvolvido um modelo para estudar essa doença”, explicou ele.

Segundo Dal Pizzol, no início, esse modelo foi desenvolvido sem nenhuma contribuição internacional; foi um trabalho 100% de professores da UNESC. “No entanto, a partir daí, passamos a estabelecer colaborações internacionais, principalmente com pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa, incluindo Inglaterra e França. Essas parcerias têm sido extremamente valiosas, ajudando a suprir lacunas tecnológicas que não conseguimos preencher aqui, além de oferecer facilidades estruturais que levaríamos muito tempo para desenvolver”, enfatizou.

De acordo com ele, a presença de pesquisadores renomados mundialmente também aumenta significativamente a visibilidade do trabalho. “A participação de pesquisadores de países desenvolvidos ajuda a aumentar a credibilidade e a disseminação da nossa pesquisa. Apesar das parcerias e colaborações internacionais, a base do nosso trabalho está na Universidade. Sem o apoio da UNESC, nada disso teria sido possível. O respaldo que a instituição nos proporcionou foi fundamental”, pontua.

Dal Pizzol ainda ressalta que uma juventude apaixonada e motivada é essencial para o avanço da ciência no Brasil. “Devemos seguir nossa paixão. Reconhecer a importância da nossa missão é servir como exemplo para os jovens. Eles devem ter uma visão de pesquisa voltada para a inovação, o desenvolvimento de novas tecnologias e produtos, o que é crucial para o progresso da ciência e do país”, comentou.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

J.R.Guzzo, cita o Financial Times e mostra o podre de Lula, STF e FFAA.

O Brasil virou Pária

J. R. Guzo/Revista Oeste


Tinha de acontecer, mais cedo ou mais tarde — e é óbvio que acabou acontecendo. O Supremo Tribunal Federal tantas fez para proteger a corrupção no Brasil, mas tantas, com tanta arrogância e tão pouco caso com o decoro mínimo esperado de sua conduta, que conseguiu enfim chamar a atenção do mundo para o que estão fazendo aqui. Um ano atrás a porção da comunidade internacional que se considera mais civilizada e mais apta a decretar regras de comportamento para as demais festejava a “vitória da democracia” no Brasil. Que sorte para o planeta, não? O perigo do “populismo de direita” foi derrotado. O amor venceu. O Brasil “voltou”. Não contavam com a astúcia do ministro Dias Toffoli. Em apenas um ano, com a sua inédita sucessão de sentenças em favor da ladroagem e dos ladrões, ele conseguiu demolir toda essa conversa. Eis o Brasil, por sua conta, colocado entre os párias do mundo — os países sem lei, sem códigos morais e sem vergonha que fazem parte da face escura da humanidade.


A destruição do STF como uma casa de respeito já era obra avançada, com o teto e as paredes no chão, pela atuação do ministro Alexandre de Moraes. Ele, com o STF atrás de si, aboliu os direitos civis que estão na Constituição para instalar uma ditadura penal no Brasil — aberração que transformou o Supremo em delegacia de polícia destinada a reprimir adversários políticos do regime atual. Mais dia, menos dia, a sua vez vai chegar. Moraes tem tudo para acabar no noticiário da imprensa internacional como uma dessas figuras de Terceiro Mundo que aparecem, de tempos em tempos, como sucessores de Idi Amin quando o ditador entrava em sua personalidade de magistrado. Mas Toffoli chegou antes. A insegurança jurídica criada nos últimos anos pelo STF, na qual ninguém sabe qual é a lei que está valendo hoje, superou as fronteiras da violação às garantias democráticas e mergulhou de cabeça no bas-fond da roubalheira do Erário. Aí já ficou demais. É como o sujeito que em vez de tirar o calção de banho dentro da piscina, para ninguém ver, sobe no trampolim para mostrar a todo mundo que está nu.


A verdade sobre o alto Judiciário no Brasil, conhecida aqui dentro, mas escondida nesse tempo todo pela mídia internacional de primeira linha, veio à luz do sol da pior maneira possível para o STF. O Financial Times de Londres, que funciona como um boletim de comportamento para governos e nações de todo o mundo, publicou uma exposição 100% objetiva, competente e arrasadora sobre a atual disparada da corrupção no Brasil — e o papel essencial que Toffoli e o STF exercem nesse conto de horror. É muito ruim, porque o Financial Times está entre a meia dúzia de veículos de imprensa que são lidos em salas de diretoria, reuniões de ministros do Primeiro Mundo e os gatos mais gordos da alta burocracia global. É acompanhado nos departamentos de marketing e pelos fiscais mais severos da obediência ao politicamente correto. Enfim, para resumir a ópera: está entre as leituras preferidas da turma de Davos que deixa Lula, a ministra Marina e a direção do PT sempre tão agitados. Pior que tudo, talvez, uma matéria publicada ali serve como uma espécie de “liberou geral” para a elite da mídia globalizada. Saiu no FT? Então pode sair em qualquer lugar.


Notícia publicada no jornal Financial Times (5/2/2024): “Supremo Tribunal Federal ordena investigação de grupo anticorrupção” | Foto: Reprodução/FT


Está tudo ali. A anulação da multa de R$ 10 bilhões da J&F e de R$ 3,8 bilhões da Odebrecht que, por força de acordo judicial, as duas empresas se comprometeram a pagar para seus diretores não serem presos pelo crime de corrupção ativa. Toffoli, sozinho, cancelou as duas, de modo que os réus confessos nem foram para a cadeia nem pagaram o que tinham de pagar. É citado o relatório da Transparência Internacional que rebaixou o Brasil em dez posições na lista dos países mais corruptos do mundo em 2023, sua pior colocação desde 1995 — e que cita nove vezes o nome de Toffoli. O artigo revela a destruição dos sete anos de luta contra a corrupção feita pela Lava Jato. Cita os 2,2 mil anos de sentenças de prisão anulados em favor dos 165 ladrões condenados. Menciona a anotação que o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos fez sobre a ladroagem da Petrobras nos governos Lula-Dilma — segundo os americanos, o maior caso de propina já registrado na história. Revela aos leitores mais qualificados do mundo que Toffoli foi advogado do PT antes de ser nomeado por Lula para o STF. Informa que o ministro Cristiano Zanin foi advogado pessoal do mesmo Lula.


É um desastre com perda total. “Graças às decisões de Toffoli, o Brasil tornou-se um cemitério de provas de crimes que geraram miséria, violência e sofrimento humano”, diz o Financial Times, citando o texto da Transparência Internacional. “O país está se tornando cada vez mais, aos olhos do mundo, um exemplo de corrupção e de impunidade.” O jornal informa também qual foi a reação do ministro diante do relatório: mandou investigar criminalmente a entidade, com base numa notícia patentemente falsa, e já enterrada há muito tempo, sobre ilegalidades imaginárias que teria praticado no Brasil. É uma das regras de ouro da filosofia penal do já citado Idi Amin. “Nós aqui temos liberdade de expressão”, dizia ele. “O que não podemos garantir é a liberdade de quem se expressa.” É o puro STF do Brasil de hoje, só que de efeito real equivalente a três vezes zero. A Transparência Internacional tem sede em Berlim. Não pode ser indiciada, desmonetizada ou presa por Alexandre de Moraes e sua Polícia Federal. É uma perfeita palhaçada. A tempestade que se anuncia

Zeferino Góes


O jornalista Paulo Figueiredo, exilado político nos Estados Unidos, fez gravíssima denúncia que deixa comprovado ter havido golpe de Estado no Brasil na última eleição presidencial. Às vésperas de deflagrar a operação Tempus Veritatis, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, reuniu-se com o Comandante do Exército, Thomaz Miné, na casa deste último. A verdade sempre aparece. A reunião aconteceu das 20:00 até as duas horas da madrugada, quando foram acertados os detalhes finais do que deveria ser feito.


O que Paulo Figueiredo não falou, mas agora se sabe, é que foi o Comandante do Exército quem chamou Moraes à sua casa. Miné está interessado em desmontar o Exército Brasileiro e transformá-lo numa espécie de Guarda Nacional venezuelana. Além disso, vai aproveitando e eliminando seus inimigos na caserna. Vamos ver se irá conseguir. Thomaz Miné, depois que o desmoralizado cachaceiro e ladrão ficou como marionete na Presidência, embolsou quase um milhão de reais em dinheiro vivo dos cofres públicos.


O montante é referente a “vantagens e outros penduricalhos” que somente eles, os que deram o golpe eleitoral, sabem explicar. É preciso que a população esteja consciente e deixe os olhos bem abertos para responder a esses canalhas quando a situação propícia calhar. O bandido de nove dedos, desmoralizado, analfabeto e amasiado com prostituta do mais degradado nível, vive colocando o país em maus lençóis nas viagens intermináveis que empreende com uma multidão na comitiva e gastando milhões de reais.


Mas não é apenas ao surrupiar o dinheiro dos pagadores de impostos que o miserável sugador dos recursos públicos humilha o país. O pior de tudo são as declarações que o calhorda vem fazendo, como quando comparou a reação de Israel, às ações terroristas do Hamas, ao “nazismo de Hitler”. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deu resposta dura ao cafajeste ladrão do dinheiro dos que pagam impostos, chamando o embaixador brasileiro para uma reprimenda vergonhosa.


Provado está que quem deu o golpe, nas últimas eleições, foi o Exército Brasileiro, mancomunado com o TSE e o STF, na manipulação de algoritmos das urnas eletrônicas para a fraude da disputa presidencial. Provado está que o patife que saiu da cadeia para a Presidência não tem apoio de ninguém e não pode circular nas ruas. Onde chega é saudado com o refrão “Lula, ladrão, teu lugar é na prisão”. Provado está que o sistema institucional do país se encontra inteiramente apodrecido e precisa ser varrido de cima abaixo.


Estamos em sé encruzilhada, nas relações estabelecidas em todas as sociedades do planeta. Um novo conflito mundial se evidencia, seria o terceiro e o mais perigoso, com as máquinas de guerra sendo azeitadas visivelmente. Mas parece existir, também, a possibilidade de revoluções sangrentas em muitos países, em especial nos Estados Unidos, que tem servido de modelo e matriz para os horrores que acontecem no Brasil, onde a injustiça alarmante condena inocentes que nada fizeram.


O golpe foi dado no Brasil: pela cúpula das Forças Armadas acumpliciada com o Judiciário, O problema, para aqueles que forjam provas, é que a situação irá degringolar no plano internacional. E eles não terão como sustentar mentiras e lorotas dentro de sistema econômico que vai entrar em colapso. **O déficit orçamentário aponta a possibilidade, inclusive, de falta de dinheiro para pagar os salários. É questão de tempo. A fome é má conselheira e os que agora oprimem não terão como escapar* .


Repasse o artigo para seus amigos e inimigos. Alertem o país. Precisamos agir antes que seja tarde demais.

domingo, 14 de abril de 2024

Conheça a história de Alan Turing, um gênio injustiçado da matemática

PUBLICADO POR

Redação Warren

Alan Turning


Se hoje temos acesso a computadores e às inovações da inteligência artificial, um dos grandes responsáveis por isso é o cientista e matemático britânico Alan Turing.

Apesar de sua importância ser inegável para o mundo, seu nome era pouco conhecido pelo grande público antes do lançamento do filme biográfico “O Jogo da Imitação”, de 2015, estrelado por Benedict Cumberbatch e Keira Knightley. 

Considerado uma das mentes mais brilhantes do século passado, Alan Turing desenvolveu a base da computação moderna e ajudou os aliados a vencerem a 2ª Guerra Mundial desvendando o Enigma da inteligência nazista.

Mas a confidencialidade de seu trabalho e a perseguição contra homossexuais na Inglaterra fizeram com que pouco de seu trabalho fosse reconhecido em vida.

Apesar de suas contribuições significativas à sociedade, Turing foi condenado por indecência e sofreu castração química aos 39 anos. O motivo? Ele mantinha relações com outro homem, e a prática da homossexualidade era considerada um crime na Inglaterra — e só deixou de ser ilegal em 1967. 

Mesmo considerando os avanços conquistados pela luta por direitos LGBTQIA+, segundo o jornal The Guardian, a polícia do Reino Unido relatou que os crimes de homofobia quase dobraram durante a pandemia do coronavírus.

Somado a isso, dados da fundação Stonewall mostram que mais de ⅓ das pessoas LGBTQIA+ ainda escondem sua identidade no ambiente de trabalho por medo de discriminação. 

No artigo de hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre a história do cientista Alan Turing e os impactos que suas ideias tiveram na sociedade atual

Vamos lá? 

Quem foi Alan Turing

Nascido em Londres em 1912, Alan Turing apresentou sinais de sua genialidade ainda na infância.

Aos 15 anos, já resolvia problemas matemáticos complexos sem nunca ter estudado cálculo e questionava a elaboração das teorias da relatividade de Albert Einstein.

Aos 24, desenvolveu um modelo computacional teórico, chamado hoje de Máquina de Turing, que contribuiu para os fundamentos da computação moderna.

Em 1939, no início da 2ª Guerra Mundial, Turing trabalhou em Bletchley Park, uma organização secreta britânica de quebra de códigos. Na época, mensagens de rádio eram interceptadas e utilizadas para descobrir coordenadas secretas com frequência, porém a Enigma, máquina de código utilizada pelos nazistas, tornava as mensagens praticamente impossíveis de serem traduzidas. 

Foi nesse período que Turing desenvolveu o projeto de sua Bombe, uma máquina eletromecânica que permitiria ler as mensagens da Enigma mais rápido do que qualquer outra pessoa ou aparelho.

Sua criação tornaria-se a principal ferramenta para decodificar mensagens, uma arma valiosa que auxiliou os aliados na vitória contra as tropas de Hitler na Alemanha. 

quinta-feira, 14 de março de 2024

Mulheres que atravessaram o século


Fazendo parte desta Coletânea 


Por detrás de uma grande conquista existe uma grande história.



Ao me deparar com uma foto da minha primeira Comunhão eu me perguntei: Que fim levaram meu vestido de organza branca, sapatinhos de “oleado” e meias de nylon?

Aí, o Google Maps, do meu subconsciente, me levou até a década da inocência. E lá estava eu com a costureira Lourdinha, do meu bairro, experimentando o vestidinho cheio de babados como mandava o figurino da revista de moda da época. 

Continuei percorrendo o bairro  e vi as amigas de minha mãe sentadas nas portas de casa conversando entre si rindo e contando histórias da vida dos outros . Algumas fazendo crochê. Nesse tempo, sem televisão, era comum ficarem folgando após as quatro da tarde, quando os deveres domésticos já estavam terminados. 

Os maridos saíam para o trabalho e só chegavam para as refeições feitas por cozinheiras, que moravam em casa das patroas na maioria das vezes. Os afazeres das esposas eram cuidar da prole e do marido, quando solicitada. Roupas eram lavadas fora por lavadeiras que levavam e traziam trouxas na cabeça. 

E as garotinhas ? Estão ali brincando de roda, de esconde esconde, baleado com bolas de borracha e fazendo aniversário de bonecas. Se tinha alguma menina pra fazer 15 anos, talvez quisesse aprender a dançar a Valsa com o Sr. Anfilófio, que treinava as mocinhas ao som da música Danúbio Azul, tocada na sua antiga vitrola . Eu iria treinar porém tive que cancelar a festa dos meus 15 anos porque um tio, irmão de meu pai, faleceu na semana do meu aniversário, e naquele tempo se respeitava o luto. Nunca esqueci a decepção.

Os anos foram se passando e as garotas viraram moças cheias de vaidades, com namoricos no portão de casa vigiadas por pai, irmãos e etc. As mais danadinhas davam uma fugidinha quando eram proibidas de namorar. As novenas de mês de Maria na Igrejinha do bairro era o lugar preferido para quem quisesse paquerar os garotos. Nada além de piscada de olho.

Agora vou subir a ladeira e tomar o bonde. Tenho que ir no centro da cidade com minha mãe que nunca saía sozinha porque meu pai não achava bom. Ela sempre levava um de seus doze filhos com ela. Depois de comprar coisas de casa ou tecidos para a costureira fazer vestido, voltávamos e  antes das seis da tarde já estávamos em casa ligando o rádio para ouvir a Ave Maria pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, capital do Brasil nessa época. 

Nessa época, década de 50, o tempo demorava muito a passar. Mas o que estava por vir, anos depois, pegou a todos de surpresa. A televisão, computador, internet, celular…

Bem, se antes nem todos tinham telefone fixo imagine o que aconteceu para se adaptarem aos novos tempos. 

E as mulheres, de sentadas nas portas passaram a sentar-se em frente à televisão. Quem tinha uma em casa teve que aceitar, como visitas, as que não tinham, nos horários em que os programas estavam no ar. No começo apenas pela noite. 

-Hora do Repórter Esso? 

-Sim, pode entrar. 

Silêncio por favor. Vamos ouvir.

“Tan ran tan tan tan ran”.

Minha avó sentada de frente para tela ajeitava a saia e o joelho pensando que o apresentador a estava vendo também.

O Repórter Esso que antes se ouvia pelo antigo rádio depois migrou do rádio para a primeira emissora de TV chamada TV Tupi. O público ouviria agora não só a voz do locutor, mas também o rosto de Heron Domingues. Anos depois ele foi contratado pela Rede Globo e apresentou o “Jornal Nacional”. Com o tempo e  as outras emissoras fazendo seus próprios telejornais, o Repórter Esso perdeu força e audiência. Bem, mas não era só reportagem, vamos assistir a novela agora ?

A novela chamava-se O Direito de Nascer. Era o ano de 1964 e durava apenas 30 minutos com um enorme elenco. Meu pai não gostava e se queixava que depois da novela minha mãe não lhe dava mais atenção. Mas ela não deixava escapar um capítulo. As personagens femininas da novela influenciavam muito as mulheres  na maneira de vestir, nos penteados, no jeito de se comportar etc., bem diferente dos modos antigos que foi evoluindo como vemos até hoje nos meios de comunicação. Depois vieram outras e outras novelas, e acredito que com o passar do tempo  isso contribuiu bastante para que as mulheres passassem a ter voz própria, não se submetendo a domínios machistas. 


E a coisa melhorou com a chegada do celular e a internet.

Da década de 60 até a chegada do Celular as mudanças eram a passos lentos.

O primeiro celular do mundo surgiu em 1973 e revolucionou os sistemas de comunicação. Foi desenvolvido pelo engenheiro Martin Cooper. O celular Dynatac 8000X também conhecido como 'The Brick', ou 'O Tijolo'. Foi o próprio engenheiro que fez a sua primeira ligação em 1973, com o protótipo do aparelho.

No Brasil primeiro o celular só foi lançado em 1990, o chamado Motorola PT-550, conhecido como celular tijolão. 

Se no começo era apenas para fazermos ligações, o uso da internet foi o que mais  ajudou a crescer a comunicação entre os celulares.

Segundo pesquisas a chegada da internet teve início com a Arpanet, já na década de 60, uma rede de troca de informações que havia sido desenvolvida para conectar instalações de pesquisas e militares com o Pentágono, nos Estados Unidos. O crescimento dessa rede permitiu que seu uso se estendesse para fins privados e comerciais. 

A internet é atualmente o maior meio de comunicação utilizado planeta, com mais de 5 bilhões de usuários. Por ela, é possível enviar mensagens instantaneamente, movimentar dinheiro em contas bancárias, comprar mercadorias, acessar redes sociais, fazer pesquisas etc.

A internet chegou ao Brasil, em 1988, por meio de uma conexão entre um computador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a rede da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, tornando-se pública e comercial entre 1994 e 1995. Atualmente, de acordo com a Pnad, cerca de 90% das residências brasileiras têm acesso à internet através de Celulares (e mais recentemente, smartphones);Redes sociais;E-mail;Aplicativos de mensagens instantâneas; e essa tal de Inteligência Artificial.


Vamos só que interessa:

Evolução da Mulher do Século XXI.


E a mulher como acompanhou tudo isso? 

Se nos tempos remotos nem direito a votar lhe era permitido imagino o que enfrentaram até chegarmos aqui com as redes sociais dominando o mundo. 

Nas décadas de 50 e 60 era comum os desfiles de beleza em concurso de Miss, e as mulheres se destacavam pela sua beleza exuberante influenciando modas no meio feminino.

Hoje exerce funções importantes se 

dividindo em uma jornada tripla entre trabalho, a família, com muitas tarefas,  sem deixar de lado o culto à beleza. Não preciso dizer que isso traz uma carga emocional grande, muitas vezes com ansiedade devido ao receio de perda de cargos ou prejuízos nos relacionamentos.

“Segundo o The Economist, em 1960, apenas 17% das mulheres trabalhavam fora de casa e tinham uma média de seis filhos. Atualmente, 80% das mulheres brasileiras graduadas aspiram trabalhar no cargo mais alto da empresa e, além disso, 27% das mulheres ocupam cargos de chefia.  Mas, segundo o IBGE de 2018, elas continuam trabalhando 21h por semana em casa. Essas mudanças definem o perfil da mulher do século 21 e o preço que se paga, para manter-se nessa roda gigante é caro demais porque exige, além da capacidade física, muito esforço cognitivo e intelectual”.


Na prática, hoje em dia, as mulheres ainda encontram problemas estruturais, antigos e novos, que dificultam a busca por igualdade social em todos os aspectos. Apesar da popularização dos debates sobre a igualdade de gêneros, o feminismo e o combate ao machismo, ainda é comum. Temos relatos sobre desigualdades salariais, violência sexual, feminicídio, pouca representatividade política, entre outros.

E, aproveitando a sugestão da Editora vou citar aqui algumas conquistas das mulheres através dos séculos 20 e 21:


“1910 – Criação do primeiro partido político feminino

1932 – Mulheres conquistam o direito ao voto

1962 – Criação do Estatuto da Mulher Casada

1974 –  Mulheres conquistam o direito de portarem um cartão de crédito

1977 – Aprovação da Lei do Divórcio

1979  –  Mulheres garantem o direito à prática do futebol

1985 – Criação da primeira Delegacia da Mulher

1988 –  A Constituição Brasileira passa a reconhecer as mulheres como iguais aos homens

2002 – “Falta da virgindade” deixa de ser motivo para anulação do casamento

2006 – Sancionada a Lei Maria da Penha

2015 – Aprovação da Lei do Feminicídio

2018 – A importunação sexual feminina considerada crime

2021 – Criação da lei para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher.”


De todas essas conquistas, a Lei de combate à violência contra a mulher é uma das mais importantes, na minha opinião. 

A respeito da Constituição de 1988, onde a Lei reconhece a mulher igual ao homem, às vezes é mal interpretada. É preciso levar em conta uma série de problemas que isto pode gerar, como vemos nos casos de esporte feminino permitindo participação de mulheres trans, porque fisicamente o homem tem músculos  mais forte. Os direitos devem ser iguais respeitando a capacidade de cada um, não apenas o sexo. 

Leis podem ser criadas mas não impostas. Cabe à mulher lutar para conseguir seu direito ao que deseja como ser humano. E isso a mulher tem feito através dos séculos e muito bem. Temos vários exemplos no mundo todo, como é o caso de mulheres eleitas Presidentes, líderes políticas, ocupando cargos importantes em empresas etc. E ,recentemente, estamos vendo países onde as mulheres eram proibidas de dirigir automóveis , ganhando espaço nas ruas, como o caso da Arábia Saudita, um país ainda com leis muito rígidas em relação aos direitos das mulheres.

Espero que todas essas mudanças conquistadas pelas mulheres tenham vindo para o bem da harmonia entre ambos os sexos, afinal somos todos humanos.



 


 

BRASIL SANCIONADO

 Brasil Sancionado  Acredito que a situação atual do nosso país é devido aos anos de negligência do lado direito que não priorizou as ações ...