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quarta-feira, 27 de setembro de 2023
Qual o Dia de Cosme e Damião
Dia de Cosme e Damião é 26 ou 27 de Setembro?
“Atualmente, na Igreja Católica, o dia dos santos Cosme e Damião é 26 de setembro, por conta do dia de São Vicente de Paulo, que morreu no dia 27 e passou a ser festejado nessa data – pois a morte de um santo é o dia em que ele nasce no Céu e para a Igreja. Como não se sabe com exatidão o dia da morte de Cosme e Damião, sua festa foi transferida para o dia 26, embora no rito antigo (extraordinário) ainda se preserve a data original.
No Estado da Bahia, região onde a cultura africana é mais presente e o sincretismo também é maior, certos grupos de professos católicos comemoram o dia de S. Cosme e S. Damião juntamente com representantes de outras vertentes religiosas, oferecendo o caruru, comida típica das religiões que cultuam orixás. Quando se faz o “caruru de santo”, é costume convidar sete crianças normalmente desconhecidas e convidadas na rua, de última hora, para serem servidos antes de todos. A Igreja Católica não aprova ou apoia esse tipo de costume, justamente por favorecer o sincretismo e a confusão de conceitos entre religiões diferentes, mas por ser uma prática profundamente enraizada na cultura popular, acaba sendo tolerada como costume cultural ou folclórico típico”.
Fonte: https://www.ofielcatolico.com.br
sábado, 2 de setembro de 2023
sexta-feira, 1 de setembro de 2023
Diversidade Cultural no Brasil
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Geografia humana do Brasil
Diversidade Cultural no Brasil
A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.
Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.
Nesse contexto, alguns aspectos culturais das regiões brasileiras serão abordados.
Região Nordeste
Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.

Festa do Nosso Senhor do Bonfim, Salvador, Bahia.
Região Norte
A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.
A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.

Festival de Parintins (AM)
Região Centro-Oeste
A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.

Procissão do Fogaréu
Região Sudeste
Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó.
A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.

Feijoada
Região Sul
O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.

Oktoberfest
*Créditos das imagens
* T photography e Shutterstock.com
*1 Vinicius Tupinamba e Shutterstock.com

Manifestação cultural - carnaval no Rio de Janeiro*
Publicado por Wagner de Cerqueira e Francisco
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Artigos de "Diversidade Cultural no Brasil s"
Cultura da Região Centro-Oeste
Conheça seus principais elementos.
Cultura da Região Nordeste
Os elementos que compõem a diversidade cultural do povo nordestino.
Cultura da Região Norte
Elementos culturais que compõem a maior região brasileira.
Cultura da Região Sudeste
As manifestações culturais dos estados do Sudeste do Brasil.
Cultura da Região Sul
Elementos culturais dos estados do Sul do Brasil.
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Diversidade Cultural no Brasil
A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.
Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.
Nesse contexto, alguns aspectos culturais das regiões brasileiras serão abordados.
Região Nordeste
Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.
Festa do Nosso Senhor do Bonfim, Salvador,
Região Norte
A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.
A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.
Festival de Parintins
Região Centro-Oeste
A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.
Procissão do Fogaréu
Região Sudeste
Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó.
A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.
Feijoada
Região Sul
O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.
Oktoberfest
*Créditos das imagens
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Manifestação cultural - carnaval no Rio de Janeiro*
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Cultura da Região Nordeste
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Cultura da Região Norte
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terça-feira, 8 de agosto de 2023
Por que Adolf Hitler poupou os juízes: Oposição Judicial Contra o Estado Nazista Como Hitler usou o judiciário para implementar o nazismo
TERÇA LIVRE
8 DE AGO. DE 2023
∙ PAID
Dr. Hans Petter Graver é um Professor e ex-Reitor da Universidade de Oslo. O artigo é baseado em uma palestra pública realizada no St. Mary's College, em Durham, Reino Unido, enquanto o autor era membro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Durham, de outubro a dezembro de 2016.
Uma sessão do Tribunal Popular, julgando os conspiradores do atentado de 20 de julho de 1944. Da esquerda para a direita: General da Infantaria Hermann Reinecke; Roland Freisler, presidente do tribunal; Ernst Lautz, procurador público-chefe.
O regime nazista contava com juízes leais que prontamente transformaram a lei alemã liberal em um instrumento de opressão, discriminação e genocídio. Isso foi alcançado sem interferir substancialmente no funcionamento dos tribunais e sem aplicar medidas disciplinares aos juízes. No entanto, nem todos os juízes eram servos condescendentes do regime — alguns resistiram em sua capacidade como juízes. Com base em estudos de caso e literatura existente, este artigo distingue entre duas linhas diferentes de oposição judicial aos detentores do poder: entre a oposição que ocorre de forma aberta e a oposição em segredo, e entre a oposição dentro do que é aceito pelos detentores do poder como estando dentro da lei e a oposição que viola a lei. O artigo busca então explicar a deferência que o regime concedia aos juízes ao empregar a teoria institucional e o conceito de dependência de caminho. A Alemanha estava profundamente inserida na tradição jurídica ocidental, enfatizando a lei como uma instituição autônoma com um judiciário independente.
Discursos de Hitler
Hitler odiava os juízes. Seguindo as críticas da imprensa nazista a um juiz por uma sentença absurdamente branda de cinco anos de prisão pelo assassinato de sua esposa, Hitler dirigiu-se à judicatura em um discurso no Reichstag em 26 de abril de 1942. Entre outras coisas, Hitler disse:
Espero que a classe jurídica alemã compreenda que a nação não existe para eles, mas eles existem para a nação... Daqui para frente, intervirei nesses casos e destituirei os juízes que evidentemente não compreendem a demanda da hora.
sábado, 5 de agosto de 2023
O Virtual X Presencial
Venho de um tempo analógico, não muito distante, onde se adquiria experiência através das relações pessoais, discutindo idéias. Aliás, o ser humano sobreviveu e evoluiu através dos anos porque soube usar sua inteligência nas relações uns com os outros para vencer os inimigos representado pelos animais selvagens, fenômenos climáticos e outras adversidades...As estratégias nasciam desses entendimentos, e assim puderam dominar e se tornar superiores no ponto de vista da evolução das espécies. Evoluir não é ser mais forte, é ter a capacidade de adaptação. E o homem foi presenteado com o que existe de mais valioso entre os seres vivos, a inteligência, que lhe permite não só se proteger como proteger seus semelhantes e a natureza de um modo geral, dentro das suas necessidades e possibilidades. Mas, por quê estou dizendo tudo isto? É que quero chamar a atenção para o mundo atual digital, que evoluiu de uma forma rápida devido ao avanço da tecnologia, ao contrário das mudanças antigas que demoravam centenas de anos, o que permitia ao ser humano uma adaptação gradativa. Até mesmo a ascendência que os mais velhos tinham sobre os mais novos hoje se invertem, quando o neto ensina ao vovô como manipular o celular. Antes, os mais velhos é que ensinavam aos mais jovens orientando no que deveriam fazer, nas escolhas das profissões, dando-lhes responsabilidades para assumirem as suas próprias vidas no futuro. Havia mais amadurecimento e preocupação com o respeito entre as pessoas. Hoje, nesse mundo do celular, que até um bebê já sabe apontar o dedinho para as teclas, as gerações se equiparam, ligadas em seus smartphones, iPhones, iPod, e ninguém controla ninguém O mundo globalizou-se através das nuvens de silício, e o que mais vemos são pessoas se comunicando à distância, deixando para trás alguns dos costumes adquiridos nos relacionamentos presenciais. Sem citar os relacionamentos amorosos de certos sites. Fica de fora o costume do aperto de mão, do olhar nos olhos, do abraçar e beijar, o sorriso expontâneo, a voz que identifica o outro, e afins. Apesar do lado positivo da revolução tecnológica, permitindo grande avanço em vários setores, como industria, ciência, medicina e ensino à distância, etc., temos que ter cuidado com o excesso de comunicação virtual em relação ao presencial entre as pessoas que com o tempo pode resultar na solidão social.
sábado, 29 de julho de 2023
O SER e o TER - Miniconto / Darcy Brito
-Olá, amigo TER, quer trocar de lugar comigo? -Por que amigo SER? -Porque SER é
muito difícil. Não me sustento, a toda hora tenho que mudar. -Explique-se, amigo
SER. Se você muda então você não é, apenas está. - Como eu posso ser tantos ao
mesmo tempo? Às vezes sério, às vezes alegre, às vezes triste. Para eu ser
precisaria ficar indiferente, introspectivo, sossegado. - Ah! Mas não seria
monótono? Veja eu. A toda hora uma novidade! Tenho muitas coisas e estou sempre
querendo mais. Se abuso de uma coisa logo surge outra. Não paro. Insatisfação é
o meu nome. Mas, pensando bem, essa inquietação é muito cansativa também. . Você
não iria gostar. - Poderíamos fazer uma experiência. Se só SER é monótono e só
TER é cansativo poderemos nos associar. Quando você cansar de tanto TER eu lhe
empresto o meu SER para você sossegar e você me empresta o seu TER para eu fugir
do SER. - É arriscado amigo. Você pode não ter retorno, pois quando se tem
dificilmente se quer perder. O mais difícil é o desapego para voltar a ser. -
Arrisco experimentar se você topar. Quem sabe vai ser uma boa experiência para
nós dois? Além de divertido. - Façamos o seguinte: vou parar por uns tempos o
TER. E você escolhe algumas coisas que eu já tenho e fica com elas. Se eu não
sentir falta delas nem desejar outras, por enquanto, é sinal que poderemos fazer
um acordo. Eu assumo o seu SER, provisoriamente, só para experimentar,
combinado? - Combinado. Vamos ver o que você tem, ou o que me interessa. - Fique
à vontade amigo SER. Escolha o que quiser, mas lembre-se de devolver caso eu
solicite. Vou fechar os olhos e ficar na minha enquanto SER e você TER. E assim
foi feito. O Ser ficou inebriado com os bens materiais do Ter e incorporou tudo:
Carrão, celular avançado, roupas de grifes, televisão de última tecnologia,
cartão de crédito, etc. Pegou tudo, se vestiu bem, entrou no carrão, e saiu para
dá umas voltas, andou por vários lugares, fez novas amizades, conquistou vários
amores, e nem lembrava mais do SER , que tinha deixado dormindo. Cansado de
esperar, o SER perguntou se não estava na hora de devolver o que tinha tomado
emprestado do TER. -Ainda nem comecei a sentir o gostinho do TER e você já está
me cobrando? Durma mais um pouco. - Tudo bem, fique à vontade. O Ser está me
deixando mais leve, acho mesmo que estava precisando de um descanso, de um
relaxamento. - E eu de uma injeção de ânimo. Vou trocar de carro, celular, e
comprar roupas novas. Quando chegar a hora lhe devolverei tudo. - Não demore
muito porque você corre o risco de não me encontrar quando voltar. Mas o TER nem
ouviu o que o Ser falou, e continuou nas suas aventuras e buscas de novos bens
materiais. Até que um dia se viu com um problema muito sério de saúde que fez
seu corpo definhar, e mesmo usando todos os recursos que tinha tomado emprestado
do Ter, de nada adiantou. Foi quando ao se olhar no espelho, e não se
reconhecer, perguntou: Quem é você? E o espelho respondeu: eu sou o SER, que
esperou muito tempo por sua volta. - E onde está o TER? - Eu é que pergunto,
onde está o TER?
quinta-feira, 6 de julho de 2023
O que aconteceu com os 56 homens que assinaram a Declaração de Independência dos EUA?
Enviado por TERÇA LIVRE
allandossantos@substack.com
Eles pagaram caro pela liberdade
O que aconteceu com os 56 homens que assinaram a Declaração de Independência?
Cinco signatários foram capturados pelos britânicos como traidores e torturados até a morte. Doze tiveram suas casas saqueadas e queimadas. Dois perderam seus filhos no exército revolucionário, enquanto outro teve dois filhos capturados. Nove dos 56 lutaram e morreram devido a ferimentos ou dificuldades da guerra revolucionária.
Eles assinaram e comprometeram suas vidas, suas fortunas e sua honra sagrada.
Que tipo de homens eram eles? Vinte e quatro eram advogados e juristas. Onze eram comerciantes, nove eram agricultores e grandes proprietários de plantações, homens abastados e bem-educados. Mas eles assinaram a Declaração de Independência sabendo muito bem que a pena seria a morte se fossem capturados.
Carter Braxton, da Virgínia, um rico fazendeiro e comerciante, viu seus navios serem varridos dos mares pela Marinha Britânica. Ele vendeu sua casa e propriedades para pagar suas dívidas e morreu em trapos.
Thomas McKeam foi tão perseguido pelos britânicos que foi forçado a mudar constantemente sua família de lugar. Ele serviu no Congresso sem receber salário, e sua família era mantida escondida. Seus bens foram confiscados e a pobreza foi sua recompensa.
Vândalos ou soldados, ou ambos, saquearam as propriedades de Ellery, Clymer, Hall, Walton, Gwinnett, Heyward, Ruttledge e Middleton.
Na batalha de Yorktown, Thomas Nelson Jr. observou que o General Cornwallis havia ocupado a casa de Nelson como quartel-general. O proprietário silenciosamente instigou o General George Washington a abrir fogo. A casa foi destruída, e Nelson faleceu falido.
Francis Lewis teve sua casa e propriedades destruídas. O inimigo aprisionou sua esposa, e ela morreu alguns meses depois.
John Hart foi expulso do lado de sua esposa enquanto ela estava morrendo. Seus 13 filhos fugiram para salvar suas vidas. Seus campos e seu moinho foram devastados. Por mais de um ano, ele viveu em florestas e cavernas, retornando para casa e encontrando sua esposa morta e seus filhos desaparecidos. Poucas semanas depois, ele morreu de exaustão e coração partido. Norris e Livingston sofreram destinos semelhantes.
Essas foram as histórias e sacrifícios da Revolução Americana. Eles não eram arruaceiros descontrolados. Eram homens de posses e educação, de fala mansa. Eles tinham segurança, mas valorizavam a liberdade acima de tudo. Mantendo-se altos, retos e firmes, eles prometeram: 'Pelo apoio a esta declaração, com firme confiança na proteção da providência divina, mutuamente nos comprometemos, nossas vidas, nossas fortunas e nossa sagrada honra.
Texto originalmente publicado no LOCALS de Paulo Figueiredo.
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