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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Precisamos nos defender das Pragas

foto google



Quando criança, já faz alguns janeiros, ouvia cantar esta música:

"Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil*
Tem Saúva na lavoura, tem Saúva no quintal
Mas onde tem mais Saúva é na Capital Federal'


Esta paráfrase pode ainda ser usada nos tempos de hoje.

Saiba mais sobre as Saúvas: (Texto de José A. Lutzenberger)

As formigas cortadeiras existem há milhões de anos e são raras as espécies vegetais que elas não saibam atacar. A Saúva tanto corta folhas em árvores gigantescas, deixa chover os pedaços, recolhe no chão;  como corta arbustos, ervas e gramas. Já vi Saúva cortando aguapé no banhado. Quando ela ataca, sabe ser tremendamente eficiente, sabe desfolhar um pomar inteiro em uma noite. Ela têm, também, uma fantástica capacidade de reprodução. Em cada revoada nupcial são fecundadas centenas ou milhares de jovens rainhas, cada uma capaz de fundar novo povo. Para simplificar o trabalho, cada uma delas já leva, em sua cavidade bucal, material do bolor específico da espécie, para logo começar com a cultura. Além disso, uma colônia de formigas cortadeiras, uma vez estabelecida, a não ser que seja exterminada pelo Homem, tem longevidade indefinida, pode enfraquecer, mas se recupera, não precisa morrer. Como numa sociedade humana, morrem os indivíduos, mas não morre o povo. O que é mais, em nossas atuais paisagens, especialmente nas paisagens agrícolas e suburbanas, a Saúva já não tem inimigos naturais. O Tamanduá marcha para a extinção e os Tatus não vão muito atrás. 

Bem, como não somos Tamanduás nem Tatus, ainda podemos combatê-las ou desenvolver um método de nos defendermos delas.

O ser humano ainda tem muito chão pela frente e é nos ataques das pragas que ele mais desenvolve a sua criatividade. A exemplo do vírus Ebola que antes, restrito apenas na pobre África, não tinha chamado tanta atenção como agora depois que europeus e americanos foram contaminados e os cientistas já estão desenvolvendo uma vacina para nos defender dos vírus.


* Dizem que esta frase é de autoria de Monteiro Lobato

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sobre o Impeachment de Dilma

fotoG¹ - Grupo pede impeachment de Dilma em protesto na Zona Oeste de SP

Acredito que não se trata de uma questão partidária, haja vista que muitos apartidários e ex petistas estão revoltados. Não com a reeleição da presidenta Dilma, porque isto quem decidiu foi o povo, embora com uma diferença bem pequena, o que fez com que a população se sentisse dividida ao meio. O que está em jogo é a corrupção que envolve a Cúpula  do Governo, segundo declaração do envolvido na delação premiada. Se há provas ou não, cabe as autoridades judiciárias investigar e provar. Diante de tantas mentiras envolvendo o governo do PT  o povo brasileiro tem razão em exigir que se faça justiça.O país ficará ingovernável se nada for feito e se tudo continuar assim empurrado com a barriga. Não estamos no século XIX, hoje as notícias se espalham fácil através da mídia. Não podemos pagar por ideologias de alguns radicais, que querem a toda força mostrar seu poder. As manifestações de Impeachment vão crescer. Já tivemos uma destituição de presidente por corrupção que nem se compara a esta que estamos vivenciando e até nos faz rir. O povo quer respeito e a presidenta eleita não terá moral para exigir isso de nós cidadãos brasileiros, que pagamos impostos altos e não vemos o retorno devido.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

No momento político atual qual a contribuição dos nossos professores?





Li na  Revista Filosofia Ciência e Vida, de outubro de2014,  uma entrevista com o  professor de Filosofia, doutor e mestre em  Educação,  Jorge da Cunha Dutra, onde ele diz, dentre outras coisas, que " se é verdade que uma andorinha só não não faz verão, professores, mesmos sozinhos, podem produzir acontecimentos que impulsionarão processos de mudanças numa sociedade". No artigo ele defende o ensino da Filosofia no curso fundamental, que leve o aluno a pensar, questionar e não apenas criticar o estabelecido. Infelizmente o despreparo de alguns professores, sem formação na matéria, posto no cargo para cobrir carências de carga horária, tem frustrado os docentes que acabam por não aproveitar o que de bom a Filosofia pode ajudar, inclusive como matéria interdisciplinar e até mesmo transdisciplinar.
Ora, o que dizer de um país como o Brasil, no qual um Ministro de Educação já disse que não sabe pra que serve um Museu; que um Presidente confessa que não gosta de ler e só tem a terceira série do ensino primário; que Cultura é artigo de luxo, porque os seus mandatários não imaginam que cultura não é apenas arte, que ela engloba muito mais que isto. Até mesmo o comportamento de um povo que não zela pela sua conduta moral e ética, como é o caso de boa parte dos brasileiros, é uma questão de cultura. E o que a Filosofia tem a ver com isso que acabo de exemplificar? Bem, se Educação é sinônimo de luxo, o que dizer do ensino da Filosofia? Como bem diz o professor Dultra: "já vi absurdos de governos estaduais planejarem a diminuição de aulas de Filosofia para aumentar as aulas de Matemática ou de Língua Portuguesa, para melhorar a posição das escolas no IDEB e em outros sistemas de avaliação da Educação básica".
E volto a perguntar, qual a contribuição ou importância do professor na atual conjuntura política do Brasil. Considerando que muitos deles são submetidos a carga horária estressante e que o sistema de ensino pouco investe na melhoria da formação desses professores, como bem diz Dultra, acredito que pouco ou quase nada eles têm feito para mudar a situação, pois para isso seria necessário um trabalho que levasse seus alunos a pensar, questionar  e expressar seu pensamento a respeito do assunto, e pensar é filosofar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Acorda! Eleições 2014






Acorda!
é hora de levantar
esfriar a cama
que o sol da pátria amada
desde cedo lhe chama
vamos cumprir a missão
obrigatória de todo cidadão
não cabe mais no berço esplêndido
este gigante por natureza
cheio de amor e esperança
que despertou menos gentil
e mesmo com o céu menos límpido
continua sendo o Brasil



domingo, 12 de outubro de 2014

Feliz Dia das Crianças

Fonte Wikipédia ( Google)

O Dia Mundial da Criança é oficialmente o dia 20 de novembro, data que a ONUreconhece como
Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada aDeclaração dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em1989.[1] Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país.

No Brasil
No ano de 1924, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a ideia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes. Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos no Brasil.

Dia da Criança em outros países

Albânia - 1 de junho


Alemanha - 20 de setembro


África Central - 25 de dezembro


República do Congo


República Democrática do Congo


Camarões


Gabão


Guiné Equatorial


Chade


República Centro-Africana


África do Sul - primeiro sábado de novembro


Angola - 1 de junho


Argentina - segundo domingo de agosto[4]


Arménia - 1 de junho


Austrália - quarta quarta-feira de outubro


Azerbaijão - 1 de junho


Bangladesh - 17 de março


Benim - 1 de junho


Bielorrússia - 1 de junho


Bolívia - 12 de abril


Bósnia e Herzegovina - 1 de junho


Brasil - 12 de outubro [5]


Bulgária - 1 de junho


Cabo Verde - 1 de junho


Camboja - 1 de junho


Canadá - 20 de novembro


Cazaquistão - 1 de junho


Chile - segundo domingo de agosto


China - 1 de junho


Colômbia - do segundo ao último fim de semana de abril


Coreia do Norte - 2 de junho


Coreia do Sul - 5 de maio


Costa Rica - 9 de setembro


Croácia - 11 de novembro


Cuba - terceiro domingo de julho


Egito - 20 de novembro


El Salvador - 1 de outubro


Equador - 1 de junho


Eritreia - 1 de junho


Eslováquia - 1 de junho


Eslovênia - 1 de junho


Espanha - segundo domingo de maio


Estados Unidos - primeiro domingo de junho (varia de estado para estado)


Estónia - 1 de junho


Etiópia - 1 de junho


Finlândia - 20 de novembro


Geórgia - 1 de junho


Guatemala - 1 de outubro


Guiné-Bissau - 1 de junho


Haiti - 8 de abril


Honduras - 10 de setembro


Hong Kong - 4 de abril


Hungria - último domingo de maio


Iémen/Iêmen - 1 de junho


Índia - 14 de novembro


Indonésia - 23 de julho


Irã - 8 de outubro


Irlanda - 25 de março


Israel - 4 de outubro


Japão - (3 de março - Meninas) - (5 de maio - Meninos)


Laos - 1 de junho


Letônia - 1 de junho


Lituânia - 1 de junho


Macau - 1 de junho


Macedónia - 1 de junho


Malásia - último sábado de outubro


Maldivas - 10 de maio


México - 30 de abril


Moçambique - 1 de junho


Moldávia - 1 de junho


Mongólia - 1 de junho


Montenegro - 1 de junho


Myanmar - 1 de junho


Nicarágua - 1 de junho


Nigéria - 27 de maio


Noruega - 17 de maio


Nova Zelândia - primeiro domingo de março


Palestina - 5 de abril


Panamá - terceiro domingo de julho


Paquistão - 1 de junho e 20 de novembro


Paraguai - 16 de agosto


Peru - terceiro domingo de agosto


Polónia - 1 de junho


Portugal - 1 de junho


Quirguistão - 1 de junho


República Popular da China - 1 de junho


República Checa - 1 de junho


Roménia - 1 de junho


Rússia - 1 de junho


São Tomé e Príncipe - 1 de junho


Sérvia - 1 de junho


Singapura - primeira sexta-feira de outubro


Sri Lanka - 1 de outubro


Sudão - 23 de dezembro


Sudão do Sul - 23 de dezembro


Suécia - 1 de outubro


Suriname - 5 de dezembro


Tailândia - segundo sábado de janeiro


Taiwan - 4 de abril


Tajiquistão - 1 de junho


Tanzânia - 1 de junho


Timor-Leste - 1 de junho


Trinidad e Tobago - 20 de novembro


Tunísia - 21 de março


Turquemenistão - 1 de junho


Turquia - 23 de abril


Ucrânia - 1 de junho


Uruguai - oficialmente 6 de janeiro; comercialmente, um domingo de agosto


Uzbequistão - 1 de junho


Vanuatu - 24 de julho


Venezuela - terceiro domingo de julho


Vietname - 1 de junho


Zâmbia - 24 de abril


Fonte Wikipédia ( Google)







segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Aproveitando o momento político do Brasil

foto ilustrativa da revista Filosofia Ciência e Vida

Li um artigo na revista Filosofia Ciência e Vida, de Renato Nunes Bittencourt, doutor em filosofia pelo PPGF-UFRJ, a respeito de Comunicação nos tempos modernos, cujo sub-título é Tecnologia e Alienação, o qual repasso resumido aqui :

Diz ele -" Ao invés de aproximar as pessoas e mobilizá-las para a efetivação de causas comuns, o uso alienado das tecnologias comunicacionais, em verdade, gera o distanciamento pleno entre as pessoas, pois o interlocutor é estigmatizado como uma mera coisa, desprovida de subjetividade. Fica claro que o problema fundamental dessa incomunicação humana não está, obviamente, nos instrumentos técnicos, nos aplicativos, nas redes sociais, mas sim na falta de disposições éticas que permeiem as ações humanas nesse novo contexto cultural da sociedade de informação, que poderia promover, talvez, uma revolução política de escala global caso o amor pela liberdade e pela justiça fossem os motores do engajamento comunicacional na era da virtualização das informações. E, mais adiante, ele diz que o indivíduo autoconcentrado da era tecnológica é informado de diversos acontecimentos ocorridos pelo mundo, mas não conhece as contradições mais violentas que estão incrustadas no seio de sua própria sociedade, como a criminalização da pobreza, a repressão policial, os preconceitos de toda espécie. Esse indivíduo somente toma ciência de que seu mundo encantado das redes virtuais é sujo e feio quando o seu celular é roubado por infrator ou quando seu notebook pifa impedindo-o momentaneamente de interagir com seus contatos virtuais".

Aproveitando o momento político do Brasil eu pergunto: qual foi a real contribuição dos jovens nestas eleições de 2014? Muitos estão votando pela primeira vez. Onde estão os estudantes que fizeram o movimento de Junho de 2013? Nos Whats Apps, nos selfies?