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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Ainda há tempo para a gratidão - Miniconto



Todos estão presentes? Podemos começar a festa?
Não. Está faltando o agregado,  ele disse que vai se atrasar para a festa.
E disse o motivo? 
Não. Mas falou que se quiserem podem começar sem a sua presença. 
Mas que ingrato!
Eu não posso esperar
Eu também não.
Então gente, fazer o quê? Começo ou não começo?
A festa é sua, então comece. Seus filhos estão presentes, é o que importa. Se ele quisesse participar já estaria  aqui.
Depois  se queixa que nunca o chamam pra nada só porque é agregado. 
São desculpas. Gosta de se fazer de vítima. 
Nem vou ficar para os parabéns. Depois como do bolo
Eu também. 
Bem filhos, agradeço a presença de vocês e ....
Oba, oba, cheguei!  Me atrasei porque estava procurando as mais lindas rosas que pudessem expressar toda minha gratidão a  uma criatura que muitas vezes, mesmo não sendo minha mãe, cantou as mais belas canções de ninar para eu  dormir quando ficava inquieto.  
E elas não foram em vão. Seja bem vinda a gratidão.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

AINDA VAI LEVAR UM TEMPO





Fazendo um trajeto da Pituba até a Ribeira, nesta semana, pude constatar, observando o cenário que ia despontando diante dos meus olhos, que o Brasil vai levar anos e anos para melhorar a qualidade de vida dos considerados menos favorecidos. Isto porque a comunidade que habita toda aquela região formada de construções precárias, de formas desordenadas, que cercam a cidade de Salvador, está perfeitamente adaptada ou conformada com a situação, e não parece nem um pouco preocupada com o que está acontecendo no mundo político brasileiro. Ao que parece, a eles não interessam se a Petrobras está falida, se os corruptos estão ou não sendo condenados a pagarem o que roubaram, se a Educação ou a Saúde do país vai mal, etc. etc. Naquelas ruelas, ocupadas com casas comerciais apertadas e residências que desafiam as regras de construção civil, seus moradores parecem felizes com a vida que levam. Era Domingo, e, a beira mar da Ribeira estava repleta de banhistas. Muitos outros cuidando das suas calçadas, varrendo e cantando alegres, ou lavando seus carros com pinturas desgastadas e pneus recauchutados estacionados na porta de casa; moças gordinhas ou obesas passeando com seus shortinhos, e rapazes malhados observando. Uma vida simples, mas aparentemente sem revolta. Ou seja, a crise econômica brasileira não atinge os que não aspiram um futuro promissor. Para eles o trabalho informal, o Bolsa Família, os biscates, estão de bom tamanho, para o que pretendem, que é viver o dia a dia. Se estão certos, ou errados não me cabe julgar. Segundo o Ipea, Salvador é a capital brasileira com maior número de pessoas em favelas. Não é preciso dizer que esse cenário não é típico apenas de nossa cidade, ele representa a maioria das grandes cidades brasileiras de norte a sul, como Rio de Janeiro e São Paulo com suas favelas superpopulosas. Sendo maioria não é pra já a melhoria.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Miniconto de Natal




                                                   

Já fez sua cartinha a papai Noel , Tuquinha? 
Já, mãe
Pedindo o quê filhinho?
Essa tal de propina, mãe.
Que propina menino?
Essa que falam na televisão, que enche o bolso de dinheiro.
Tá doido filho, isso dá cadeia, não viu quanta gente grande presa?  e papai Noel não dá propina.
Mas a mim ele vai dá.
Que conversa é essa garoto.
Eu arranjei pra ele se apresentar aqui no condomínio pra distribuir os presentes da festa de Natal dos moradores. O síndico vai pagar uma boa grana pra ele e eu vou ficar com a metade. Foi o combinado.
Quem lhe ensinou essa coisa feia meu filho?
Meu pai.
Como assim seu pai,  filhinho?
É ele que vai ser o papai Noel, mãe. Mas é segredo.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Senadora Marta Suplicy propõe o encerramento da Família Tradicional

Eis alguns itens do projeto:

*Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

**Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) para “não constranger” os que não fazem parte da família

***Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:

MINHA OPNIÃO :

Sra. Marta Suplicy não inclua os homossexuais no mesmo balaio das pessoas carentes ou deficientes. Todos os homossexuais que conheço são pessoas inteligentes, que estudaram e se formaram sem precisar de cotas. São pessoas normais como outra qualquer, que trabalham e desempenham funções dentro da sociedade de acordo com as suas capacidades, independente de ser homo ou heterossexual. É preciso mudar esse olhar distorcido. O que senhora está propondo é discriminação. Ninguém olha para um hetero ssexual imaginando a forma como ele faz sexo. O mesmo deve ser feito com os que tem outra opção sexual. Quanto à dissolução da família, não é preciso lei. Hoje a maioria dos lares brasileiros, principalmente os mais carentes, são dirigidos apenas pela mãe, é só a senhora constatar a pesquisa. O número de mulheres chefes de família dobrou em uma década no Brasil. Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Acredito que a marginalidade está na maioria das vezes, ligada a lares cujos filhos foram criados sem um pai ou mesmo sem os dois. Acho que a senhora está desfocada. Use a oportunidade que seus eleitores lhe deram para se dedicar a assuntos mais urgentes. O seu partido precisa ser mais construtivo, chega de demolição.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Volta meninos! Miniconto



 Acorda, Guga! O café vai esfriar e o leite também. Vê se faz a cama antes de sair e nada de deixar a toalha molhada pelo meio da casa. Sua irmã quer que você a leve até a escola e já avisou para a amiga que vai passar para buscá-lá. Você pegou o celular dela? Ela disse que você economiza o seu usando o dela. Aliás, onde você colocou meu cartão de crédito?vou precisar dele hoje. Não demore no banho porque água está escassa e cara. Já basta sua imã lavando as longas madeixas todos os dias. Sem falar na energia que gasta com secador e chapinha. Ela nunca coloca as escovas no lugar devido. Hoje quando acordei tinha duas em cima de minha cama. Ai, que menina desorganizada! Deixa tênis, meia e mochila pelo caminho até o quarto. É só ela chegar que desarruma tudo. Vamos Guga, ainda está deitado? Lembre-se que às três tem dentista; vai tirar o aparelho hoje mesmo? Espero que sim, não agüento mais pagar para ajustar. Hoje em dia todo mundo tem metal nos dentes, até a empregada de Judith. Lilian,  já achou seu iPhone ? Claro que já achou, quando fica assim, em silêncio, é porque está no instagram. Vamos, muda logo essa farda menina. Amanhã ponha essa calça pra lavar, senão ela vai sair andando. Quer sanduíche? Responda Lílian! Não vejo a hora de vocês dois viajarem para o intercâmbio. Só assim vão aprender a serem arrumados. Lá ninguém vai ficar paparicando vocês não. Vão ter que se virar. Por falar nisso, guardaram os passaportes? Ontem estava em cima do sofá. Eu não lembro de ter pego. Lembrem-se que Teca não pode ver livro que rói a capa. Roeu minha Bíblia, essa ousada. Sábado é dia de levar essa cabeluda pra tosa. Nossa! Quem deixou esse prato com resto de comida no micro-ondas? Azedou. Isso é típico seu, Lílian. Põe pra comer e depois larga o resto pra comer mais tarde e esquece. Vai menina, larga esse celular. Guga já faz meia hora que você está no banheiro cantando. Que estresse! Depois sai sem comer dizendo que está atrasado. O dia da viagem está chegando e ainda bem que o vôo é  noturno. Senão seria capaz de perder o avião com seu rame-rame. Ufa! até que em fim saiu do banho.  Pendurou a toalha, Guga? Chame sua irmã pra tomar café, vou adiantar meu lado. Quando sair bata a porta, e tenha cuidado no trânsito, não vá bater meu carro nos fundos dos outros. Seu pai disse que você foi imprudente na batida no Celta, não quer ninguém na sua frente, fica fazendo manobras, acabou colidindo. Vão com Deus.  Lílian, minha filha, tomou a vitamina? Nem quero imaginar você no Canadá e seu irmão em Londres. Vou ficar preocupada com sua displicência e a irritação de Guga.  Mas,  longe de minha saia vocês vão saber se defender.

Nossa! Como o tempo está demorando a passar. Não vejo a hora dos dois voltarem do intercâmbio. Que tédio, essa casa vazia, com tudo no lugar! Nem um chinelinho no meio da casa. Os quartos arrumadinhos me dão angústia.   A conta do telefone já estourou. Dá vontade de gritar " Volta meninos".

Darcy Brito

terça-feira, 25 de novembro de 2014

De Orgulho a Vergonha de ser Brasileiro

O mau exemplo que o governo do PT tem dado ao país vem provocando uma ira na população, além de estimular um aumento cada vez mais crescente na criminologia nunca antes visto. Fraudes, assaltos, roubos, agressões, assassinatos é o que vemos a todo momento por todos os meios de comunicação. As manchetes são as mais desanimadoras e vergonhosas possíveis, desde as fraudes em provas de ENEM a arrombamentos de caixas eletrônicos, roubos de carros e lojas, assaltos a mão armada seguida de homicídio por motivos torpes, agressões contra mulheres, idosos e crianças, clonagem de cartão de crédito, aumento de preços de mercadorias a revelia e por aí vai. Até mesmo o suicídio tem aumentado conforme as estatísticas, não querendo dizer que isto seja uma consequência direta da situação, mas, como foi explicado, há o desânimo que agrava o quadro.  Há quem diga que tudo isso sempre aconteceu antes, mas, se estamos querendo melhorar o país temos que dar bons exemplos porque, de outra forma, fica difícil punir os marginais envolvidos em crimes. Se os que estão roubando no governo e nas empresas estatais não são punidos, e, quando o são,
recebem tratamentos diferenciados com mordomias e logo depois são soltos, que moral tem a polícia e a justiça para fazer valer as leis? A impressão que dá é que estamos numa luta do "vale tudo" e "salve-se quem puder', com a desvantagem daqueles que trabalham honestamente para ganhar o seu sustento. Imaginem o que não deve se passar pela cabeça daquele pobre que fica vendendo bugigangas nas sinaleiras de ruas para faturar uns trocados, ou mesmo o vendedor ambulante de jornais, lendo essas manchetes? e os que não conseguem empregos, pensam em quê? Quando o mau exemplo vem de cima o Orgulho de ser brasileiro é substituído por Vergonha de ser brasileiro, já que a imagem do Brasil lá fora tem sido a pior nesses últimos tempos. A cada dia que passa se tem a impressão de que a situação vai piorar, não se viu até agora nenhuma luz no fim do túnel, com tanto déficit provocado por má administração e rombos nas contas públicas. Sem falar na indiferença dos poderes executivos. Não vemos uma só resposta que traga algum alento aos brasileiros indignados. Só ameaças de medos e mentiras.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Suicidio entre os Indígenas


                           Nação sufocada 

 Revista Ciência Hoje (resumo)          


Dados sobre suicídio no país escondem realidade ignorada: indígenas se matam em taxas até 20 vezes superiores às da população geral.

Por: Sofia Moutinho
Publicado em 20/11/2014 | Atualizado em 20/11/2014
No último censo, os índios representavam apenas 0,4% da população do país e respondiam por 1% do total de suicídios: duas vezes e meia a mais que o esperado, se considerada sua participação demográfica. (foto: Brasil de Fato/ Flickr – CC BY-NC-AS 2.0)
L. G., 21 anos, encontrado morto, enforcado com o cabo de energia de um rádio. A. L., 13 anos, descoberto pelos pais, pendurado pelo pescoço em uma árvore na beira da estrada. M. S., 19 anos, usou um fio de náilon para se asfixiar. Histórias parecidas que, além do final trágico, têm em comum o fato de que as vítimas eram todos jovens indígenas brasileiros.
Das diversas mazelas sociais do país, o suicídio não é uma das que se destacam. Em comparação com outros países, as mortes autoprovocadas por aqui são pouco comuns: cerca de cinco pessoas em 100 mil terminam a vida desse modo – bem menos do que a taxa de 30 por 100 mil de países como Lituânia e Coreia do Sul. No entanto, entre indígenas, o suicídio é bem mais recorrente.
Segundo o último censo, os índios representam apenas 0,4% da população do país. Mas respondem por 1% do total de suicídios, duas vezes e meia a mais do que o esperado, se considerada a sua participação demográfica.
Os números alarmantes são alavancados por alguns focos. Os suicídios indígenas ocorrem, sobretudo, no Norte e no Centro-oeste do país, em regiões marcadas por miséria e conflitos de terra
Os números alarmantes são alavancados por alguns focos. Os suicídios indígenas ocorrem, sobretudo, no Norte e no Centro-oeste do país, em regiões marcadas por miséria e conflitos de terra. No Mato Grosso do Sul, onde 3% dos habitantes são indígenas, segundo o censo, 20% dos suicídios dos últimos 10 anos foram nesse grupo. Só no ano passado, de acordo com dados do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei/MS), órgão de saúde instalado nas aldeias, foram registrados no estado 73 suicídios de índios contra 18 de não índios.
A maioria dos casos do Mato Grosso do Sul se dá entre os guaranis-caiovás, segundo maior grupo indígena do país. Ainda segundo o Dsei/MS, entre 1986 e 1997 foram registrados 244 suicídios nessa etnia. De 2000 a 2013, o número praticamente triplicou, chegando a 650 mortes. As taxas anuais de suicídios ao longo desse período variaram entre 75 e 90 casos por 100 mil habitantes – até 18 vezes o índice nacional.
 Para especialistas, o elevado e crescente número de suicídios reflete as situações de conflito vividas pelos guaranis-caiovás desde o contato com os colonizadores. Os guaranis ocupavam um vasto território na América pré-colombiana, que incluía o atual Paraguai e o sul do Brasil. Com a chegada de espanhóis e portugueses, foram escravizados, viram suas terras disputadas e foram catequizados pelos jesuítas. 
No início do século 20, empresas de erva-mate trouxeram funcionários para sua área de vida e usaram mão de obra indígena. A partir de então, os guaranis perderam suas terras, sistematicamente, para o governo e os empresários. Entre 1915 e 1923, o antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) demarcou oito reservas no Mato Grosso do Sul para onde diferentes aldeias foram obrigadas a migrar.
“O suicídio é um ato expressivo e os picos dessa prática entre os guaranis estão associados a um contexto social que não pode ser ignorado, expressam o desgosto e a humilhação com a usurpação de suas terras, mostram o silêncio a que são submetidos”, afirma o antropólogo Miguel V. Foti, ex-funcionário da Fundação Nacional do Índio (Funai) que estudou os guaranis e conviveu com eles. “A questão guarani é escandalosa; é uma das maiores nações indígenas, mas a política em relação a esse e a muitos outros povos é sinistra, de uma violência não explícita, marcada pela omissão e pela protelação.”
Os guaranis-caiovás pleiteiam na Funai a demarcação de pelo menos nove áreas que consideram sagradas, as tekohas. Embora o órgão tenha assinado em 2007 um termo de compromisso, os estudos necessários à demarcação não foram concluídos. Por isso, não há estimativa dos territórios hoje ocupados por fazendas de soja, cana e gado e que podem um dia se tornar indígenas.
A questão da terra para os guaranis-caiovás vai além da mera reivindicação por espaço. Ela tem uma dimensão sagrada que não pode ser menosprezada 
A questão da terra para os guaranis-caiovás vai além da mera reivindicação por espaço. O guarani-caiová Tonico Benites, professor da Universidade Federal da Grande Dourados e primeiro indígena a se formar em antropologia no país, explica que o território tem, para seu povo, uma dimensão sagrada que não pode ser menosprezada. 
“Para nós, a terra é composta de seres invisíveis, guardiões que dão as frutas, as plantas, a comida”, conta. “Temos que respeitar esses seres, por isso plantamos por três ou quatro anos num local e depois deixamos a terra descansar. A terra é parte da família, cada comunidade pertence a uma terra. As reservas criadas pelos brancos não são a terra à qual pertencemos, são habitadas por seres malignos e não há espaço para plantar do nosso modo.”
Além das oito reservas criadas no início do século 20, que juntas somam cerca de 180 km2, os guaranis-caiovás contam com a Terra Indígena de Dourados (MS), criada em 1917 e só homologada em 1965. Essa reserva, cortada pela rodovia MS-156, tem 347 km2 e ali vivem 14 mil guaranis-caiovás e terenas – uma densidade de 3,4 pessoas por metro quadrado. É flagrante a diferença em relação a outros grupos: no Pará, os caiapós dispõem, na Terra Indígena Baú, de uma área 44 vezes maior (15.470 km2) para uma população 74 vezes menor (188 índios).
“Em Dourados, a miséria é muito grande, a terra não oferece mais nada e as famílias têm que mendigar comida na cidade”, conta Benites. “Na reserva, há disputa por espaço, por comida, por uma bica de água. As pessoas perdem a dignidade e o vínculo com a sua terra e isso leva, muitas vezes, à tristeza e ao suicídio.”

Saiba mais em reportagem especial da Ciência Hoje 320(Novembro/2014)

 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

19 de Novembro Dia da Bandeira nacional

Bandeira brasileira
Nossa Bandeira não é vermelha


O dia 19 de Novembro, é a data da instituição da Bandeira Nacional Republicana, que se deu em 1889 pelo decreto nº4, preparado por Benjamin Constant, membro do governo provisório.
Aproveito este dia para falar a respeito desse momento político em que o Brasil se encontra, tomado de manifestações de protestos contra aqueles que, levantando uma bandeira vermelha, querem  a toda força, mudar o regime democrático brasileiro conquistado com muita luta através dos anos. É triste constatar que estamos vivendo um dos piores momentos da história do Brasil. Não só por causa desse governo enganador que não representa os anseios da maioria do povo deste país, mas, e principalmente, por causa daqueles que se aproveitam dos seus cargos políticos e condições empresariais privilegiadas para se apossarem, indevidamente, de fortunas, lesando os cofres públicos  da nossa combalida nação tão necessitada de infra-estrutura básica, principalmente saúde e educação. É de estarrecer ver os nossos representantes, eleitos com a fé dos que neles acreditaram , envolvidos até a alma com os corruptos ladrões, que com certeza não têm o menor amor à Pátria ou a seu povo. Enquanto desfrutam do bem bom o pobre carente se amontoa nos corredores de hospitais decadentes, abandonado pelo poder público.  


Todos nós sabemos que a bandeira é um símbolo representativo de uma nação, estado, sociedade, clã, grupos etc. O termo levantar a bandeira geralmente é usado quando se quer defender uma causa por convicção, amor e,algumas vezes por fanatismo. A bandeira que queremos ver hasteada nesse dia 19 de novembro é a nossa bandeira brasileira verde, amarela, azul e branca e não a bandeira que representa a repressão e a ditadura de países que nada tem a ver com a índole do povo brasileiro.


terça-feira, 18 de novembro de 2014


Tem mais ladrão na virtual que na real.
 ( microconto)

- Dr.  eu ando tão deprimida.! Acho que estou precisando de uma medicação.
- Por enquanto vamos tentar outras alternativas. Procure sair para divertir, vá a shopping, praia, cinema ....
- Mas  Dr.  da última vez que tentei me divertir fui assaltada, e agora estou com medo..
- E televisão? Tem as novelas, os jornais!
- Novelas que reproduzem  a vida real? Jornais que mostram um bando de políticos mentirosos fazendo promessas? Tenho vontade de quebrar a cara deles e minha televisão custou caro.
-  Bem, então vá para as redes sociais, tem muita coisa interessante e a senhora não corre risco de ser assaltada
- Deus me livre!
- Por quê o Deus me livre?
- Porque é por isso que estou aqui.  Só tem postagem triste, mostrando um Brasil que não quero pra mim.  Tento me encontrar ali e não me vejo. Tem mais ladrão nas redes que na vida real, tudo gente graúda que não precisava roubar. E ninguém toma providência .Tenho vontade de quebrar o computador.
- É minha amiga, entendo a sua situação. Vou lhe receitar um remédio que alguns brasileiros estão  fazendo uso no momento: Arrume as malas e fuja do país por uns tempos. Aliás, seu tempo acabou e eu já estou atrasado para pegar o meu vôo rumo a ...
- Peraí , Doutor. Posso ir com o senhor?

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Projeto Teatro vai à escola

O Colégio Antonio Vieira em  parceria com a nutricionista Juliana Alfaia e o espaço Kids Miluca, apresentaram o Espetáculo "Alice no País da Nutrição" - adaptação de Gil Santana  para a obra "A Rebelião do  Melão Amarelão e seus Amigos", da escritora Darcy Brito. 
Neste projeto, além das atividades propostas nas aulas regulares, os alunos vivenciaram os princípios de uma alimentação sadia, que é a proposta do livro que conta a história de uma rebelião comandada pelo Melão para protestar contra o desperdício, maus tratos e mau uso dos alimentos.
Um novo projeto está programado para maio de 2015, desta vez usando todo o texto do livro e as falas dos seus personagens: o melão, personagem central  e seus amigos, frutas, verduras e legumes.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Conheça os 10 melhores livros da literatura brasileira indicado por Terra.com.br



O Dia Nacional do Livro , comemorado em 29 de Outubro, é em homenagem à data de fundação da Biblioteca Nacional, 29 de outubro de 1810.

Confira a lista:
1. Dom Casmurro, de Machado de Assis
O romance é narrado em primeira pessoa por José Bento, o Bentinho (apelidado, na velhice, de Dom Casmurro, por viver recluso e solitário), que tenta reviver emoções afetivas com o objetivo de reconstituir o passado e sua história amorosa com Capitolina (apelidada Capitu). Torturado pelo ciúme, por não saber se Capitu havia ou não o traído com o amigo Escobar, Bentinho não consegue mais suportar a presença da mulher e do filho Ezequiel. Decide, então, separar-se deles.
Em seguida, faz uma viagem com a família à Europa, onde ficam Capitu e Ezequiel. Bentinho volta sozinho ao Brasil. Após alguns anos, Capitu morre, sem ter retornado ao País ou revisto o marido. Ezequiel, já moço, faz uma única visita ao pai, morrendo pouco depois numa viagem de estudos ao Oriente. Bentinho, já velho, fecha-se cada vez mais na sua vida solitária, quando passa a ser chamado de Dom Casmurro. É nessa fase que decide escrever a história de sua vida.
 
2. Amálgama, de Rubem FonsecaEm ‘Amálgama’, mais novo livro de contos de Rubem Fonseca, residem todos os elementos (o erotismo, a violência, a velocidade narrativa, o clima noir) que consagraram o autor de Lúcia McCartney. Rubem Fonseca consegue construir uma narrativa que se desenha ao longo dos contos e, ineditamente, das poesias. Personagens e situações unidos pela tristeza, pela dor, pela raiva, pelo fracasso, pela ternura e pelo amor, um verdadeiro amálgama de vidas que se constroem e se destroem num instante.

3. Macunaíma, de Mário de Andrade
Mario de Andrade publicou 'Macunaíma' em 1938. Por falta de editora, a tiragem do romance foi de apenas 800 exemplares, mas o livro foi festejado pela crítica modernista por sua inovação narrativa e de linguagem. Macunaíma é o herói sem caráter, símbolo de um povo que não descobriu sua identidade. Uma releitura do folclore, das lendas e mitos do Brasil, escrita numa linguagem popular e oral.





4. Vestido de noiva, de Nelson Rodrigues‘Vestido de noiva’ consolidou Nelson Rodrigues como um dos nomes mais importantes da dramaturgia nacional. Enquanto se recupera no hospital depois de ser atropelada, Alaíde é assombrada por lembranças de seu passado conflituoso e as de madame Clessi, uma prostituta do começo do século 20. Encenado pela primeira vez em 1943, Vestido de noiva, que se articula em três planos cênicos (alucinação, memória e realidade), foi o primeiro grande sucesso de público de Nelson Rodrigues.

5. Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto
Patriota doente, Quaresma teria enlouquecido se a Revolta da Armada não lhe desse a oportunidade de provar seu amor à pátria. Mas que pátria? Funcionários civis e militares sugando o Estado em benefício próprio? Criticando os costumes políticos brasileiros, o romance enfatiza a necessidade de se repensar nossa realidade social, constituindo um grito de protesto em meio à indiferença geral.

6. Morangos mofados, de Caio Fernando Abreu
A busca, a dor, o fracasso, o encontro, o amor e a esperança estão presentes na série de contos que se entrelaçam como se fossem um romance nesta obra.




7. Grande sertão: Veredas, de Guimarães Rosa
Na obra de Guimarães Rosa, o sertão é visto e vivido de uma maneira subjetiva e não apenas como uma paisagem a ser descrita, ou como uma série de costumes que parecem pitorescos. Sua visão resulta de um processo de integração entre o autor e a temática. Dessa integração a linguagem é o reflexo principal. Para contar o sertão, Guimarães Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por Riobaldo em sua narrativa. São os elementos básicos da condição humana que, em última análise, encontramos em 'Grande Sertão - Veredas' o que ela tem de mais fundamental: o amor, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria.






8 Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato
Reinações de Narizinho, um clássico da literatura infantil brasileira que continua atual como nunca, reúne histórias escritas por Monteiro Lobato em 1920. O livro narra as primeiras aventuras que acontecem no Sítio do Picapau Amarelo e apresenta Emília, a boneca de pano tagarela e sabida; Tia Nastácia, famosa por seus deliciosos bolinhos; Dona Benta, uma avó muito especial; e sua neta Lúcia, a menina do nariz arrebitado. Lúcia, mais conhecida como Narizinho, é quem transporta os leitores a incríveis viagens pelo mundo da fantasia.
Reinações de Narizinho apresenta os principais personagens do Sítio do Picapau Amarelo
Tudo começa com uma inesperada visita da neta de Dona Benta ao Reino das Águas Claras e com a chegada de seu primo, Pedrinho, ao Sítio, para mais uma temporada de férias. Depois do passeio pelo Reino das Águas Claras, as reinações de Narizinho ficam ainda melhores. As crianças se divertem fazendo o Visconde com um sabugo de milho e planejando o casamento de Emília com o leitão Rabicó.
 
9. Horas de desespero, Pedro Bandeira
Um grupo de presidiários foge da prisão levando o diretor como refém. Um dos condenados sugere que o grupo se esconda na escola da favela, onde ele estudou e que conhece muito bem. Os alunos e professores também são feitos reféns e a polícia cerca a escola. Os bandidos ameaçam matar as crianças, caso seus pedidos não sejam atendidos. Somente com muita coragem e heroísmo essa situação poderá ser resolvida sem que vidas sejam perdidas.



10. A morte e a morte de Quincas Berro D'Água, de Jorge Amado
Se arte tenta, sem entrar em discussões conceituais, ao menos abarcar com força os seres humanos, mudá-los de lugar, fazê-los sentir cheiros e gostos, ter novos questionamentos e anseios, então, não há dúvidas: ‘A Morte e a Morte de Quincas Berro D'Água’ é uma obra de arte da maior grandeza. Neste curto romance, Jorge Amado conta a história da morte (ou das mortes, como saberá o ouvinte) de Quincas Berro D'Água.

Quincas é um funcionário público que deixa a enfadonha vida em família e o dia-a-dia burocrático para viver como bem entende, bebendo cachaça e amando as mulheres e o mar. Sua morte põe em xeque os valores e sentimentos da família, dos amigos e da própria sociedade. Quem é o defunto? É o respeitável funcionário Joaquim? Ou o vagabundo beberrão que vagava pelas ruas de Salvador? O ligeiro sotaque da atriz Nevolanda Pinheiro, também nascida na terra de Jorge Amado, encarrega-se de ressaltar o recheio de humor e lirismo que o escritor baiano usa para contar direitinho como tudo aconteceu. Por que a fama de Quincas correu o mundo? De onde veio o apelido de Berro D'Água? Quem eram seus amigos, sua família e sua companheira? Por fim, como foi que Quincas morreu?

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Precisamos nos defender das Pragas

foto google



Quando criança, já faz alguns janeiros, ouvia cantar esta música:

"Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil*
Tem Saúva na lavoura, tem Saúva no quintal
Mas onde tem mais Saúva é na Capital Federal'


Esta paráfrase pode ainda ser usada nos tempos de hoje.

Saiba mais sobre as Saúvas: (Texto de José A. Lutzenberger)

As formigas cortadeiras existem há milhões de anos e são raras as espécies vegetais que elas não saibam atacar. A Saúva tanto corta folhas em árvores gigantescas, deixa chover os pedaços, recolhe no chão;  como corta arbustos, ervas e gramas. Já vi Saúva cortando aguapé no banhado. Quando ela ataca, sabe ser tremendamente eficiente, sabe desfolhar um pomar inteiro em uma noite. Ela têm, também, uma fantástica capacidade de reprodução. Em cada revoada nupcial são fecundadas centenas ou milhares de jovens rainhas, cada uma capaz de fundar novo povo. Para simplificar o trabalho, cada uma delas já leva, em sua cavidade bucal, material do bolor específico da espécie, para logo começar com a cultura. Além disso, uma colônia de formigas cortadeiras, uma vez estabelecida, a não ser que seja exterminada pelo Homem, tem longevidade indefinida, pode enfraquecer, mas se recupera, não precisa morrer. Como numa sociedade humana, morrem os indivíduos, mas não morre o povo. O que é mais, em nossas atuais paisagens, especialmente nas paisagens agrícolas e suburbanas, a Saúva já não tem inimigos naturais. O Tamanduá marcha para a extinção e os Tatus não vão muito atrás. 

Bem, como não somos Tamanduás nem Tatus, ainda podemos combatê-las ou desenvolver um método de nos defendermos delas.

O ser humano ainda tem muito chão pela frente e é nos ataques das pragas que ele mais desenvolve a sua criatividade. A exemplo do vírus Ebola que antes, restrito apenas na pobre África, não tinha chamado tanta atenção como agora depois que europeus e americanos foram contaminados e os cientistas já estão desenvolvendo uma vacina para nos defender dos vírus.


* Dizem que esta frase é de autoria de Monteiro Lobato

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sobre o Impeachment de Dilma

fotoG¹ - Grupo pede impeachment de Dilma em protesto na Zona Oeste de SP

Acredito que não se trata de uma questão partidária, haja vista que muitos apartidários e ex petistas estão revoltados. Não com a reeleição da presidenta Dilma, porque isto quem decidiu foi o povo, embora com uma diferença bem pequena, o que fez com que a população se sentisse dividida ao meio. O que está em jogo é a corrupção que envolve a Cúpula  do Governo, segundo declaração do envolvido na delação premiada. Se há provas ou não, cabe as autoridades judiciárias investigar e provar. Diante de tantas mentiras envolvendo o governo do PT  o povo brasileiro tem razão em exigir que se faça justiça.O país ficará ingovernável se nada for feito e se tudo continuar assim empurrado com a barriga. Não estamos no século XIX, hoje as notícias se espalham fácil através da mídia. Não podemos pagar por ideologias de alguns radicais, que querem a toda força mostrar seu poder. As manifestações de Impeachment vão crescer. Já tivemos uma destituição de presidente por corrupção que nem se compara a esta que estamos vivenciando e até nos faz rir. O povo quer respeito e a presidenta eleita não terá moral para exigir isso de nós cidadãos brasileiros, que pagamos impostos altos e não vemos o retorno devido.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

No momento político atual qual a contribuição dos nossos professores?





Li na  Revista Filosofia Ciência e Vida, de outubro de2014,  uma entrevista com o  professor de Filosofia, doutor e mestre em  Educação,  Jorge da Cunha Dutra, onde ele diz, dentre outras coisas, que " se é verdade que uma andorinha só não não faz verão, professores, mesmos sozinhos, podem produzir acontecimentos que impulsionarão processos de mudanças numa sociedade". No artigo ele defende o ensino da Filosofia no curso fundamental, que leve o aluno a pensar, questionar e não apenas criticar o estabelecido. Infelizmente o despreparo de alguns professores, sem formação na matéria, posto no cargo para cobrir carências de carga horária, tem frustrado os docentes que acabam por não aproveitar o que de bom a Filosofia pode ajudar, inclusive como matéria interdisciplinar e até mesmo transdisciplinar.
Ora, o que dizer de um país como o Brasil, no qual um Ministro de Educação já disse que não sabe pra que serve um Museu; que um Presidente confessa que não gosta de ler e só tem a terceira série do ensino primário; que Cultura é artigo de luxo, porque os seus mandatários não imaginam que cultura não é apenas arte, que ela engloba muito mais que isto. Até mesmo o comportamento de um povo que não zela pela sua conduta moral e ética, como é o caso de boa parte dos brasileiros, é uma questão de cultura. E o que a Filosofia tem a ver com isso que acabo de exemplificar? Bem, se Educação é sinônimo de luxo, o que dizer do ensino da Filosofia? Como bem diz o professor Dultra: "já vi absurdos de governos estaduais planejarem a diminuição de aulas de Filosofia para aumentar as aulas de Matemática ou de Língua Portuguesa, para melhorar a posição das escolas no IDEB e em outros sistemas de avaliação da Educação básica".
E volto a perguntar, qual a contribuição ou importância do professor na atual conjuntura política do Brasil. Considerando que muitos deles são submetidos a carga horária estressante e que o sistema de ensino pouco investe na melhoria da formação desses professores, como bem diz Dultra, acredito que pouco ou quase nada eles têm feito para mudar a situação, pois para isso seria necessário um trabalho que levasse seus alunos a pensar, questionar  e expressar seu pensamento a respeito do assunto, e pensar é filosofar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Acorda! Eleições 2014






Acorda!
é hora de levantar
esfriar a cama
que o sol da pátria amada
desde cedo lhe chama
vamos cumprir a missão
obrigatória de todo cidadão
não cabe mais no berço esplêndido
este gigante por natureza
cheio de amor e esperança
que despertou menos gentil
e mesmo com o céu menos límpido
continua sendo o Brasil



domingo, 12 de outubro de 2014

Feliz Dia das Crianças

Fonte Wikipédia ( Google)

O Dia Mundial da Criança é oficialmente o dia 20 de novembro, data que a ONUreconhece como
Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada aDeclaração dos Direitos da Criança em 1959 e a Convenção dos Direitos da Criança em1989.[1] Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país.

No Brasil
No ano de 1924, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a ideia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes. Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos no Brasil.

Dia da Criança em outros países

Albânia - 1 de junho


Alemanha - 20 de setembro


África Central - 25 de dezembro


República do Congo


República Democrática do Congo


Camarões


Gabão


Guiné Equatorial


Chade


República Centro-Africana


África do Sul - primeiro sábado de novembro


Angola - 1 de junho


Argentina - segundo domingo de agosto[4]


Arménia - 1 de junho


Austrália - quarta quarta-feira de outubro


Azerbaijão - 1 de junho


Bangladesh - 17 de março


Benim - 1 de junho


Bielorrússia - 1 de junho


Bolívia - 12 de abril


Bósnia e Herzegovina - 1 de junho


Brasil - 12 de outubro [5]


Bulgária - 1 de junho


Cabo Verde - 1 de junho


Camboja - 1 de junho


Canadá - 20 de novembro


Cazaquistão - 1 de junho


Chile - segundo domingo de agosto


China - 1 de junho


Colômbia - do segundo ao último fim de semana de abril


Coreia do Norte - 2 de junho


Coreia do Sul - 5 de maio


Costa Rica - 9 de setembro


Croácia - 11 de novembro


Cuba - terceiro domingo de julho


Egito - 20 de novembro


El Salvador - 1 de outubro


Equador - 1 de junho


Eritreia - 1 de junho


Eslováquia - 1 de junho


Eslovênia - 1 de junho


Espanha - segundo domingo de maio


Estados Unidos - primeiro domingo de junho (varia de estado para estado)


Estónia - 1 de junho


Etiópia - 1 de junho


Finlândia - 20 de novembro


Geórgia - 1 de junho


Guatemala - 1 de outubro


Guiné-Bissau - 1 de junho


Haiti - 8 de abril


Honduras - 10 de setembro


Hong Kong - 4 de abril


Hungria - último domingo de maio


Iémen/Iêmen - 1 de junho


Índia - 14 de novembro


Indonésia - 23 de julho


Irã - 8 de outubro


Irlanda - 25 de março


Israel - 4 de outubro


Japão - (3 de março - Meninas) - (5 de maio - Meninos)


Laos - 1 de junho


Letônia - 1 de junho


Lituânia - 1 de junho


Macau - 1 de junho


Macedónia - 1 de junho


Malásia - último sábado de outubro


Maldivas - 10 de maio


México - 30 de abril


Moçambique - 1 de junho


Moldávia - 1 de junho


Mongólia - 1 de junho


Montenegro - 1 de junho


Myanmar - 1 de junho


Nicarágua - 1 de junho


Nigéria - 27 de maio


Noruega - 17 de maio


Nova Zelândia - primeiro domingo de março


Palestina - 5 de abril


Panamá - terceiro domingo de julho


Paquistão - 1 de junho e 20 de novembro


Paraguai - 16 de agosto


Peru - terceiro domingo de agosto


Polónia - 1 de junho


Portugal - 1 de junho


Quirguistão - 1 de junho


República Popular da China - 1 de junho


República Checa - 1 de junho


Roménia - 1 de junho


Rússia - 1 de junho


São Tomé e Príncipe - 1 de junho


Sérvia - 1 de junho


Singapura - primeira sexta-feira de outubro


Sri Lanka - 1 de outubro


Sudão - 23 de dezembro


Sudão do Sul - 23 de dezembro


Suécia - 1 de outubro


Suriname - 5 de dezembro


Tailândia - segundo sábado de janeiro


Taiwan - 4 de abril


Tajiquistão - 1 de junho


Tanzânia - 1 de junho


Timor-Leste - 1 de junho


Trinidad e Tobago - 20 de novembro


Tunísia - 21 de março


Turquemenistão - 1 de junho


Turquia - 23 de abril


Ucrânia - 1 de junho


Uruguai - oficialmente 6 de janeiro; comercialmente, um domingo de agosto


Uzbequistão - 1 de junho


Vanuatu - 24 de julho


Venezuela - terceiro domingo de julho


Vietname - 1 de junho


Zâmbia - 24 de abril


Fonte Wikipédia ( Google)







segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Aproveitando o momento político do Brasil

foto ilustrativa da revista Filosofia Ciência e Vida

Li um artigo na revista Filosofia Ciência e Vida, de Renato Nunes Bittencourt, doutor em filosofia pelo PPGF-UFRJ, a respeito de Comunicação nos tempos modernos, cujo sub-título é Tecnologia e Alienação, o qual repasso resumido aqui :

Diz ele -" Ao invés de aproximar as pessoas e mobilizá-las para a efetivação de causas comuns, o uso alienado das tecnologias comunicacionais, em verdade, gera o distanciamento pleno entre as pessoas, pois o interlocutor é estigmatizado como uma mera coisa, desprovida de subjetividade. Fica claro que o problema fundamental dessa incomunicação humana não está, obviamente, nos instrumentos técnicos, nos aplicativos, nas redes sociais, mas sim na falta de disposições éticas que permeiem as ações humanas nesse novo contexto cultural da sociedade de informação, que poderia promover, talvez, uma revolução política de escala global caso o amor pela liberdade e pela justiça fossem os motores do engajamento comunicacional na era da virtualização das informações. E, mais adiante, ele diz que o indivíduo autoconcentrado da era tecnológica é informado de diversos acontecimentos ocorridos pelo mundo, mas não conhece as contradições mais violentas que estão incrustadas no seio de sua própria sociedade, como a criminalização da pobreza, a repressão policial, os preconceitos de toda espécie. Esse indivíduo somente toma ciência de que seu mundo encantado das redes virtuais é sujo e feio quando o seu celular é roubado por infrator ou quando seu notebook pifa impedindo-o momentaneamente de interagir com seus contatos virtuais".

Aproveitando o momento político do Brasil eu pergunto: qual foi a real contribuição dos jovens nestas eleições de 2014? Muitos estão votando pela primeira vez. Onde estão os estudantes que fizeram o movimento de Junho de 2013? Nos Whats Apps, nos selfies? 





segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Lei de Murici - Cuidar de si é também pensar no outro




Murici uma fruta do nordeste do Brasil
O ditado popular conhecido como A Lei de Murici que diz "cada um cuide de si"* , a priori pode ser traduzido como puro egoísmo, mas na verdade, pensando bem, se cada um cuidasse de si estaria dando uma enorme contribuição para a convivência na sociedade, diminuindo o trabalho que temos uns com os outros. Mesmo porque ninguém que não sabe cuidar de si pode ter boas condições para cuidar do outro. Quem já viajou de avião deve ter em mente aquela recomendação da aeromoça: em caso de despressurização ponha a máscara de oxigênio primeiro em você para depois ajudar a quem estiver precisando. Nada mais sensato. Costumamos delegar ao outro tarefas que muitas vezes deveriam ser feitas por nós mesmos. Aí se algo dá errado a culpa é sempre do outro. Estendendo esse pensamento a nível de Estado vemos que também delegamos e cobramos atitudes de governos sem dá um mínimo de contribuição ou bom exemplo para exigir isso. Ou elegendo alguém para cuidar dos nossos interesses sem nem ao menos reparar se esse alguém está em condições de realizar as tarefas que lhe delegamos. Cuidar de si é ter responsabilidade para não permitir invasão de privacidade ou imposição de comportamento.



*A lei de Murici está relacionada com a epidemia de cólera, com o nome de morexim. E na boca do povo recebeu o nome de murici. Essa epidemia dizimou muita gente no Brasil na década de 40. Como as autoridades da época não tinham recursos para atender todos, aí surgiu a lei de Murici, que diz que cada cuide de si.



domingo, 28 de setembro de 2014

Desencontro

Marquei um encontro com o tempo
para falar do presente em vão
No seu lugar o passado
rindo do meu atraso.
Segui em frente a fim de alcançá-lo
e vi o futuro nos braços da Ilusão.

Darcy Brito

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A dor amiga


Sinônimo de um sentimento ruim, a dor é uma manifestação que deve ser bem-vinda. É ela que lhe dá o desagradável aviso de que algo não está bem com você, seja físico ou emocional. Ela fala o que você está precisando ouvir para tomar as devidas providências. Se ela se calar  pode ser tarde demais. Imagine uma simples pedra na vesícula sem a manifestação da dor, ou um apêndice inflamado! O indivíduo pode morrer e só se saber a causa depois de constatar o vazamento de suas secreções. Mesmo em se tratando da dor emocional (ou da alma) ela pode lhe salvar de um suicídio, por exemplo, caso lhe seja dada a devida importância. Porque dor não é causa é alerta, sintoma. Infelizmente, no conturbado mundo atual só se pensa em eliminar a dor com paliativos e automedicações sem se averiguar a razão que está por trás do mal-estar. E isto vale principalmente para os problemas psicológicos e psiquiátricos tratados com o excesso de psicotrópicos que enriquecem as industrias desses remédios. É mais fácil "tratar" o mal estar. O Rivotril que o diga. Claro que é mais fácil lidar com o problema aliviando as dores, mas, que o procedimento não pare por aí.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

1914 - 2014 -100 anos de dois grandes compositores: Lupicínio e Caymmi

Nascido em 30 de abril de 1914, em uma casa de pessoas "musicais", como ele mesmo descrevia, Caymmi cresceu assistindo aos saraus promovidos pelo pai, Durval Henrique, em que ouvia a mãe, Aurelina, cantar músicas de variados estilos. Foi ao lado de seu amigo de infância, José Rodrigues de Oliveira, o Zezinho, que Dorival se aventurou pelas ruas de Salvador e teve o primeiro contato com o rádio, cantando na Rádio Clube da Bahia. Nessa época eles formaram o grupo Três e Meio, com os irmãos Deraldo e Luiz no tambor e pandeiro, respectivamente, Zezinho no cavaquinho e Dorival ao violão. Luiz era o irmão menor de Dorival, por isso o nome do conjunto.
fonte EBC
Lupicínio Rodrigues 

Lupicínio Rodrigues estaria fazendo 100 anos
- Compôs marchinhas de carnaval e sambas-canção, suas músicas expressam muito sentimento e melancolia. Elas embalaram muitas histórias de amor e suas desilusões.
Nasceu em 19 de setembro de 1914
Faleceu em 27 de agosto de 1974
Músicas -Nervos de aço- Vingança - Esses Moços - Se acaso você chegasse - Cadeira Vazia

domingo, 14 de setembro de 2014

Chega de falácias e lágrimas, queremos projetos viáveis.


O país está vivendo um momento inusitado em termos de eleição para Presidente da República. De repente, a morte de um candidato a Presidente que  estava num distante terceiro lugar nas pesquisas, provoca uma reviravolta nas campanhas, colocando a sua Vice como candidata e em empate técnico com quem estava em primeiro lugar nas pesquisas, mandando o que estava em segundo para o terceiro lugar. Agora, a Primeira briga com a Segunda, que era sua herdeira de partido, e a Segunda chora as ofensas recebidas do ditador do seu antigo Partido, chamando-a de ingrata. Não é de  se estranhar brigas por herança em família, mas não vejo razão para esse tipo de estranhamento em política, onde  mudança de partido é proporcional à mudança de interesses. A briga entre ambas está acirrada porque as promessas são semelhantes. Mas  não basta prometer em campanhas, tem que apresentar um projeto e, principalmente, a sua viabilidade. Já vimos o que aconteceu no primeiro mandato da candidata à reeleição para Presidente ( ou Presidenta ) e vou poupar o leitor do que estamos cansados de ler e ver na mídia. As intenções de voto do eleitor brasileiro oscila de acordo com a emoção do momento, o que é preocupante, porque eleger um governante não é o mesmo que eleger um técnico de futebol, pois não é tão fácil, como o  é neste caso, por pra fora do comando um presidente de uma Nação. O pior é que com esta campanha que vemos, de candidatos distribuindo farpas, fazendo promessas mirabolantes, mentindo, não dá para discernir e escolher com segurança. O mínimo que podemos fazer,  e devemos, é Não Votar em quem não conseguiu acertar nas experiências anteriores e em quem nunca teve nenhuma experiência administrativa de governo, porque criticar é fácil e próprio de candidatos a cargos eletivos. 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

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Livro de contos aborda o Mal de Alzheimer

Onde estouO livro Onde Estou?, da escritora Darcy Nogueira Brito Editada pela Usina de Letras, aborda o Mal de Alzheimer. O conto retrata o drama de Avani, cuja mãe desenvolve a doença numa idade precoce.
A autora Darcy Nogueira Brito é formada em História Natural pela Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-graduada em saúde pública. Com vários livros publicados, entre romances, contos e infanto-juvenis, Darcy costuma explorar temas polêmicos do cotidiano com leveza.
O que é - O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que acarreta, com o passar do tempo, perda de memória e das funções cognitivas, atingindo em estágio avançado a degeneração do organismo e levando a senilidade. Foi descrito pela primeira vez em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer (daí o nome). Embora não tenha cura ainda, tem tratamento e quando identificada desde os estágios iniciais e com acompanhamento adequado, a qualidade de vida dos doentes melhora e a progressão torna-se mais lenta.
Cerca de 30% dos idosos a partir dos 80 anos podem desenvolver Alzheimer. No mundo, segundo dados de 2009 da Organização Mundial de Saúde (OMS), são 25 milhões de pessoas com o problema. Outro ponto debatido pelos cientistas indica a relação da doença com o nível de escolaridade: quanto maior a escolaridade, menor a prevalência.
Pesquisas mostram que enquanto em indivíduos com o mínimo de 8 anos de escolaridade, a prevalência é de 3,5%, entre analfabetos o índice de afetados pelo mal chega a 12,2%. A explicação estaria no fato da doença afetar a linguagem e as funções cognitivas. Tanto que o estímulo intelectual dos idosos, além da prática de exercícios que melhore a função cognitiva, é sempre incentivado pelos médicos como forma de prevenir a doença.